Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Die Bücherverbrennung

por josé simões, em 22.09.09

 

 

 

Poucos meses depois da chegada de Adolf Hitler ao poder são organizadas em várias cidades alemãs gigantescas queimadas de livros entre os dias 10 de Maio e 21 de Junho de 1933. É a Bücherverbrennung.

 

No dia 21 de Setembro de 2009 o embaixador português na UNESCO, Manuel Maria Carrilho, contrariando as orientações do ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, recusou votar em Farouk Hosny, candidato egípcio ao cargo de secretário-geral da organização, «acusado de praticar abertamente a censura no seu país, e que ainda recentemente afirmou que queimaria pessoalmente todos os livros israelitas que encontrasse na Biblioteca de Alexandria».

 

No dia 1 de Setembro de 2009, Luís Amado, ministro dos Negócios Estrangeiros, assiste em Tripoli «às comemorações do 40º aniversário da Revolução do Grande Al-Fateh», com a chegada ao poder do ditador-terrorista-reabilitado Muammar Khadafi, e leva consigo a Força Aérea Portuguesa para participar no desfile comemorativo.

 

Tão simples quanto isso.