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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Relatório e Contas

por josé simões, em 28.08.11

 

 

Este verão foi assim.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

|| “Não mais deveres sem direitos, Não mais direitos sem deveres”

por josé simões, em 18.05.11

 

 

 

 

Eu sei que nos tempos que correm não fica bem citar estrofes de A Internacional mas, o que frau Merkel quis dizer, foi que se vai proceder à uniformização fiscal na União Europeia, e que a carga horária laboral dos teutões deve ser igual à dos portugueses, e que os portugueses devem, a partir de ontem, ter o mesmo salário mínimo e médio que os teutões, e que os reformados, pensionistas, e desempregados portugueses devem receber o mesmo que recebem os reformados, pensionistas, e desempregados teutões, de forma a também eles poderem comprar uma casinha no litoral alentejano, ou nas serranias algarvias, ou um monte alentejano, daqueles abandonados desde os idos da reforma Agrária, de forma a gozarem o resto dos dias ao Sol. Ou à sombra, conforme preferirem.

 

 

 

 

 

 

 

|| Bem Parece – Albufeira by night (Allgarve 2010, relatório e contas)

por josé simões, em 04.09.10

 

 

 

 

 

Começa tudo logo na descida da Avenida do MFA pelas bifas acabadinhas de chegar em contentores via Easyjet ou Ryanair - as branquinhas peixe-rei virgens, as vermelhas gamba já com quilómetros - em produções fashion-estronça do tempo jurássico em que se ia a Londres via Porfirios para andar na moda, e a caminho da rua dos encontrões que é como quem diz onde estão os bares house pimba ou comercial “só grandes músicas”, com mini-saias pelo umbigo e sem roupa interior ou com as banhas a sair pelo cós das calças e as mamas apertadas pelo soutien dois números abaixo do número,  à procura do verdadeiro macho latino, clone do Cristiano Ronaldo com três botões da camisa desabotoados a mostrar a ausência capilar e com uma amêijoa em cada orelha. O Zezé Camarinha está velho e está lá na Rocha, o middle age Allgarve do tempo em que o Algarve se escrevia só com um éle, e onde não se passa nada. As outras bifas, as que sobram, não são bifas, são indígenas clones perfeitos das bifas que pensam que se forem como as originais pescam alguma coisa, nem que seja ao chichorro. Acabam a pescar as sobras do primeiro arrasto da noite, os clones menos clones do CR7, ou aqueles que nem thank you sabem dizer malgré o Novas Oportunidades. Tudo está bem quando acaba bem.

 

Fuck me, I’m famous. David Guetta até tocava naquela coisa sem nome que dá pelo nome de Kadoc. Falando num algarvio irrepreensível: Maldita aora; nunca havera de sair de Legues!

 

(Bem Parece é o nome de uma panificadora em Albufeira com sitio logo ao cimo da Av. do MFA e que me pareceu ficar bem como título do post)

 

(Em stereo)

 

 

 

 

|| Eu vou ali e já venho

por josé simões, em 28.08.10

 

 

 

 

 

 

 

 

|| Eu vou ali e já venho

por josé simões, em 09.08.10

 

 

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|| Férias grandes

por josé simões, em 07.06.10

 

 

 

Quem são os destinatários do presidencial apelo? Traduzindo em números e percentagens, a quantos portugueses é que esta “preocupação” presidencial é dirigida? Ah pois…

 

O senhor Presidente vive no país das equipas de reportagem das televisões acampadas na sala de embarque do aeroporto da Portela de cada vez que á um furacão nas Caraíbas.

 

(Na imagem Charlie Chaplin and Jackie Coogan in The Kid, 1921)

 

 

 

|| Recordação das férias

por josé simões, em 07.08.09

 

 

 

 

|| Férias

por josé simões, em 23.07.09

 

 

 

Vou até ali, àquela praia que aparece na foto. Se não tiver mais nada que fazer passo por aqui para largar umas “postas de pescada”. Eu já venho.

