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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

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por josé simões, em 14.10.18

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

Fim-de-semana

por josé simões, em 14.10.18

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

Drunk Girls ~ LCD Soundsystem

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

Entretanto o senhor já faz a barba

por josé simões, em 13.10.18

 

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"Carlos Moedas [futuro mordomo da Troika em Portugal] não tem dúvidas de que notas voltarão a subir quando mercados perceberem que PSD vai cumprir as metas de défice"

 

Rating voltará a subir com medidas do PSD

 

 

"Depois da Standard & Poor’s e da Fitch, foi a vez de a Moody’s atribuir uma classificação de investimento à dívida nacional. Subiu em um nível a notação do país, o suficiente para que o rating da dívida portuguesa abandonasse a categoria de “lixo” financeiro naquela que é a mais maldisposta das agências."

 

Sete anos, três meses e dois dias depois, Portugal deixa de ser “lixo” nas três grandes agências de rating

 

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Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 13.10.18

 

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[Nick Tauro Jr]

 

 

 

 

Porque hoje é sábado

por josé simões, em 13.10.18

 

Youth Unemployment, 1981 Tish Murtha.jpg

 

 

Youth Unemployment, 1981

 

Tish Murtha

 

 

 

 

Halloween

por josé simões, em 12.10.18

 

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O documento/ memorando, que não tem data, nem carimbo, nem assinaturas, foi entregue ao ministro numa reunião que não se realizou. Este ano no Halloween vamos de Major Brazão?

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 12.10.18

 

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Com Pedro Passos Coelho aprendi o valor e preço da verdade na política

 

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Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 11.10.18

 

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A capa da Time.

 

 

 

 

A mordaça

por josé simões, em 11.10.18

 

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Tem razão Teresa de Morais em acusar a direcção do PSD de "silenciamento de alguns deputados", só assim se compreende que, tendo ela aparecido em todas as televisões a insinuar que o Governo se tinha abotoado com o dinheiro dos donativos para Pedrogão Grande, 14 meses depois ainda não tenha pedido desculpa, também nas televisões todas.

 

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#EleNao

por josé simões, em 11.10.18

 

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Eu fui olhar o desenho que fizeram na barriga dela. É um símbolo budista, de harmonia, de amor, de paz e de fraternidade. Se tu fores pesquisar no Google, tu vai ver que existe um símbolo budista ali. Essa é a informação

 

 

 

 

Heil!

por josé simões, em 10.10.18

 

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Já tínhamos questionado qual a razão/ quais as razões para que num tempo 'live fast die young', com o mundo em cada vez mais rápidas transformações ao ritmo do Youtube, Facebook e Twitter na palma da mão android/ iPhone, alterações climáticas, save the planet, energias limpas, movimento 1%, #OccupyWallStreet, primavera árabe, direitos das minorias, migrações massivas de populações, morte no Mediterrâneo, movimento #metoo, crises das dívidas soberanas, austeridade, desemprego jovem, emprego jovem mal pago e precariedade, não tinha ainda aparecido um movimento, nem nos States nem na UK nem noutro sítio qualquer, que capitalizasse todos estes novos angry young men globais e fosse a sua voz, à imagem do movimento hippie e do Maio de 68, contra a guerra do Vietname e libertação sexual, e mais tarde do movimento punk, com o rock against racism, contra o anos thatcherismo e dos reganomics, que culminaria anos mais tarde com o Feed the World e o Live Aid. Nem uma banda sequer que os cantasse. A partir daqui kaput, morreu, porquê?

 

O vocalista Roger Waters foi vaiado na passada terça-feira durante um concerto em São Paulo, no Brasil, por ter apresentado um grafismo no concerto onde mostra uma mensagem "anti-Bolsonaro" e o coloca ao lado de nomes como Le Pen, Trump ou Putin acompanhado da mensagem "neo-fascismo está a crescer"

 

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Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 09.10.18

 

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Fernando Negrão, líder, de jure, da bancada parlamentar do PSD, o partido que suportou o Governo que celebrou protocolo com a McDonald’s, à saída da audiência com o ministro das Finanças, a propósito do Orçamento do Estado para 2019, queixar-se da fraca qualidade do emprego criado pelo Governo da 'Geringonça'.

