Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Doentio

por josé simões, em 20.10.12

 

 

 

Os crematórios de Dachau, em puzzle para crianças a partir dos 8 anos, à venda no Amazon.

 

Adenda: Entretanto, e após uma googlada rápida, descobre-se que a mesma empresa também comercializa o portão de Auschwitz, e o tristemente famoso "Arbeit macht frei". Faltam-me as palavras.

 

 

 

 

 

 

|| Memória

por josé simões, em 25.01.10

 

 

 

Segundo os arquivos do KGB, entre 4 a 6 milhões de pessoas foram mortas em Auschwitz pelos nazis.

 

 

 

|| Puxar lustro à ferrugem

por josé simões, em 17.01.10

 

 

 

Recorrendo ao léxico politico-partidário tuga, “cooperação estratégica” entre Pio XII e Hitler, parece-me ser a expressão mais correcta:

 

«Bento XVI fala de acção "discreta" durante a II Guerra»

 

 

 

|| Revisão da matéria

por josé simões, em 20.12.09

 

 

 

«A célebre inscrição "Arbeit macht frei" (o trabalho liberta), afixada à entrada do campo de concentração nazi de Auschwitz, no sul da Polónia, foi roubada durante a noite»

 

«O Papa assinou ontem o decreto sobre as "virtudes heróicas" do italiano Eugenio Pacelli, que esteve à frente dos destinos da Igreja Católica entre 1939 e 1958.»

 

 

 

|| Become a fan

por josé simões, em 16.10.09

 

 

 

Desde os primeiros dias da criação deste blogue que as duas primeiras secções de links na barra da direita são respectivamente “conhece os teus direitos! / know your rights!” e “não esquecer! / do not forget!”; por isso fico muito agradado (era para ter escrito contente mas assim fica mais solene) por saber que o memorial museum at Auschwitz abriu uma página no Facebook. Ao mesmo tempo sinto-me desconfortável pelas opções e mecanismos inerentes ao funcionamento da rede: “Torna-te amigo” ou “Become a fan” é um bocado, e um bocado é favor, macabro…

 

 

 

|| La Memoria del Diablo

por josé simões, em 10.10.09

 

 

 

Quando no verão de 1941 recebeu de Himmler a missão de  preparar Auschwitz para o extermínio em massa, escreve Höss que sentiu que naquela ordem “havia algo monstruoso”, mas os argumentos fizeram-no pensar que as instruções eram perfeitamente justificadas. (Tradução minha)

 

«Hablar con Eichmann o tomar copas con Mengele ayudaba al comandante de Auschwitz a vencer los escrúpulos»

 

 

 

|| Ser “de Esquerda” é sinónimo de estupidez e ignorância?

por josé simões, em 14.06.09

 

Diz o Público.es, um jornal conotado e alinhado com a Esquerda em Espanha:

 

«Auschwitz necesita reformas

 

Tras 64 años de historia, el museo del horror nazi pide ayuda internacional para sobrevivir»

 

E na caixa de comentários à notícia, o “Comentario más valorado”:

 

«Hoy tenemos en Gaza todo un ejemplo como campo de exterminio moderno y eficiente. Solo necesita permisos de visita. En Auschwitz ya no hay personas, por eso queda triste y desangelado. En cambio Gaza rebosa de personas llenas de vida que tienen la religión equivocada y el destino igualito que los de Auschwitz.»

 

Os outros comentários que se seguem também não lhe ficam atrás em “criatividade” e ódio. Mahmud Ahmadinejad não diria melhor. Aliás nem precisa de dizer nada porque tem os idiotas úteis, de serviço aqui na Europa.

 

Se ser “de Esquerda” é isto, então prefiro mil vezes a Direita.

