La dolce vita ou a “elite” cor-de-rosa no mundo a preto-e-branco
O patuá de que vivemos acima das nossas posses e de «que não podemos continuar a viver de uma riqueza que não existe», invariavelmente é debitado por aqueles que ganham muitos dígitos acima do salário médio, chegam depois das 10 quando o mundo inteiro já vai em velocidade de ponta; deslocam-se em topo de gama quando o mundo inteiro anda de transporte público, e passam férias no fim do mundo ou até debaixo de água quando o mundo inteiro vai ao fim-de-semana até à praia mais próxima, e aparecem em tudo que é revista e televisão enquanto o resto do mundo só lê o jornal.
Soa sempre a alergia e a saudosismo dos tempos em que a "riqueza" existia só para alguns. Estávamos aqui tão bem até chegarem “estes”. Plebeus!
E que tal começar por dar o exemplo?
(Na foto Fashion Boots 1970 via Times)