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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| In Memoriam

por josé simões, em 17.12.14

 

vitor crespo.jpg

 

 

Vítor Crespo


1932 – 2014

 

 

 

 

||| Descubra as diferenças

por josé simões, em 27.04.14

 

 

||| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 26.04.14

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

 

||| "Quando o pão que comes sabe a merda"

por josé simões, em 25.04.14

 

 

 

Um tédio até àquele momento em que o senhor que denunciou o sogro à PIDE, enquanto sublinhava estar perfeitamente integrado no regime, falar em consenso e começar a avisar qualquer coisa para depois escrever no prefácio que avisou qualquer coisa.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| 40 Anos. Parabéns

por josé simões, em 25.04.14

 

 

 

[Imagem fanada no insta coise do Ai Weiwei, que nunca mais vê chegar o "25 de Abril"]

 

 

 

 

 

 

||| Já paravam com estes testes à indigência cultural

por josé simões, em 11.04.14

 

 

 

As respostas a esta nova praga de sondagens sobre o melhor e do pior primeiro-ministro de sempre, o político que mais representa o 25 de Abril e a liberdade, foram dadas por aqueles que elegeram Salazar como o "Grande Português", que apontam Salgueiro Maia como o português no lugar não-sei-quantos do ATP World Tour e Marcelo Caetano como um capitão de Abril, certo?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| 24 de Abril: Todos os rios vão dar ao Carmo

por josé simões, em 07.04.14

 

 

 

 

Podes ser a gota de água!

 

 

 

 

 

||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 05.04.14

 

 

||| Who gives a shit?

por josé simões, em 30.03.14

 

 

 

O senhor, pai do senhor primeiro-ministro, não se revê no Portugal «onde a falta de educação é encarada com normalidade e se insultam ministros e presidentes». Se calhar como reacção aos insultos de que são vítimas, diariamente, os cidadãos por parte do senhor primeiro-ministro de quem o senhor é pai e do senhor seu tutor, o Presidente da República de uma parte cada vez mais pequena dos portugueses. «Vejo tudo isto com muita preocupação». Ele e nós.

 

 

O senhor, pai do senhor primeiro-ministro, ficou desolado com o Portugal «sujo e imundo», deixado por Salazar e por quase 50 anos de ditadura fascista, no seu regresso de São Paulo da Assunção de Loanda, logo após a independência duma Angola, «florida e limpa», entre a residência e o local de trabalho, pela marginal duma baía povoada por portugueses de primeira e portugueses de segunda e ainda os "calcinhas", chapéu na mão e espinha dobrada, sim patrão sim patrão, 50 angolares, e o musseque higienicamente para lá do cordão sanitário.

 

O senhor, pai do senhor primeiro-ministro, ainda teve tempo para se admirar «com o desleixo das pessoas, mal vestidas e de barba por fazer, e a alegria que não parecia natural», por contrataste com os fatos de corte colonial e os pés descalços, ou com chanatos de sola de pneu de automóvel do branco, calções feitos de calças velhas, aproveitadas do patrão, e a alegria natural da chibata de quem mandava numa Angola que era nossa. A ordem natural das coisas.

 

Who gives a shit para o que o senhor pai do senhor primeiro-ministro pensa?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

||| O poder das marcas

por josé simões, em 13.02.14

 

 

 

O princípio é sempre o mesmo. Não há dinheiro para a educação? As escolas e as universidades que façam parcerias com "as marcas". Mão há dinheiro para a saúde? Os hospitais que façam parcerias com "as marcas". Não há dinheiro para a investigação? Façam parcerias com "as marcas". E depois, com "as marcas" dentro do campus, dentro dos hospitais, dentro dos centros de investigação, se "as marcas" quiserem ditar as políticas educativas, as políticas de saúde, o que deve ou não deve ser investigado, isso é lá com "as marcas", assim como é de "as marcas" o dinheiro que financia e patrocina as escolas, as universidades, os hospitais, os centros de investigação, já que ao Estado, pela ausência, cabe a função de facilitador de negócios, às "as marcas".

 

Que a senhora presidente da Assembleia da República queira estender estes mui liberais princípios a um órgão de soberania, eleito pelo voto popular, não devia estranhar a ninguém, afinal é só mais um personagem da tralha cavaquista, saída das listas dos liberais que são social-democratas/ dos social-democratas que são liberais [riscar o que não interessar], com a reforma patrocinada pela marca "Contribuinte" e a tentar fazer com a casa da democracia o que o Governo, suportado pela bancada parlamentar de onde saiu, faz com o país.

 

«A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, colocou em cima da mesa a hipótese de recorrer ao mecenato (patrocínio) para suportar os custos financeiros de algumas iniciativas para assinalar o próximo 25 de Abril.»

 

 

 

 

 

 

||| Do ministro mais perigoso do Governo da direita radical

por josé simões, em 22.01.14

 

 

 

Rui Gomes e a Justiça Popular, de Nuno Crato

 

 

«A justiça deste país, e muito especialmente a justiça militar, é hoje um dos campos de batalha que opõe os reaccionários corruptos às forças democráticas. É uma das armas com que a ofensiva burguesa-imperialista do 25 de Novembro tenta a intimidação do movimento popular.

 

     Aí o motivo da elaboração deste livro.»

 

(Nuno Crato, Rui Gomes e a Justiça Militar, Centelha, Coimbra, 1977, p. 7)

 

[Daqui, via]

 

 

 

 

 

 

||| A lista de espera

por josé simões, em 21.01.14

 

 

 

Em lista de espera, e por ordem de prioridade, primeiro estão os PIDES de Cavaco Silva, António Augusto Bernardo e Óscar Cardoso.

 

«Manuel Alegre apela à trasladação de Salgueiro Maia para o Panteão Nacional»

 

 

 

 

|| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 21.09.13

 

 

 

O presidente da única região em Portugal onde o dia 25 de Abril nunca foi comemorado nem sequer assinalado.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Eu hoje acordei assim

por josé simões, em 01.05.13

 

 

 

 

 

 

 

|| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 27.04.13

 

 

 

[Via]