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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

My name is Proença, João Proença

por josé simões, em 26.09.16

 

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«[...] é altura de reverter algumas das medidas que desequilibraram as relações entre trabalhadores e empresas, para que "a desregulação do estado de excepção não se transforme na nova norma". "É imperioso reverter as medidas com incidência na negociação colectiva tomadas no período da troika"


[...] sindicatos e aos patrões [devem empenhar-se] em credibilizar a negociação colectiva, dando provas da sua representatividade, para evitar que organizações a que chama "ultraminoritárias" negoceiem contratos que depois podem ser estendidos a todo um sector»


Relações laborais nas empresas estão em "profundo desequilíbrio"

 

 

 

 

Liberalismo

por josé simões, em 05.09.16

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Há lodo no cais

por josé simões, em 28.05.16

 

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A UGT quer que a representatividade que não lhe é reconhecida no meio laboral, que os trabalhadores que não tem sindicalizados lhe paguem uma quota mensal como forma de legitimar a luta da UGT, since 1978, na retirada de direitos e garantias, aos trabalhadores, na desvalorização da contratação colectiva, na assinatura de sucessivos códigos do trabalho com condições cada vez mais gravosas, para os trabalhadores, sempre em benefício da rigidez patronal, com a promessa de um amanhã que canta, e que canta sempre para a mais-valia dos patrões e dos accionistas.


Trabalhadores terão de pagar à UGT por contratos colectivos de trabalho


"Há lodo no cais" é o título em Portugal, "Sindicato de Ladrões" foi o título recebido no Brasil.


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||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.05.16

 

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Na capital do Cavaquistão, se calhar em homenagem aos idos em que a UGT de Torres Couto erguia um cálice de Porto para celebrar com Cavaco Silva mais cortes em direitos em regalias, Carlos Silva reescreve a história dos últimos 5 anos com um delete ao consulado de João Proença. "Impostas" é o termo. A UGT nunca existiu.


"Enalteceu, a propósito, "a reversão de um conjunto de medidas [pelo actual Governo] que de uma forma muito liberal foram impostas nos últimos anos", como os cortes salariais, a valorização da concertação social e a reposição das 35 horas de trabalho semanal."


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||| A mesma luta!

por josé simões, em 28.04.16

 

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"A Câmara Corporativa era um órgão representativo de natureza consultiva da República Portuguesa, prevista pelo Artigo 102.º da Constituição de 1933."


Não me lembro de ter votado, ou de alguém ter votado em Mário Nogueira ou em João Dias da Silva para ministros da Educação, mas dou de barato que possa estar enganado...


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||| Desesperados

por josé simões, em 15.04.16

 

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Por via da inusitada "geringonça" de esquerda no Parlamento, a UGT reduzida àquilo que sempre foi – nada e sem implantação no terreno do trabalho, com excepção de alguns sindicatos de bancários e seguros; esvaziada da função para a qual foi criada – dizer que sim às confederações patronais e assinar de cruz tudo o que lhe ponham na frente, luta desesperadamente pela sobrevivência e tenta fazer da Concertação Social uma espécie de Câmara Alta do Parlamento, bóia de salvação do sindicalismo fantoche. Desesperados. Responsavelmente desesperados. Desesperados com "sentido de Estado".


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||| O ajustamento

por josé simões, em 30.11.15

 

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O problema de Carlos Silva é exactamente o mesmo problema de Paulo Portas: ninguém precisa dele nem da agremiação que capitaneia para nada, então esbraceja e faz barulho e, quanto mais esbracejar e barulho fizer melhor, pensa ele.

 

Canetas e esferográficas há muitas [como se viu na tomada de posse do XXI Governo constitucional.


[Imagem de autor desconhecido]

 

Adenda: Não é por acaso que os ministros do CDS passaram estes últimos 4 anos a elogiar o "sentido de responsabilidade" da UGT e dos seus dirigentes.

 

 

 

 

||| Os irresponsáveis

por josé simões, em 23.11.15

 

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Não sendo do conhecimento geral qual a quota de cedências que coube aos patrões, ou até se as houve, e que as do Governo ficaram em águas de bacalhau apesar da ameaça de entornar a água ao bacalhau por parte do homenzinho responsável que sucedeu ao homenzinho responsável e que antecedeu o homenzinho responsável.


A UGT mostrou-se mais responsável do que a CGTP?
Não vou dizer que a CGTP foi irresponsável. Cada um de nós mede a sua responsabilidade à medida das suas convicções e da sua disponibilidade para compromissos. Na altura, a UGT entendeu que devia assumir responsabilidades na estabilidade do país, sabíamos que as medidas eram gravosas e reconhecemos que muitas dessas medidas prejudicaram claramente os trabalhadores portugueses. Também por isso, ao final de quatro anos há esta profunda crispação entre a esquerda e a direita, entre o PS e os partidos da coligação (PSD/CDS-PP).


