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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Para bom entendedor

por josé simões, em 15.12.16

 

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Dirigentes do PSD apelam a Passos para candidatar-se à Câmara de Lisboa


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

"E os símbolos estão datados e até podem ser ofensivos"

por josé simões, em 20.07.16

 

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Não estamos a apagar nada, nem a recuperação da memória significa a recuperação de determinada simbologia.

 

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||| Outros arquitectos de regime

por josé simões, em 23.06.15

 

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[Imagem]

 

 

 

 

||| Polícias e papagaios, a mesma luta

por josé simões, em 22.05.15


Como as imagens o comprovam, a PSP no Marquês de Pombal em Lisboa, por ordem do Comando do Corpo de Intervenção, sem o equipamento de protecção indicado e adequado para fazer frente às hordas de hooligans.

 

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Como também as imagens comprovam, a PSP em Guimarães, por ordem do Comando do Corpo de Intervenção sem o equipamento de protecção indicado e adequado, vê-se em palpos de aranha para controlar e manietar um facínora infiltrado numa claque de futebol.

 

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 E os papagaios repetem e repetem e repetem e tornam a repetir isto sem que ninguém lhes diga para olharem para as imagens que eles próprios colocam no ar pelos écrans das próprias televisões ou sequer lhes diga que em Londres os 'bobbies' nem arma usam...

 

 

 

 

||| Grandes títulos do Correio da Manha

por josé simões, em 06.04.15

 

 

 

«O filho de comunistas que vai mandar na maior Câmara do país». Há 40 anos a fazer opinião, liberdade para pensar e o coise.


[Imagem]

 

 

 

 

||| Ricos e mal-agradecidos

por josé simões, em 11.12.14

 

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O "radicalismo político" de Mário Soares que os salvou durante o PREC quando já havia destinada a cada militante do partido uma árvore com uma corda pendurada com o respectivo nome escrito.


O "radicalismo político" de Mário Soares que lhes deu pela primeira vez acesso ao poder no II Governo Constitucional para desde então passarem a contar para a "marcha do balão e do arquinho da governação" e do "sentido de Estado".


Ricos e mal-agradecidos e sem terem onde cair mortos.


«"Radicalismo político" de Mário Soares leva CDS a opor-se à entrega da Chave da Cidade»


[Imagem]

 

 

 

 

||| É possível retirar a A Quadratura do Círculo de António Costa?

por josé simões, em 12.11.14

 

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O líder do maior partido da oposição e candidato ao cargo de primeiro-ministro a responder a um vice-não-sei-quantos de passear botões de punho de aeroporto em aeroporto, com mestrado em actividades circenses, especialista em ballet, ginástica acrobática e saltos para a piscina, em mais um número, estudadíssimo, de prestidigitação, para a ressurreição do "partido do contribuinte" e depois do pantomineiro que chefia o Governo ter-se feito de desinteressado e chutado a bola para o lado - "uma matéria que diz respeito ao município de Lisboa"?

O Partido Socialista desaprendeu, perdeu a noção das hierarquias, das prioridades, dos "alvos a abater", cada macaco no seu galho - como a direita gosta, e se calhar convém tratar a direita como a direita gosta de tratar, ou continuamos com o calculismo da política da porta entreaberta com medo de maiorias absolutas inatingíveis, mesmo que o adversário não tenha um mínimo de credibilidade e honorabilidade?

 

 

 

 

||| Physalia physalis [*]

por josé simões, em 11.11.14

 

 

 

A seguir a Cavaco Silva é o político há mais tempo no activo em Portugal, mesmo sem contar com os anos em que, disfarçado de jornalista, fazia política todas as semanas na primeira página de um semanário contra... Cavaco Silva. De cada vez que foi para o Governo foi sempre para fazer exactamente o oposto daquilo que havia prometido em campanha eleitoral. De todas as vezes que saiu do Governo deixou sempre o país sempre pior do que no dia em que entrou. E nunca se cala e nunca se cala e nunca se cala. Não ter cara para não ter a puta da vergonha na cara é isto.


