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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| A minha é (muito) maior que a tua

por josé simões, em 12.08.09

 

 

 

Até ter lido hoje CAA no Correio da Manhã, pensava que Blasfémias, O Insurgente31 da Armada era tudo farinha do mesmo saco. Desculpem a minha ignorância, afinal parece que “cada um mija com a sua”.

 

 

Perder uma boa oportunidade de ficar calado

por josé simões, em 17.03.09

 

 

Deste pessoal tão lesto em reivindicar o principio do utilizador pagador, o mínimo que seria de esperar era a exigência de introdução de portagens nas não sei quantas pontes sobre o Douro.

 

Regionalizaquê?

 

(Foto fanada no Chicago Tribune)

 

 

Dói, não dói? Habituem-se!

por josé simões, em 15.05.08

 

Ainda sofre o affair Boavista; um histórico do futebol português, com 105 anos de história e, segundo reza a lenda, responsável pela introdução da modalidade em Portugal; e sobre a série de artigos assinados por Carlos Abreu Amorim (CAA) no Correio da Manhã e depois republicados no Blasfémias, importa a meu ver recordar que:

 

- De 1978 a 1997 (19 anos) os sócios do Boavista FC elegeram sem interrupções o Major Valentim Loureiro como presidente do clube:

 

“Assim nasceu uma nova era denominada de Boavistão, liderada pelo Major Valentim Loureiro, que com a sua sagacidade e inteligência, transformou e criou as condições para a projecção actual do clube, por todos reconhecida.” (Negrito meu)

(Site do Boavista)

 

- de 1997 até 2008 (11 anos) os sócios do Boavista elegeram sem interrupções João Loureiro, filho do anterior presidente, naquela que foi considerada a primeira dinastia do futebol português:

 

“Sucedendo em 1997 ao pai, Major Valentim Loureiro, o actual presidente, Dr. João Loureiro, tem imprimido ao clube uma dinâmica traçada por objectivos muito precisos, assentes no investimento certo, nos equipamentos desportivos e na politica de gestão do futebol.” (Negrito meu)

(Site do Boavista)

 

- nem o Major, primeiro, nem o filho, depois, tomaram o poder no Boavista por “golpe de Estado”. Foram eleitos em eleições democráticas e incontestadas; e estiveram, pai e filho, à frente do clube 30 – trinta – 30 anos (!!!), com o apoio incontestado dos sócios; nunca é demais sublinhar.

 “Quem boa cama fizer, nela se vai deitar”…

 

Escreve CAA na caixa de comentários deste meu post:

 

“V. não percebeu nada. Eu não defendi o intervencionismo. Pelo contrário. A Câmara tem de ser um Governo local. E deve ser um factor de união de esforços dos cidadãos na defesa dos interesses locais.
A CMP nada disse e nada fez. Alheou-se da questão. O que é profundamente errado.”

 

Caro CAA: antes pelo contrário; eu percebi e percebo muito bem! A Câmara nada disse e nada fez; e fez muito bem. Alheou-se da questão. O que é profundamente certo.

 

 

 

A salvação da “Pátria”

por josé simões, em 14.05.08

 

Promiscuidade entre o futebol e a política, e, principalmente, entre o futebol e o poder autárquico? É como os atentados terroristas no Iraque; de tão banal que já deixou de ser notícia.

 

Demasiado Estado na vida dos cidadãos? As reclamações já não são tantas como nos futebóis; dependendo mais da área político-ideológica onde nos situamos. Ou dependendo da interpretação que se tem de “Estado”. Se for o Governo, com sede em Lisboa, é uma coisa (abominável!); se for outra qualquer forma de “Governo”, por exemplo, o Governo de uma autarquia, e se essa autarquia for a da cidade do Porto, então aí o caso muda de figura.

 

As coisas que a gente aprende! Por exemplo: que a crise num clube de futebol profissional, que paga ordenados chorudos aos jogadores, numa cidade e numa região com um dos maiores índices de pobreza do país… é um problema da cidade! E mais grave: a Câmara nada faz para resolver o problema! (Link)

 

E os “maus” exemplos já vinham de trás. Vejam só o desplante da Câmara de Faro que nada fez pelo Farense! Ou a de Portimão que nada fez pelo Portimonense! Já ninguém “veste a camisola”! Ou a de Setúbal que durante anos a fio alimentou a “esponja Vitória” com dinheiro dos contribuintes e com terrenos municipais, que invariavelmente foram servir para mais urbanizações tipo “cagalhão, que encheram as contas bancárias dos construtores civis amigos das direcções, e que desfiguraram completamente a cidade.

 

«'O que é que Rui Rio tem que ver com o assunto?'»; tem e muito. Não é parvo. Tem a perfeita consciência de que ganhou as eleições a Pinto da Costa erguendo esta bandeira.

 

As saudades que eu tenho de Fernando Gomes e Nuno Cardoso; ai, ai!

 

(Regionalização? Não, obrigado!)

 

Adenda: Já vai no III capítulo. Os anteriores podem ser lidos aqui.

 

(Foto roubada na Vanity Fair)

 

 

 

Blasfémias

por josé simões, em 08.01.08

 

Confesso que a maior parte das vezes me “passo” completamente com as análises produzidas pelo pessoal do Blasfémias; só me apetece é sei lá o quê!
Mas isto é mau! Muito mau!
 
Já chegámos à China, ou o quê?!