Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Uma besta com um título académico

por josé simões, em 21.12.13

 

 

 

Principalmente da parte daqueles que foram, ou que tiveram, familiares perseguidos, torturados, mortos, por pensarem de modo diferente ou só por lutarem por coisas tão simples e tão banais como a liberdade de expressão, e que são hoje, para as novas gerações, tão naturais como o respirar.

 

Principalmente por aqueles, e por aquelas famílias, que tiveram a vida e as famílias desfeitas e destroçadas numa guerra que não era a sua e que não lhes dizia coisíssima nenhuma, para negar aos outros o que reivindicávamos para nós, sermos senhores do nosso destino e do nosso futuro, e provocada por uma descolonização que não foi feita e que nem sequer era equacionada, não fora o malandro do Mário Soares e os bandalhos dos comunistas se terem lembrado de trazer o tema para a agenda, quebrando a unidade da pátria e o sossego instituído.

 

Principalmente pelo mundo e pela Igreja que estavam contra nós por causa de uma descolonização que não queríamos fazer, e pelos malandros da Academia Militar que iam estudar para os States e que até se atreviam a vir de lá open mind, a ver o mundo com outros olhos de ver, e a ver uma guerra onde, mais cedo ou mais tarde, iam acabar por morrer, por cousa e por causa nenhuma e em contra-mão ao sentido da História. Ingratos e mal-agradecidos a quem lhes deu oportunidade de estudar no estrangeiro.

 

Principalmente por causa da "grande dimensão metropolitana" e da "grande massa crítica" que não tínhamos, por causa de Salazar e dum Estado Novo fechado sobre si mesmo, e Deus e Pátria e Família e respeitinho é muito bonito e cada macaco no seu galho e cada um nasce para o que é e manda quem pode e obedece quem deve e o homem rural e a mulher na cozinha e a teta na boca da cria, e que nos impediu de fazer a descolonização que Salazar não queria fazer.

 

Jaime Nogueira Pinto é uma besta com um título académico que tem boa imprensa e muito tempo de antena e que até pode publicar livros, coisa que o Estado Novo que é muito diabolizado e que Salazar que foi um grande homem, nunca permitiu fazer a quem discordava de si, do seu regime, ou que simplesmente pensava de modo diferente.

 

Jaime Nogueira Pinto: "Foi-se longe de mais na diabolização do Estado Novo"

 

[Imagem de Alec Huxley]

 

 

 

 

 

 

||| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 20.12.13

 

 

 

A primeira página do i

 

 

 

 

 

 

|| Isto está tudo ligado

por josé simões, em 02.05.13

 

 

 

Uma prima minha em 3.º grau, casada com um meu primo direito, quadro superior de uma grande construtora com investimentos ligados a governos "bloco central", e que, por sua vez, também é primo direito da minha prima em 3.º grau, é cabeça de lista pelo CDS a uma Câmara Municipal. O meu pai, que foi sindicalista da CGTP, tinha um primo em 2.º grau, que era primo direito do pai da minha prima em 3.º grau candidata pelo CDS, que foi militante do PCP, preso e torturado pela PIDE. Todos eles, desde o meu primo "central" à minha prima de direita passando pelo meu pai "CGTP", vêm aqui ler o blog. E isto tudo começou com a transumância de António Craveiro Simão, na terra de Vítor Gaspar que é primo de Francisco 'reviralho' Louçã.

 

Aqui para nós que ninguém nos ouve, se isto chega ao conhecimento dos "jornalistas" do i ainda vai sobrar para alguém.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Os intervalos da chuva

por josé simões, em 26.04.13

 

 

 

«Com este resultado, o CDS é o segundo partido da oposição que mais reforça a sua posição eleitoral […]». Aqui, se entretanto não foi corrigido.

 

 

 

 

 

 

|| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 18.03.13

 

 

 

A primeira página do i

 

 

 

 

 

 

|| Portugal não é só teu

por josé simões, em 31.01.13

 

 

 

Parece que só 1/5 dos portugueses é que está disposto a ver o seu país retalhado e dividido entre os amigos do inteligente António Borges.

Parece que só 1/5 dos portugueses é que está disposto a ser educado pelo dô-tôr Miguel Relvas e sus muchachos.

Parece que só 1/5 dos portugueses é que não sabe o significado das palavras "público" e "privado".

Parece que a maioria dos portugueses não quer ser comido por parvo e aceitar e legitimar algo que não foi a votos.