 

(Imagem fanada no Corriere della Sera)

 

Acerto com a História

por josé simões, em 17.02.09

 

 

«París asume su responsabilidad por deportar a 75.000 judíos»

 

O Bunker Europeu

por josé simões, em 30.06.08

 

Da última vez que se ouviu falar em Bunker Europeu lá para as bandas de França, foi o que se viu e o que a história regista. Então, as expulsões não foram por via aérea como agora se pretende (sinais dos tempos). Foram por caminho-de-ferro. Em vagões para o transporte de gado.

 

Pode ser que esteja a fazer uma análise catastrófica; mas esta estória não vai acabar em bem.

 

 

 

From Auschwitz, a Torah as Strong as Its Spirit

por josé simões, em 30.04.08

 

«It is the story of a sexton in the synagogue in the Polish city of Oswiecim who buried most of the sacred scroll before the Germans stormed in and later renamed the city Auschwitz. It is the story of Jewish prisoners who sneaked the rest of it — four carefully chosen panels — into the concentration camp.
 
It is the story of a Polish Catholic priest to whom they entrusted the four panels before their deaths. It is the story of a Maryland rabbi who went looking for it with a metal detector. And it is the story of how a hunch by the rabbi’s 13-year-old son helped lead him to it.
 
This Torah, more than most, “is such an extraordinary symbol of rebirth,”»
 
(Link)
 
 

A outra face do Holocausto (V)

por josé simões, em 28.09.07
O Museu do Holocausto de Nova Iorque exibe uma exposição de 116 fotografias desconhecidas até à data, tiradas entre Maio e Dezembro de 1944 no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, e que mostram uma outra faceta do Holocausto.
 
(Via El País)
El resort de las familias nazis
 
En el complejo de retiro de Solahutte, a las afueras de Auschwitz (Polonia), descansaban tanto los oficiales delas SS como sus mujeres y niños.

A outra face do Holocausto (IV)

por josé simões, em 27.09.07
O Museu do Holocausto de Nova Iorque exibe uma exposição de 116 fotografias desconhecidas até à data, tiradas entre Maio e Dezembro de 1944 no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, e que mostram uma outra faceta do Holocausto.
 
(Via El País)
El retiro de los nazis de Auschwitz
 
Un teniente coronel de EE UU retiradoha facilitado las imágenes al museu 60 años después de hacerse com ellas mientras trabajaba para el Cuerpo de Contra Inteligencia en la ciudad de Frankfurt (en la foto, Richard Baer – izq -, responsable del campo).

A outra face do Holocausto (III)

por josé simões, em 26.09.07
O Museu do Holocausto de Nova Iorque exibe uma exposição de 116 fotografias desconhecidas até à data, tiradas entre Maio e Dezembro de 1944 no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, e que mostram uma outra faceta do Holocausto.
 
(Via El País)
Acordeones en medio del genocidio
 
Un acordeonista anima el canto de las SS nazis durante su retiro en Solahutte, a las afueras del campo de Auschwitz-Birkenau (Polonia).

A outra face do Holocausto (II)

por josé simões, em 25.09.07
O Museu do Holocausto de Nova Iorque exibe uma exposição de 116 fotografias desconhecidas até à data, tiradas entre Maio e Dezembro de 1944 no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, e que mostram uma outra faceta do Holocausto.
 
(Via El País)
La cara del Holocausto fuera de Auschwitz
 
El Museu del Holocausto de Nueva York exhibe 116 fotos desconocidas de uno del campo I de Auschwitz-Birkenau tomadas entre mayo y diciembre de 1944 por Karl Hocker (en la foto, Hocker en médio de auxiliares de las SS).

A outra face do Holocausto (I)

por josé simões, em 24.09.07
O Museu do Holocausto de Nova Iorque exibe uma exposição de 116 fotografias, desconhecidas até à data, tiradas entre Maio e Dezembro de 1944 no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, e que mostram uma outra faceta do Holocausto.
 
(Via El País)
El fotógrafo y el ejecutor de Auschwitz
 
La primera página del álbum de Karl Hocker (dcha) adjunto al comandante responsable del campo de extreminio nazi en 1944, Richard Baer, que estos dias muestra el Museo del Holocausto de Nueva York.