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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Da Democracia

por josé simões, em 29.01.12

 

 

|| 70 000 a 80 000, números redondos

por josé simões, em 25.12.11

 

 

 

Definição de generosidade [upagrade]: permitir que uma pequena parcela daqueles que têm ideias políticas diferentes das nossas possa viver em liberdade. Por razões humanitárias, que é quando o comunismo de rosto humano meets a caridade cristã.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Coisas simples que o Avante! não explica

por josé simões, em 29.09.11

 

 

 

«Cubanos já podem comprar e vender automóveis»

 

[Imagem Nikita Khrushchev's shoe-banging incident, 902nd Plenary Meeting of the UN General Assembly held in New York on12 October 1960]

 

 

 

 

 

 

 

|| Viva A Liberdade!

por josé simões, em 09.09.11

 

 

 

Reza a história que a Amnistia Internacional foi fundada nos idos de 1961 pelo inglês Peter Benenson depois de ter tido conhecimento, pelas páginas do Daily Telegraph, da condenação de dois estudantes portugueses a 7 anos de prisão pelo crime de gritar “Viva A Liberdade!” numa esplanada do Rossio em Lisboa. Mas isso foi porque Portugal vivia sob o jugo da ditadura fascista de Salazar, porque, na “ilha da Liberdade e do Socialismo”, essas coisas não acontecem, pois quem grita “Viva A Liberdade!” só pode ser um provocador a soldo do imperialismo amAricano [e do Vaticano], tal e qual a Amnistia Internacional é uma organização infestada de provocadores a soldo da CIA.

 

«Agentes de policía detuvieron a los presuntos disidentes, que portaban unos carteles con la inscripción "Libertad" y otros con la imagen de la Virgen, y los introdujo en un coche patrulla, según los testigos.»

 

 

 

 

 

 

|| Acabaram os «ataques, ingerências e conspirações» contra o povo e contra a pátria? (*)

por josé simões, em 09.05.11

 

 

 

 

 

«O Governo cubano irá autorizar os seus cidadãos a deslocar-se ao estrangeiro, em turismo, o que será permitido pela primeira vez em mais de 50 anos.»

 

(*)

 

(Imagem “A Watchmaker Reads the Communist Party Newspaper Granma inHavana” via AFP)

 

 

 

 

 

 

 

|| A “sua Revolução”, assumir as dores dos outros e conversa da treta

por josé simões, em 23.04.11

 

 

 

 

Não merece mais que um parágrafo de tão fácil que é de desmontar: e o direito à diferença, à livre associação, à Democracia parlamentar multipartidária, "está decidido à partida «pelo chefe»" ou foi objecto de uma "ampla participação e discussão colectivas" e vai finalmente agora a votos, numa consulta livre e democrática?

 

 

 

 

 

 

 

|| Como diz a “outra”: “Eu hoje acordei assim”

por josé simões, em 20.04.11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| Sei que há léguas a nos separar/ Tanto mar, tanto mar/ Sei também que é preciso, pá/ Navegar, navegar (*)

por josé simões, em 14.11.10

 

 

 

 

 

 

«Aung San Suu Kyi no te imaginas lo qu tu significas para tanta gente en #cuba»

 

(Na imagem Aung San Suu Kyi’s Burmese passport, issued in New York on 9 December 1970, Private Aris Family Collection via Guardian)

 

(*) Tanto Mar

 

 

 

 

 

 

 

 

|| Quinta-feira o Avante! explica

por josé simões, em 21.10.10

 

 

 

«Opositor cubano Guillermo Fariñas vence Prémio Sakharov»

 

 

 

 

 

|| A morte da Democracia

por josé simões, em 17.09.10

 

 

 

Com o título “A morte de Fidel”, escrevinha Vasco Correia Guedes no Público (link só para assinantes) que «A entrevista à Atlantic de Fidel Castro e as reformas de Cuba não mereceram uma linha aos comentadores de esquerda». À parte o que o senhor entende por «comentadores de esquerda», uma vez que me fartei de ler linhas sobre as “reformas” (as aspas são min(h)as) de Cuba, o que não mereceu uma linha, nem à direita nem á esquerda (excepção), foi o facto de as “reformas” incidirem única e exclusivamente sobre o sector económico, deixando intocável o sistema político. Como se a economia fosse panaceia para todos os males do mundo de Cuba. Mas isso se calhar é defeito (não feitio) de um picuinhas como eu que foi educado no princípio de que antes com fome e descalço, mas livre, que com a barriga cheia e bem vestido, mas sem liberdade.

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

|| Entrou-me por um ouvido e saiu-me pelo outro

por josé simões, em 09.09.10

 

 

 

Parece que anda toda a gente muito excitada pelo facto de Fidel ter descoberto o que o seu próprio povo já descobrira há, no mínimo, 30 anos. Do mal o menos. Largaram os foguetes, podem ir apanhar as canas (e fazer palitos com elas). O modelo económico “não funciona” mas o modelo político, na óptica dos manos Castro, está bem e aconselha-se. E depois, quando o povo deixar de passar privações e for tudo muito desenvolvido e Cuba tiver um crescimento económico a roçar os dois dígitos, fica tudo bem e dançamos todos o Tango dos Barbudos no Malécon,  de Cuba Libre na mão, como nos tempos de Batista? Penso nem ser necessário dar outros exemplos noutras latitudes. É tudo a uma questão de imagem: ir ou não ir ao barbeiro.

 

(Imagem)

 

 

 

 

|| … E dura, dura, (dita)dura…

por josé simões, em 23.07.10

 

 

 

 

Começou nos idos de 1936 com os Processos de Moscovo, seguiu-se-lhe a Polónia em 1940, depois a Hungria no pós-1956 e a Checoslováquia depois da Primavera de 1968 e mais a RDA durante 40 anos. O argumento foi sempre o mesmo: “conspiração internacional contra o Estado e a Constituição” tudo sempre “bem documentado em provas apresentadas pelas autoridades”.

 

Já tem barbas mas eles acreditam que nós acreditamos.

 

 

|| É preciso que algo mude para que tudo continue como está

por josé simões, em 11.07.10

 

 

 

Anda toda a gente muito entusiamada com a libertação de presos políticos em Cuba. So what? Uns vão para Espanha outros para os EUA e tudo como dantes, quartel-general em Havana.

 

(Na imagem Horseman, 1940 via Times magazine)

 

 

 

|| Vergonha na cara (*)

por josé simões, em 29.04.10

 

 

 

 

Bastava ser uma, uma só, para já ser suficientemente grave.

 

By the way, como «o Partido Comunista não concorre às eleições» não há necessidade de concorrerem outros partidos, de outras cores e de outras correntes ideológicas. Estranho conceito de Democracia…

 

(*) É coisa que por estas bandas não há.

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

|| Falta espaço para respirar

por josé simões, em 24.02.10

 

 

 

E agora um dilema comum a todas as ditaduras: mais vale um cadáver na mão do que um vivo a protestar; ou o cadáver de um homem pode ser mais perigoso que um homem vivo?

 

«Cuba: Cadáver de Orlando Tamayo sob controlo do governo»