 

Parece que 1/5 dos portugueses não se lembra da campanha "Portugal não é só teu", Pedros Passos Coelho e Paulo Portas incluídos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 30.01.13

 

 

 

Só se foi no Foursquare…

 

I just ousted António José Seguro as the mayor of Largo do Rato on @foursquare!

 

 

 

 

 

 

|| Sondagens e primeiras páginas

por josé simões, em 07.01.13

 

 

 

Não é que seja de todo surpreendente ver o PS de António José Seguro a descer nas sondagens, ele põem-se a jeito, como sói dizer-se. A surpresa é ver os dois partidos da maioria a subir. Mas como tenho um "problema" com a memória, não me consigo esquecer das coisas nem por nada…

 

 

 

 

 

 

|| Da série "Grande Primeiras Páginas"

por josé simões, em 04.10.12

 

 

 

Se bem que um dos irmãos faça sempre o papel de metralha bom, não para manter o contribuinte receptível à extorsão e ao saque, mas para bem se salva[r]guardar, estão aqui os três, é só colocar os nomes por baixo e nem é preciso muita imaginação.

A primeira página do jornal i.

 

 

 

 

 

 

|| Nivelar por baixo

por josé simões, em 03.12.11

 

 

 

Alguma vez fez greve?
(Pausa) Já. Fiz greve em Inglaterra, quando tinha dezassete anos (sorri).

 

Por que motivo?
Estava num campo de trabalho de juventude, ainda era estudante. Trabalhava na agricultura, a colher tomate e feijão-verde e a plantar couves e coisas do género. […] Os proprietários das quintas, que eram empresas, pagavam mais pelas tarefas mais difíceis e menos pelas mais fáceis… Mas houve uma altura qualquer, já não se sabe por que carga de água, decidiram pagar tudo por igual, nivelando por baixo. Era um grupo de 40 ou 50 estudantes de vários países e fizemos greve durante três dias.

 

Resultou?
Eles cederam e repuseram os preços.

 

Para memória futura, António Barreto no i.

 

[Imagem 40 Exciting Occupy Movement Poster Designs]

 

 

 

 

 

 

 

|| Jornalismo rasca

por josé simões, em 01.12.11

 

 

 

Ler o título e ler o corpo da notícia, que é como quem diz, e o que é que o cu das calças tem a ver com a feira de Castro?

 

Resumo de Margarida Bon de Sousa: Jornalismo e assessoria de imprensa. Por Espanha, por Mariano Rajoy, pelo PP, no dia da Restauração?

 

 

 

 

 

 

 

|| O respeitinho é muito bonito

por josé simões, em 09.11.11

 

 

 

Ou o ditado português “Quanto mais te baixas mais se te vê o cu” materializado na redacção do i. Ilustrar uma notícia só com as legendas não vá Alá tecê-las.

 

L’Amour plus fort que la haine (o amor é mais forte que a raiva) e por estas horas já Sara Sanz Pinto e o director relativo António Ribeiro Ferreira devem andar com o nariz a roçar pelo chão. Com o cu virado para Meca.

 

[A primeira página da polémica aqui]

 

 

 

 

 

 

|| Outros títulos possíveis

por josé simões, em 08.11.11

 

 

 

Renascimento.


Portugueses gastaram mais lenha e acendalhas que os alemães

 

 

 

 

 

 

|| Da série “Grandes Primeiras Páginas”

por josé simões, em 07.04.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| O blogue em papel

por josé simões, em 28.12.10

 

 

 

 

 

Relacionar o ex-primeiro ministro e futuro Presidente da República Cavaco Silva com o caso BPN via SLN é crime de lesa-pátria, já ilustrar uma notícia sobre a Câmara de Lisboa, e o seu presidente António Costa, com uma fotografia do candidato presidencial Manuel Alegre é jornalismo.

 

Tentemos no entanto ver isto de uma forma positiva: se a blogger Filipa Martins e o blogue em papel onde escreve tentam conotar a obscenidade, que é mais um dia de tolerância de ponto em cima do dia já concedido, com o único candidato capaz de fazer frente ao candidato do establishmen, na sua conotação mais negativa, é sinal que colhe aceitação na opinião pública a condenação destas jogadas de populismo manhoso, no seguimento da concessão de tolerância de ponto aquando da visita de Joseph Ratzinger e da não concessão por alturas da Cimeira da NATO, o que obrigatoriamente leva à vox populi de “atrás dos tempos vêem tempos e outros tempos hão-de vir”, “há mais marés que marinheiros” e “quem com ferros mata, com ferros morre”. Vale para o blogue, para a blogger e para o presidente camarário.