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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Condecorações (II)

por josé simões, em 06.02.07

 

Em post anterior, havia exprimido a minha indignação a propósito da condecoração do ex-Procurador Souto Moura, pelo Presidente da República, como reconhecimento pelos serviços prestados.

 

Souto Moura, para os mais distraídos, fez o papel dos maus árbitros de futebol, ao não perceberem que, os artista são os  jogadores e não eles, e acabam por destruir e adulterar o jogo. Souto Moura ao invés de resolver, foi ele o actor principal - e mau actor - em processos como o da Casa Pia ou  do famoso Envelope 9.

 

“Nem sempre se tem a noção da exigência pedida às pessoas que exercem cargos de tamanha relevância.”

 

Disse Cavaco Silva na cerimónia de entrega das condecorações, discursando de improviso; talvez um pouco comprometido e quiçá, ensaiando uma justificação para o injustificável.

 

A emenda saiu-lhe pior que o soneto ao inverter o ónus da questão. Souto Moura é que não teve a noção da exigência que lhe era pedida para um cargo de tamanha relevância; isso sim!