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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| E deixar de argumentar como se fossemos todos um bando de crianças?

por josé simões, em 18.12.14

 

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"por determinismos ideológicos e políticos" não pode haver uma greve contra uma privatização ditada pelos por determinismos ideológicos e políticos dos partidos da coligação que compõem o Governo que decreta a requisição civil para defender a economia nacional e o interesse público que deixa de ser prioritário a partir do momento em que a empresa for privatizada, ou nacionalizada por outro Estado, como tem sido norma nestes quatro anos de Governo da direita.


Que fica tudo escarrapachado, tim-tim por tim-tim, no caderno de encargos, isso do interesse público e do serviço público e que não há volta a dar-lhe pela empresa ou pelos investidores ou pelos especuladores que comprarem a TAP. Assim como estava tudo escarrapachado, tim-tim por tim-tim, preto no branco, não havia volta a dar-lhe, no caderno de encargos que era a Constituição da República Portuguesa no capítulo que dizia que as nacionalizações eram irreversíveis.


E deixar de argumentar como se fossemos todos um bando de crianças?


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||| A Junta Nacional dos Vinhos, reloaded

por josé simões, em 07.11.14

 

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"Beber vinho é dar o pão a 1 milhão de portugueses". "Comam uvas, bebam vinho". Se calhar, naquela cabecinha, a solução passa mesmo por aqui. O que, vindo de um soldado disciplinado, militante de um partido em que o líder de cada vez que refere o ditador ultramontano e tacanho é o "doutor Salazar" com um temor reverencial na voz...


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||| Se conduzir não beba, se beber não conduza

por josé simões, em 06.11.14

 

 

 

 

 

 

 

||| Princípios do totalitarismo

por josé simões, em 11.07.14

 

 

 

Aquilo que em todas as democracias ocidentais é o normal funcionamento do Estado de Direito, pela separação de poderes e fiscalização do governo e da governação, de modo a não atentar contra valores que supostamente deve garantir e promover, os famosos checks and balances que n' América não só são muuuuuito bons mas o melhor do mundo e que em Portugal são [só] submissão aos tribunais.

 

"Vamos ter de ter um Governo de maioria depois das eleições. E não acredito que nenhum aceite governar no estado de submissão aos tribunais que este aceitou"

 

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Nota: E não me venham cá com a Lei de Godwin por causa da foto que ilustra o post. Lei de Godwin é Telmo Correia, escudeiro de Paulo Portas, a comparar o Partido Socialista com os partidos trotskistas, na Assembleia da República no debate "o estado da Nação"; Lei de Godwin é Teresa Caeiro, nos frente-a-frente do telejornal que já foi do Mário Crespo, a insultar todos os oponentes de esquerda de estalinista e norte-coreanos para cima.

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 24.06.14

 

 

 

As empresas alemãs, "que apostam numa cultura de compromisso social, [que] geralmente não fazem greves, e [onde] existe uma grande disponibilidade dos trabalhadores para cumprirem os objectivos que foram estabelecidos" são um exemplo a seguir, segundo o ministro da Economia do Governo que aumenta o horário de trabalho, retira dias de férias e de descanso, baixa salários e o preço a pagar pelas horas extraordinárias aos trabalhadores, sem que se verifique o retorno da riqueza, acumulada pelos patrões e accionistas com estas benesses, para a economia real, põe o dinheiro dos contribuintes a pagar estágios profissionais nas empresas para mascarar o aumento do desemprego e a falta de emprego jovem, aumenta o IRS aos trabalhadores e aumenta o mais-valia a patrões e accionistas por via da diminuição do IRC.

 

"Quando as administrações dão o exemplo, se preocupam com as pessoas, e as envolvem na gestão, é mais fácil chegar a acordos, é mais fácil ter trabalhadores motivados, produtivos.

 

Que nome se dá a alguém que papagueia exactamente o contrário daquilo que faz?

