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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Esta gente não presta

por josé simões, em 14.05.13

 

 

 

E além de mentir com todos os dentes que tem na boca [pois claro que as medidas vão ter consequências directas na [qualidade de] vida dos cidadãos uma vez que vão incidir sobre serviços essenciais como a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde], continua na senda de colocar os portugueses uns contra os outros.

 

As medidas não se aplicam à generalidade dos cidadãos, é só para os outros, os sub-humanos, os "manhosos e calaceiros" do Estado, e nós, animais, ficamos aqui, quietinhos e contentes porque não nos calhou a nós, a ver o sofrimento e o morrer devagarinho dos outros, sem um pingo de humanidade, ou de "caridade cristã", tão cara a esta dupla PSD/ CDS-PP. É isto não é?

 

Esta gente não presta. Os animais são eles.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Da satisfação

por josé simões, em 22.05.12

 

 

 

 «20% da população rica a ganhar seis vezes mais do que os 20% mais pobres»

 

[Na imagem "Termo Metro" by Chema Madoz]

 

 

 

 

 

 

 

|| Sindicalismo à la carte

por josé simões, em 21.03.12

 

 

 

Provoca comichões à OCDE [mais propriamente «acusa»] o «"excesso de cobertura" da contratação coletiva» em Portugal, e a pouca representatividade que os sindicatos eventualmente possam ter para que sejam considerados parceiros credíveis nas negociações. Com não menos comichão está também o Governo PSD/ CDS que, à boleia da OCDE, está já a elaborar um estudo que vai ser a «próxima grande hostilidade contra os sindicatos», anunciam com orgulho, antes de anunciarem que vai ser um estudo que vai mais além que o memorandum da OCDE.

 

Fazendo de conta que a gente não percebe que o que está em causa não é a representatividade dos sindicatos mas a contratação colectiva ela própria, e que o objectivo primeiro e último é a desregulação total do mercado do trabalho e a desprotecção dos trabalhadores pela retirada de direitos e garantias, já não causa comichões à OCDE, e ainda muito menos ao Governo PPD/ CDS, que a concertação social e/ ou os códigos do trabalho sejam constante e sistematicamente assinados por uma central sindical, para o caso a UGT, formada essencialmente por meia dúzia de sindicatos do sector bancário, seguros e serviços, sem representatividade nas empresas e no mercado laboral, e eles próprios com reduzidíssima implantação entre os trabalhadores que dizem representar.

 

Objectivo: China [para o infinito e mais além].

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Mais transparente não podia ser

por josé simões, em 13.09.11

 

 

 

Está lá tudo: «a maior taxa de obtenção de diplomas»

 

[Imagem Henry Wolf Collection, Box 7 Folder 73, Course announcement for theSchoolofVisual Arts, c. 1964]

 

 

 

 

 

 

|| É por isso que convém ler muitos jornais e noutras línguas

por josé simões, em 03.12.10

 

 

 

 

 

Portugal é o país da OCDE com a mais alta taxa de pobreza infantil.

 

«Portugal é um dos países com menor desigualdade no acesso à saúde infantil e bem-estar das crianças»

 

(Imagem do filme What a Way to Go de  J. Lee Thompson; 1964)

 

 

 

 

 

 

 

|| Perdoa-me (Remixed & Remastered)

por josé simões, em 27.09.10

 

 

 

 

 

O álibi perfeito para Pedro Passos Coelho. Desta vez nem é preciso vir pedir desculpa. Ah e tal, a OCDE...

 

 

 

 

 

 

 

À la minute

por josé simões, em 09.09.08

 

Para quando um estudo que nos diga quem, dos que ostentam “o canudo”, e que tratam e fazem questão de ser tratados por sôr dôtor, tem na realidade essa formação. Numa altura em que tanto se falou das habilitações literárias do nosso presidente do conselho, esqueceram-se por completo dos outros, que andam por aí (sem qualquer ironia ou segundas intenções!) e que se licenciaram nos anos da rebaldaria universitária pós-25 de Abril; sabem eles e Deus como! Desde aí, com mais ou menos reformas educativas, foi sempre a descer. Coincidência ou talvez não, são esses das licenciaturas à la minute que vieram a desempenhar e desempenham agora funções governativas.

 

Queixamo-nos de quê e do quê?

 

(Foto Getty Images via Dayli Telegraph)