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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Mais um prego no caixão

por josé simões, em 03.11.16

 

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Mais um prego no caixão chamado União Europeia.


um livro sobre o Presidente francês, François Hollande, que revela a existência de um "pacto" entre a Comissão Europeia e as autoridades francesas, que permitiu a França escapar a sanções por défice excessivo nos últimos anos, através de uma "maquilhagem" das contas públicas divulgadas


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A Muralha de Adriano

por josé simões, em 07.09.16

 

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Pobre almita tão meiguita; Deste corpo sociazita; Que para uns duros lugarzitos; Escuritos, desertitos; Sozinha ao presente vás; Ai nunca mais brincarás...


P. Élio Adriano, Imperador


In As Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar

 

 

 

 

Et surveillance

por josé simões, em 26.08.16

 

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[Daqui]

 

 

 

 

Bedtime for Democracy

por josé simões, em 24.08.16

 

Beach police, swimsuits no higher than six inches

 

 

[Via]

 

 

 

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[Via]


[Título do post]

 

 

 

O dia zero da barbárie

por josé simões, em 03.08.16

 

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On this day in 1914, Germany declares war on France. Hours later, France declares war on Germany. Começava a Primeira Guerra Mundial.

 

 

 

 

O medo, o Estado Islâmico, o medo do Estado Islâmico e um palerma como presidente da França

por josé simões, em 17.07.16

 

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O mote foi dado por François Hollande logo na hora e a sangue quente: é um atentado terrorista do Daech [em árabe]. Estava dito, está dito. O medo não é só amigo dos terroristas, islâmicos ou outros, também aproveita à máquina do Estado ainda democrático, apesar de mesmo que administrada por partidos de esquerda e ditos do socialismo democrático.


Pressionado por todos os lados pelo discurso da Frente Nacional, Hollande responde à la Frente Nacional, como a Frente Nacional gosta de ouvir, Hollande enterra-se ainda mais, dá mais força à Frente Nacional e dá trunfos ao medo do 'Mal', que reivindica a acção 48 – quarenta e oito – 48 horas depois [!] Passa assim oficialmente a atentado, by appointment do Estado Islâmico, depois de oficiosamente indicado para tal pelo Estado francês. O medo.


Estava dito, está dito. E agora Hollande vai ter de explicar como é que um fundamentalista islâmico "comia carne de porco, bebia álcool e consumia drogas" como dizem as televisões todas. É uma radicalização rápida, instantânea como as tendas de campismo do Decathlon. O medo é amigo e há que levar a narrativa a bom porto. O mesmo porto das dezenas de detidos de células terroristas em Molenbeek logo a seguir ao atentado de Bruxelas: libertados e nunca mais ninguém ouviu falar deles.


Se fosse hoje o desequilibrado da Germanwings também era um terrorista islâmico. E tinha sido muito mais fácil.


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...

por josé simões, em 15.07.16

 

Les drapeaux de l'Elysée en berne le 14 novembre.

 

 


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Realismo mágico

por josé simões, em 20.06.16

 

Immigrés portugais à Hendaye en transit pour Par

 

 

O curioso nisto dos futebóis fora de portas de quatro em quatro anos é que no intimo, mesmo lá no íntimo dos íntimos, e perguntem a qualquer emigrante, of the record, o que os emigrantes mais desejam nos dias de espera à porta do centro de estágio a gritar "Portugal!" é ver acontecer, step by step, as vitórias da selecção nacional que a hão-de levar até à vitória final, na final contra a França, para poderem atirar em cara aos colegas de trabalho, ao patrão, ao empregador, ao país que os acolheu, a superioridade de um país, o seu, que os desprezou, e isto é qualquer coisa do campo do realismo mágico protagonizado pelos deserdados do neo-realismo.


[Imagem “Immigrés portugais à Hendaye en transit pour Paris, Mars 1965”, Gérald Bloncourt]

 

 

 

 

Paris, Portugal

por josé simões, em 14.06.16

 

Gérald Bloncourt Bidonville de Nanterre 1971.jpg

 

 

Sermos a selecção de futebol que em França tem mais 'supporters' que o país organizador da competição é coisa que nos devia envergonhar, a todos, ao invés de andarem as televisões, todas, eufóricas em directos com o apoio da miséria por mares nunca dantes navegados que vai levar o futebol em ombros até à final e à taça.


[Imagem "Bidonville de Nanterre, 1971",Gérald Bloncourt]

 

 

 

 

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A minha zona de conforto é o futebolês

por josé simões, em 13.06.16

 

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Quando a grande maioria das intervenções dos ouvintes/ espectadores nos directos de opinião nas rádios e televisões [Antena Aberta na Antena 1, Opinião Pública na SIC Notícias ou o Fórum na TSF, por exemplo] na análise ao trabalho da selecção nacional de futebol e ao trabalho de Fernando Santos começam ou terminam com um "é uma pessoa que sabe falar" está explicado porque é que em Portugal é tão fácil eleger personagens da estirpe de Cavaco, Barroso, Coelho, Portas e ilhas adjacentes. E se usar gravata e não for guedelhudo tanto melhor.


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||| Diz que é um governo socialista

por josé simões, em 05.04.16

 

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«Un policier m'a dit que ça lui faisait plaisir de nous matraquer»


[Mais imagens]

 

 

 

 

||| A vitória do terrorismo

por josé simões, em 22.03.16

 

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"UEFA admite Euro 2016 à porta fechada"


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||| Um governo dito de esquerda

por josé simões, em 22.01.16

 

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"França deverá estender estado de emergência até à vitória sobre o Daesh"


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||| Em standby

por josé simões, em 13.12.15

 

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[Via]

 

 

 

 

||| Entretanto em Calais...

por josé simões, em 11.12.15

 

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«À Calais, Banksy rappelle que Steve Jobs est le fils d'un migrant syrien»


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