 

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||| Tesourinhos deprimentes

por josé simões, em 21.05.14

 

 

 

O soldado disciplinado na revista Exame, Outubro de 2013.

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 16.05.14

 

 

||| O camarada Pires de Lima, ministro da Economia da Republica Popular da China

por josé simões, em 13.05.14

 

 

 

Ver o camarada António Pires de Lima, com manifesta satisfação, informar em primeira mão que os governos dos dois países «ponderam, no futuro, criar as condições para haja uma ligação directa entre Lisboa, Pequim e Xangai» assegurada não pela TAP mas pela Air China. Para equilibrar a balança comercial.

 

[Imagem "The Power of Publicity", Zhao Bo, 2008]

 

 

 

 

 

 

||| As continhas estão mal feitas

por josé simões, em 08.05.14

 

 

 

"Incêndios de 2013 custaram 34,2 milhões de euros"

 

As continhas estão mal feitas. Primeiro porque afectou sobretudo agricultura em minifúndio com as suas manias das explorações sustentadas e ecologicamente equilibradas e que só atrapalham a vida aos grandes produtores de exploração intensiva, ainda por cima propriedade de velhos, que só 'strovam a vida aos novos que querem fazer alguma coisa por este país, cujos filhos emigraram para França e para a Alemanha, os manhosos e calaceiros.

 

Segundo porque afectou principalmente floresta propriedade do Estado e o Estado, como é por todos sabido, não tem jeito para gerir nada e nem tem jeito nem trambelho que seja proprietário de florestas e de serras e de rios, que ficam muito mais bem explorados e preservados e rentabilizados nas mãos dos privados.

 

Terceiro porque o CDS, perdão, a ministra Assunção Cristas e o secretário de Estado Daniel Campelo melhor do que ninguém identificaram os problemas assinalados nos dois pontos anteriores e trataram de meter mãos à obra e de resolver o assunto, como o Daniel muito bem explica.

 

Quarto porque o CDS, perdão, o ministro Pires de Lima já veio assinar por baixo a estratégia do CDS, perdão, da ministra Cristas e do secretário de Estado Campelo e mostrar, até aos mais incréus, que a aposta foi mesmo em cheio.

 

Portanto, quando se diz e se escreve que os "Incêndios de 2013 custaram 34,2 milhões de euros" as continhas estão mal feitas porque há muito boa gente a ganhar rios de dinheiro, mesmo que implique secar os rios, e a pôr a economia privada a crescer, mesmo que isso implique matar biodiversidade e o ecossistema público e vidas humanas. Pormenores.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| Reforma do Estado

por josé simões, em 30.04.14

 

 

 

Paulo Portas, vice-trampolineiro, vai dizer que a troika queria aumentar o IVA para 23, 50% ele, Viriato 2014, é que bateu o pé aos ocupantes estrangeiros, não deixou, vai ficar nos 23, 25%.

 

Pires de Lima, o soldado disciplinado, está a puxar lustro às botas para a formatura.

 

O que vale é que é de "estratégia orçamental" que se trata.

 

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||| Até uma criança percebe

por josé simões, em 19.04.14

 

 

 

