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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O meu Livro da Terceira Classe

por josé simões, em 10.06.16

 

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Marcelo quis passar o seu primeiro 10 de Junho enquanto Presidente da República no sítio onde o costumava passar com o pai e fica-lhe muito melhor ter disto isto quando lhe perguntaram o porquê do regresso do Dia da Raça Dia de Portugal ao Terreiro do Paço Praça do Comércio, 42 anos depois, do que a desculpa enrolada que deu aos jornalistas, ele que até escreveu a fotobiografia do progenitor.


E depois há o discurso dos chavões e de toda a construção histórica, romanceada, do Portugal heróico e universalista, evangelizador e integrador dos indígenas, elaborado e escrito por António Ferro no Secretariado Nacional da Propaganda e declamado por José António Saraiva na televisão pública em horário nobre, aprendido nas secretárias de tampo de madeira com encaixe para o tinteiro necessário para a disciplina de Caligrafia em papel de duas linhas, e o tempo dado à História de Portugal e à Geografia das províncias ultramarinas, Brasil incluído, independente desde 1822, e Goa, Damão e Diu, ainda nossas nos anos 70 e em vésperas do 25 de Abril.


Marcelo é um Livro da 3.ª Classe vivo.

 

 

 

 

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

por josé simões, em 10.06.16

 

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[Imagem]

 

 

 

 

||| Mito urbano

por josé simões, em 10.06.15

 

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«nunca vendi ilusões ou promessas falsas aos portugueses»


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

por josé simões, em 10.06.15

 

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||| O Dia da Raça [deles]

por josé simões, em 08.06.15

 

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Nuno Gama, estilista, na «Comissão de Honra da Candidatura à Presidência da República do Professor Aníbal Cavaco Silva», apresentada no dia 27 de Outubro no Porto, aquando do lançamento do Manifesto "As minhas ambições para Portugal".»

 

«Condecorações atribuídas pelo Presidente da República na Sessão Solene comemorativa do 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Lamego:


Ordens Nacionais


Nuno Gama, estilistaOrdem do Infante D. Henrique [Comendador]»


[Imagem]

 

 

 

 

||| A minha Pátria é o negócio da televisão do militante n.º1

por josé simões, em 04.06.15

 

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«O Brasil está também representado nas condecorações deste ano, com Roberto Irineu Marinho, presidente da Globo a receber a Grande-oficial.»


[Imagem de Trent Parke/ Magnum Photos]

 

 

 

 

||| Idiota útil, isso sim

por josé simões, em 12.06.14

 

 

 

Por falar em "pulhas", ainda sou do tempo dos briosos deputados PSD, na rotunda do Marquês a aplaudir e cumprimentar Mário Nogueira, o líder responsável, na descida da Avenida com um ror de profs e afins atrás de si. Mas, como entre os presentes, não consta ter havido alguma "reacção vagal", já [quase] ninguém se lembra disso.

 

Verdadeiramente surpreendente, neste Dia da Raça do Ano da Graça de 2014, é o comissário Nogueira não ter estado entre os comendados e medalhados, pelo camarada conivente do Governo na cadeira presidencial, por altos serviços prestados à causa da destruição da escola pública.

 

Idiota útil, isso sim. Ainda por cima, maltratado por aqueles a quem serviu. Como professor devia conhecer o significado da expressão "Roma não paga a traidores".

 

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||| O estado da Nação

por josé simões, em 10.06.14

 

 

 

Sem Governo, sem oposição, sem Presidente da República que, socorrido pelos militares [fundadores da democracia e último garante da soberania] e sem ter de passar pelo calvário do encerramento das urgências hospitalares e dos serviços médicos no interior do país, condecora a título póstumo o ideólogo do 'vale tudo' do regime. Fim de ciclo, saudades do futuro.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

 

||| 10 de Junho, Dia da Raça

por josé simões, em 10.06.14

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

|| "Não, não! O coelhinho veio com o Pai Natal e o palhaço no comboio ao circo"

por josé simões, em 11.10.13

 

 

 

Forte com os fracos e fraco com os fortes. Compare-se com a rapidez de decisão no caso de Miguel Sousa Tavares. A Justiça que é cega espreita por debaixo da venda.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Eles andam aí…

por josé simões, em 14.06.13

 

 

 

"como asseguraram em tribunal dois polícias à paisana presentes na cerimónia de Elvas". A palavra de dois polícias à paisana contra a palavra do cidadão anónimo Carlos Costal de Campo Maior e sua família. Mas atenção, muita atenção, que o cidadão anónimo Carlos Costal de Campo Maior não viu o Ministério Público requer a declaração de nulidade insanável do julgamento por não ser ofensa, nem insulto, para ninguém em qualquer parte do mundo mandar alguém trabalhar. Não. Mas tão só porque o jumento foi sumário. Respeitinho é muito bonito, chapéu na mão e vénia de espinha dobrada até o nariz bater no chão.

 

[Imagem fanada à Joana Lopes]

 

 

 

 

 

 

|| Entretanto em Mount Lee, Hollywood – Los Angeles, Califórnia

por josé simões, em 13.06.13

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| Não é só na Turquia que o fascismo anda à solta *

por josé simões, em 12.06.13

 

 

|| "O economista fantástico"

por josé simões, em 10.06.13

 

 

 

O contexto europeu, o choque assimétrico, o Banco Central Europeu, o impacto da recessão espanhola, a União Europeia e o Euro. O Governo da Maioria do Presidente é qualquer coisa vítima das circunstâncias. Eu, eu e eu. Me, myself and i. Um umbigo tamanho da Fossa das Marianas.

 

"O economista fantástico que o senhor é", Fátima Campos Ferreira, a jornalista fantástica, dixit.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O engenheiro Sousa Veloso, upgrade

por josé simões, em 10.06.13

 

 

 

Despender 40 – Quarenta – 40 minutos de discurso no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, para falar do património histórico e arquitectónico, sem explicar porque é que uma percentagem dos milhões em fundos comunitários, nos idos em que era primeiro-ministro, não foi aplicada na sua restauração e recuperação; e a rever a história recente da agricultura portuguesa, sem eucaliptização massiva, desertificação e campos ao abandono, sem jipes nem casas com piscina nem plantações de fachada, para serem vistas da borda da estrada, como justificação para os subsídios distribuídos a eito pela clientela partidária para a desmantelarem e destruírem.

 

Nem défice, nem recessão, nem desemprego, nem crescimento económico, nem fome e miséria, que os oitenta e tal por cento de "auto-suficiência alimentar" [Stª Comba…Stª Comba…] não conseguem eliminar, nem Europa, nem nada. Depois da Casa Civil e da Casa Militar, a Casa Agrícola da Presidência da República, que ainda não tem Casa das Pescas porque, a desportiva no Guadiana, ali ao lado, não é relevante.

 

Este Presidente não existe, é um embuste. Um embuste ridículo.

 

[Na imagem cartaz de propaganda do Estado Novo]