Posto isto, e como continua alegremente na sua yellow brick road em direcção a Emerald City sem se desviar uma vírgula do caminho, conclui-se que ou é tolinho ou cada um é para o que nasce e há quem nasça para ser marioneta ou boneco de ventríloquo.


O ministro Pedro Mota Soares (CDS) sempre que falava fazia questão de destacar o apoio dado pela UGT na manutenção da paz social. Isso não o incomoda?
Incomodou-me. Parece que se criou um conluio, mas isso não corresponde à verdade. A nossa actuação nunca foi defender o interesse dos empresários, mas criar com empresários uma relação de confiança que permita que as sinergias venham ao encontro das necessidades dos trabalhadores.


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||| ¿Por qué no te callas?

por josé simões, em 01.11.15

 

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"CGTP não será condicionada por um governo de Esquerda"

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.10.15

 

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«Tenho alguma estranheza como é que o povo português levou pancada durante quatro anos e está disposto a manter a confiança num governo que cortou salários, pensões, reduziu a concertação social a um diálogo de surdos, bloqueou a negociação colectiva, mesmo que se diga que foi por imposição do FMI».


«UGT estranha sondagens favoráveis à coligação depois de "quatro anos de pancada"», a UGT não estranha o contributo inexcedível dado pela UGT e pelo camarada João Proença, com responsabilidade e 'sentido de Estado', para que durante quatro anos o povo português fosse um saco de pancada.


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||| "Não, o Governo não tem um modelo de salários baixos e de desemprego para o País", Pedro Passos Coelho em 22 de Março de 2013

por josé simões, em 17.08.15

 

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Da qualidade da mentira já todos estamos fartos, de barriga cheia.


«A economia portuguesa está mais competitiva desde a chegada da troika, mas em grande parte à custa da desvalorização salarial. Hoje, um em cada cinco trabalhadores (19,6%) ganha o salário mínimo nacional de 505 euros por mês.»


E depois há a filha da putice que, cada vez mais, parece dominar todos os aspectos da vida e todos os sectores de actividade em Portugal.


"Houve empresas que para não despedirem trabalhadores baixaram os salários", confirma António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), [...]  do lado dos patrões "sempre temos defendido que mais vale ter um posto de trabalho remunerado com o salário mínimo do que o desemprego".


Quando o que ele quer dizer é que do lado dos patrões "sempre temos defendido que mais vale ter um posto de trabalho mal remunerado do que diminuir a mais-valia ao patrão e/ ou ao accionista.


«Para os sindicatos, no entanto, a realidade é mais negra: "Assistimos a uma substituição de trabalhadores bem pagos por pessoas mais jovens e mal pagas." E sem aumento de produtividade, admite Sérgio Monte, da UGT.»


Como se fossemos todos muito burros e nunca tivessemos assistido pela televisão ao homenzinho responsável João Proença, de gravata e prenhe de sentido de Estado, ao lado do patrão a celebrar mais um acordo para a competitividade e o crescimento da economia e a salvaguarda do emprego.


[Imagem The Wretches [Os Miseráveis] by Peter Ferguson]

 

 

 

 

||| 30 dinheiros

por josé simões, em 03.08.15

 

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«Escolha do socialista João Proença foi anunciada pelo Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.»


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||| A origem das espécies

por josé simões, em 21.07.15

 

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«O enfraquecimento dos sindicatos também alimenta o problema, pois leva ao aumento do rendimento dos 10% mais ricos.»

 

 

 

 

||| Serviço público

por josé simões, em 16.06.15

 

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Era algum jornalista, até podia ser mesmo um estagiário e vinha a propósito, ir perguntar ao homenzinho responsável e cheio de "sentido de Estado" e ex-sindicalista não menos responsável e não menos cheio de "sentido de Estado", João Proença, se já leu o relatório do FMI.


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||| Os homenzinhos do sindicalismo responsável e com "sentido de Estado"

por josé simões, em 14.04.15

 

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Uma: "redução da taxa terá de ser discutida em sede de concertação"
Duas: "garantiu que a medida será construída em concertação social"
Três: "a redução da Taxa Social Única é uma medida para construir em concertação social e diálogo social"


Três vezes em três sítios diferentes, é capaz de ser mesmo verdade.
"Discutida" + "construída" + "concertação social". É aqui que entra a UGT, foi para isto que a UGT foi inventada. Os homenzinhos do sindicalismo responsável e com "sentido de Estado".


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