Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Vem viver a vida, amor, Que o tempo que passou, Não volta, não (*)

por josé simões, em 01.09.09

 

 

 

«Manuela Ferreira Leite podia entrar num episódio do "Conta-me Como Foi". Sem precisar de grandes retoques no guarda-roupa, não iria destoar no cenário.»

 

Com o discurso da diluição dos «pilares da sociedade como a família e o casamento, para impor a vontade da lei onde devia prevalecer a liberdade individual"» Manuela Ferreira Leite transporta-nos transporta-se para um tempo primordial, um tempo antes dos tempos, onde as coisas eram simples e tudo obedecia a uma ordem, por contraponto à “anarquia” e “decadência” dos tempos modernos, e com isso – pensa – ganha a autoridade e a respeitabilidade devida aos anciãos, guardiães das tradições e dos saberes.

 

Acredita que nós acreditamos. Porque a praxis tem um “buraco”. Era também o tempo em que as pessoas levavam a mínima suspeita à sua honorabilidade até às últimas consequências e, em caso de culpa, “pintavam a cara de Preto” – com a interpretação que lhe quiserem dar.

 

(*) Banda sonora do dia

 

(Na imagem Queen Victoria via PA)

 

 

 

1 comentário

Comentar post