 

 

Living In The Box

por josé simões, em 21.08.08

 

Eu, que definitivamente sou grande nabo, porque casei com uma mulher de “más famílias”, sem dinheiro que se veja nem imóveis aqui e acolá, com um nome curto, e pobre e mal-agradecida que nem sequer o apelido do marido adoptou, quanto mais dois; como ia a dizer, gostava de passar assim a esvoaçar, qual papoila saltitante, sobre os problemas que afectam o comum dos desgraçados mortais; gostava de viver nesta redoma:

 

“hoje é mais barato dar um salto às Caraíbas ou a uma praia do Nordeste brasileiro e alojar-se num hotel ou num resort TI ( ou seja, com tudo incluído) do que partir com as trouxas às costas para o Algarve e passar as férias em filas de supermercados, em lutas por uma "bica" ou uma bola-de-berlim (quase sempre velha), cozinhar em minicozinhas sem apetrechos e gastar horas a fazer sanduíches para crianças e adolescentes recalcitrantes”

(Link)

 

Prontes, já está tudo estragado! Agora vou andar o dia inteiro a cantar o Living In The Box

(Porque é que nunca votei no CDS!?)

 

(Foto Hulton Archive/ Getty Images via Guardian)

 

 

 

Interrupção

por josé simões, em 14.08.08

 

A La Saca Com El Blog!

 

Que é como quem diz:

Ainda agora cheguei das férias e já o Agosto vai a meio e já estou farto disto e é mais forte que eu e não consigo resistir e vou ali (e é já!) e já volto.

 

 

 

Ir a banhos em Agosto (III)

por josé simões, em 13.08.08

 

Definitivamente, e por muito que custe a alguns defensores do modelo social chinês, as férias são um bem intocável.

 

Vai fazer quase um mês que aqui o estaminé não recebe uma visita destes ilustres!

 

(Foto roubada no Times)

 

 

 

Ir a banhos em Agosto (II)

por josé simões, em 11.08.08

 

Ainda sou do tempo em que se ia à boleia para a Praia da Figueirinha. Ou de “Cacilheiro” até Tróia e depois bater 7 ou 8 quilómetros a pé pelo areal até bem depois da Praia do Parque de Campismo, onde não havia ninguém, há excepção de uns melgas que passavam o dia atrás das moitas a espreitar as mulheres.

 

Levar enrolado na toalha duas sandes, uma peça de fruta e uma garrafa de água que depois era enterrada na areia junto à rebentação. Era o frigorífico onde às vezes também cabia um melão ou uma meloa.

Lia-se um livro manhoso, o Record ou a A Bola, nos intervalos de dormir e ir ao banho. Paz e sossego.

 

Agora praia que se preze tem massagem, hidroginástica, dj, bar com caipirinha e as melgas que dantes espreitavam as mulheres atrás das dunas foram substituídas pelas melgas que aparecem nas capas das revistas.

 

Fónix! É nestas alturas que um homem percebe que está a ficar velho…

 

(Porque é que as pessoas vão à praia?!)

 

 

 

Praia

por josé simões, em 01.07.08

 

Vou ali (à praia que aparece na foto) e já venho. Em Agosto.

 

(Vai fazer um ano que estou à espera deste dia!)

 

 

Retratos da Galiza VIII

por josé simões, em 20.09.07

 

Cabo Finisterra

Bota em bronze - Homenagem ao Peregrino

 

Para a maioria das pessoas, a peregrinação a Santiago de Compostela termina na Catedral da cidade galega, onde depois de chegados se assiste a uma missa. Desenganem-se! Depois da missa e de um curto descanso, é necessário percorrer a pé cerca de mais 80 quilómetros até ao Cabo Finisterra onde se situa o Quilómetro Zero dos Caminhos de Santiago, para, na ravina fronteira ao farol, efectuar a queima do calçado - chinelos, sapatos, botas, etc. - utilizado durante a peregrinação. São visíveis vestígios de centenas de fogueiras ao longo das escarpas do farol, ou até encontrar peregrinos que procedem à queima.  

 

Retratos da Galiza VIII (A Torre de Hércules)

por josé simões, em 19.09.07

 

A Coruna - Torre de Hércules

A Torre de Hércules é o farol mais antigo do mundo em funcionamento. Foi construído no século II durante os reinados dos imperadores romanos Trajano e Adriano. O arquitecto responsável pelo projecto dava pelo nome de Cayo Sérgio Lupo e era natural de... Conimbriga!