 

O CDS, de Assunção Cristas, a ministra que assim que tomou posse nomeou liquidador-mor da Parque Expo, gordura do Estado, John Antunes, membro da comissão de honra da sua candidatura por Leiria, que não só não liquidou a Parque Expo como lhe aumentou a gordura a despesa com a adjudicação de serviços à empresa de advogados de Nobre Guedes, do CDS, e de Mota Soares, do CDS e ministro celebrante de protocolos com a Parque Expo de John Antunes; o CDS, de Assunção Cristas e Mota Soares, do Governo da criação de emprego para mais de uma dezena de nomeações saídas em Diário da República dois dias após as eleições, todos do Ministério da Defesa Nacional do PSD, de José Pedro Aguiar-Branco, para cargos criados apenas 4 dias antes das eleições legislativas de 5 de Outubro em plena campanha eleitoral; "o CDS quer explicações do Governo na AR sobre escolha de deputado do PS para ERSE".

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto.

 

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"Frescura de pensamento"

por josé simões, em 09.10.18

 

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Há pouco mais de um ano, os apóstolos do Tea Party em terras lusas, inspirados no sucesso de personagens como Sarah Palin, Dick Armey, Michele Bachmann, Marco Rubio ou Ted Cruz, que potenciaram o aparecimento de Dondal Trump,   tentaram "tomar o pulso, testar num subúrbio para ver até onde se pode ir a nível nacional", não correu como pretendido e um dia havemos de saber se por cedo demais, se por terem mais olhos que barriga, se por os portugueses não irem em "frescuras de pensamento". Entretanto, e como o descalabro eleitoral foi de dimensão nacional, o testa de ferro primeiro-ministro no exílio deixou de se andar a passear pelos corredores do Parlamento de pin na lapela, foi à sua vida, mas deixou o partido e a bancada parlamentar armadilhada, com o ideólogo Miguel Morgado à frente de uma troupe de escudeiros, escondidos numa mentira, sem coragem de se apresentar a votos, a dizer aos portugueses ao que vêm e ao que se propõem. A coragem que o Trumpinho de algibeira ganhou depois da falta de apoio na convocatória de um congresso antecipado que depusesse Rui Rio. É cedo demais para Montenegro, é cedo demais para Morgado, é cedo demais para Duarte. Vamos ver quem vai lucrar com os tempos políticos, o do Ventura incluído.

 

"O advogado e vereador do PSD em Loures André Ventura vai renunciar ao mandato na câmara no dia 20 deste mês e, logo a seguir, avança para a criação de um novo partido político."

 

Nova força política defende regresso da prisão perpétua, castração química, proibição do casamento gay e redução de deputados para 100.

 

[Na imagem recorte de entrevista a Bolsonaro em 1999. Via]

 

 

 

 

O triunfo da imbecilidade

por josé simões, em 08.10.18

 

 

 

 

 

Chamar os fascistas pelo nome

por josé simões, em 08.10.18

 

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Se calhar ajudava a comunicação social começar a chamar os fascistas pelo próprio nome - fascistas, e assim teríamos a Folha de S. Paulo com uma manchete "Onda de Fascismo". Ou se calhar não, já que os Bolsonaros desta vida se limitam a dizer em público o que a direita radical pensa em privado. Outra correcção a fazer é acabar de vez com essa sonsice do "centro direita" para designar os partidos da "responsabilidade" e do "sentido de Estado" que fecham os olhos ao fascismo. Ao contrário da esquerda, que não hesita em colocar de lado as diferenças e unir esforços, mesmo com ideologicamente opostos, para travar a ascensão do fascismo [vide as eleições em França]. "De resto, onde há fascismo na América Latina, nas suas variadas versões desde pelo menos os anos setenta, há economistas de Chicago. No Brasil não é diferente: "tinha que vender tudo", diz Paulo Guedes, o economista de Chicago de Bolsonaro. Para esse programa de regressão, a repressão é absolutamente essencial". A repressão com liberdades, direitos e garantias paulatina e gradualmente suprimidos quando a direita radical, os sonsos do "centro direita", são poder, com o argumento de travar a ascenção do fascismo. Não há volta a dar-lhe. Ou melhor, andamos sempre aqui à volta, como a mula na nora.