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[*] Physalia physalis

 

 

 

 

||| E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas?

por josé simões, em 11.11.14

 

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Taxa para entrar em Lisboa paga a margem sul do Tejo desde o dia 6 de Agosto de 1966, cidadãos nacionais que vivem e trabalham e pagam impostos em Portugal. Entretanto, pelo meio, houve Cavaco Silva primeiro-ministro e Dias Loureiro ministro da Administração Interna e as cargas policiais na Praça da Portagem e a construção da ponte Vasco da Gama, onde não fazia falta, e a concessão das portagens da ponte 25 de Abril à Lusoponte da ponte Vasco da Gama, administrada por Ferreira do Amaral, que "mandou" contruir a ponte onde ela não fazia falta, quando ministro das obras públicas de Cavaco Silva, tudo aplaudido pelos agora críticos da taxa de €1 nas dormidas e nas entradas turísticas na capital. E se fossem gozar com quem vos talhou as orelhas?


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||| Eu que nasci em Setúbal, moro em Setúbal, trabalho em Setúbal e voto em Setúbal

por josé simões, em 14.10.14

 

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Não deixo de me maravilhar com as críticas ao presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, por causa da maré cheia no Tejo, da parte daqueles que deram sucessivas maiorias a Nuno Abecasis. Só lhes falta acrescentar um "o arquitecto Ribeiro Telles é que tinha razão" para a filha da putice ser ainda maior.


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||| Coisas Verdadeiramente Estúpidas

por josé simões, em 27.08.14

 

 

 

Acabamos com os brasões na Praça do Império, limpamos o passado, purificamos a nossa história e não se fala mais nisso. O colonialismo nunca existiu e a prova disso é que nem há brasões das ex-colónias na Praça do Império. A seguir a câmara de Lisboa muda o nome da Praça do Império para "Praça do Futuro Radioso No País Sem Passado" porque "Praça dos PALOP", apesar de ser muito bonito e muito in, é um topónimo à partida excluído pelos engulhos que a Guiné-Equatorial causa à "esquerda" revisionista moderna e prá frentex, que pactuou com Hosni Mubarak e Ben Ali na Internacional Socialista, e que ainda tem muito trabalhinho pela frente, a começar logo por ali - Torre de Belém, Padrão dos Descobrimentos,  na [re]construção de um país inócuo, incolor e indolor, expurgado de todas as memórias que não cabem nos cânones do homem novo no país novo. Não se vê, não se lê, não se fala nisso, não existiu.

 

É uma chatice a cleptocracia angolana vir às compras a Lisboa, com os kuanzas esbulhados ao seu próprio povo, e dar de caras com os brasões das ex-colónias numa Praça de um Império. Não vamos chatear a máfia de José Eduardo e Isabel dos Santos com minudências da História de Portugal que o dinheirinho faz falta ao comércio da Avenida da Liberdade, sem a calçada portuguesa por causa dos stilettos heel das damas, e ainda há a Sonangol e os editoriais do Jornal de Angola e o MPLA na Internacional Socialista.

 

“Respondeu-me que os brasões são sinais do colonialismo e que não contasse com ele para tratar daquilo”

 

"Câmara de Lisboa vai acabar com brasões das ex-colónias no jardim da Praça do Império"

 

A câmara de Lagos, no Algarve, é que já derrubava de vez o Mercado dos Escravos. E aquela estátua do Infante D. Henrique também não está ali a fazer nada.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| Substitua-se por uma placa com o despacho assinado por Cavaco Silva em 1992

por josé simões, em 02.04.14

 

 

 

Decreto-Lei n.º 404/82, "por serviços excepcionais ou relevantes prestados ao País", e logo por baixo os nomes dos "patriotas" Abílio Pires e Óscar Cardoso [na imagem].

 

«Câmara de Lisboa apresentou queixa pelo roubo de placa da antiga sede da PIDE»

 

 

 

 

 

 

|| Vinte mil léguas submarinas

por josé simões, em 24.09.13

 

 

 

Já é dos livros, o CDS e as contrapartidas. «O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, admitiu no final de Março […] que se houver contrapartidas o governo não descarta apostar neste projecto». Definitivamente, há coisas que nunca mudam.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Insistem fingir não perceber

por josé simões, em 20.03.13

 

 

 

Mais um prego no caixão da credibilidade do sistema político-partidário.

 

[Imagem de Cristina Garcia Rodero]

 

 

 

 

 

 

|| Março de 2012

por josé simões, em 01.03.13

 

 

 

Os maoístas de 68 são poder por essa Europa fora, desde as instituições europeias aos governos nacionais, e ganham muito bom dinheiro a vender pedra e a empregar calceteiros. Debaixo da calçada não há praia nenhuma.