Taxa-se, por exemplo, a cerveja a pretexto… não interessa o pretexto porque para este Governo todos os pretextos para taxar são bons e quando não há pretexto inventa-se um. A taxa reflecte sobre o consumidor no preço a pagar. O consumidor retrai-se e deixa de comprar ou passa a comprar menos. Como o consumidor não compra, ou compra menos, a fábrica não produz. Como a fábrica não produz, por falta de procura, faz o ajustamento interno e despede trabalhadores e/ ou rescinde contratos de trabalho. Aumenta o número de desempregados a receber subsídio na proporção exacta ao número de empregados que deixa de descontar para a Segurança Social. Como o número de desempregados a receber subsídio aumenta reduz-se o valor do subsídio a pagar e a sua duração temporal. Como o consumo sofreu uma queda, por via da taxa, os hipermercados, supermercados e pequeno comércio deixam de vender. Algum pequeno comércio [bares, restaurantes] despede empregados ou fecha portas, não só porque o preço do produto aumentou mas também porque há mais gente a receber menos e um desempregado tem mais onde gastar dinheiro do que andar por aí a comprar e a beber cervejas. Mais gente a recorrer ao subsídio de desemprego. Como o comércio não vende o volume de impostos a recolher pelo Estado baixa consideravelmente. Para substituir os impostos que o Estado deixou de arrecadar o Governo cria uma nova taxa. Se calhar sobre o ar que se respira. Até uma criança percebe, excepto estas crianças que se entretêm nas artes da desgovernação de um país.

 

 

O que o ministro pensa ou deixa de pensar, diz ou deixa de dizer vale tanto quanto fiador na praça, é apenas mais um verbo-de-encher cúmplice na destruição da economia e do país.

 

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||| Mais coisas que vão acontecer em 2015

por josé simões, em 26.01.14

 

 

 

Um alívio da carga fiscal. Eleições legislativas.

 

«Pires de Lima insiste no aumento do salário mínimo em 2015»

 

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||| Torna Viagem, século XXI

por josé simões, em 22.01.14

 

 

 

O soldado disciplinado diz que espera que a «economia crie oportunidades para regresso de emigrantes» e, como a coligação, não se cansam nunca de o repetir, está forte e coesa, que regressem mais-valia para Portugal, «mais qualificados e experientes», nas palavras do seu camarada de caserna, o secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade.

 

Assim como o Moscatel de Setúbal, o Torna Viagem, que foi de nau para o Brasil bom e regressou a Portugal bombeiro, que é para lá de bom em setubalense falado, e inacessível para a maioria das bolsas, se é que me faço compreender, agora em linguagem de mercado laboral e pagamento de salários a quadros mais-valia e bombeiros.

 

Aqui para nós, que ninguém nos ouve, regressar regressam, já velhos e cansados, sem forças, nem vontade, nem Vinho dos Mortos para desenterrar, tal a intensidade do blitzkrieg de 3 anos de invasão "napoleónica" com "soldados disciplinados" nas suas fileiras, e a pensar nos filhos e nos netos que deixaram em "terras de França".

 

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||| A Grande Farsa continua

por josé simões, em 15.11.13

 

 

 

Como se partidos da maioria e Governo não fossem uma e a mesma coisa, como se o Governo não fosse uma emanação do espírito reinante na maioria, como se houvesse pensamento próprio dentro das bancadas da maioria que não o de seguidismo amorfo e o do sim-sim acéfalo, como se na hora das votações se assistisse a tomadas de posição por motivos de "objecção de consciência" ou a rebeldias motivadas por consciência social e/ ou política, como se estas coisas não fossem todas previamente combinadas e acertadas antes de passarem para a opinião pública, como se estas coisas não tivessem sempre todas origem numa "fonte próxima" ou num "envolvido no dossier".

 

A Grande Farsa continua mas lá vão deixando cair que e tal a "aplicação de uma taxa sobre as PPP iria gerar mal-estar junto dos privados" e o coiso "constrangimentos jurídicos". Somos todos burros? Se calhar somos.

 

 

 

 

 

||| Professores de Empreendedorismo

por josé simões, em 14.11.13

 

 

 

«O ministro Pires de Lima não se revê como um auto didacta em matéria de «empreendedorismo»,e propôs que a escola nos dê um homem novo em inovação empresarial. O ministro Crato não gosta desses amadorismo e já manifestou reticências. Porém professores para essa ocupação de tempos livres não faltariam, e isentos de concurso de admissão: João Rendeiro, Oliveira e Costa, Dias Loureiro, entre outros. Gente especializada em muitos negócios e produção de pouca riqueza.»

 

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