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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Os malandros do Rendimento Máximo e os malandros do Rendimento Mínimo

por josé simões, em 04.08.08

 

Sejamos claros.

Os bancos “arredondaram os empréstimos à habitação” e foram ao bolso das famílias numa média de cinco mil euros por cada uma.

A Operação Furacão encontrou fraude empresarial em grande escala”.

Ninguém sabe quem é o Jacinto Capelo Leite que deu dinheiro ao PP ("partido" do Paulo Portas). O mesmo PP que nunca explicou o caso dos sobreiros nem o caso dos submarinos.

Tem razão Rui Tavares hoje no Público: Uma cambada de malandros! (Que é para não lhes chamar outra coisa).

 

O que não invalida que uma cambada de malandros (também para não lhes chamar outra coisa) seja quem recebe uma casa do Estado ou da Câmara Municipal e não se digna a pagar uma renda simbólica; isto apesar de ter carro de alta cilindrada estacionado à porta; plasma e dvd e playstation na sala e telemóvel última geração no bolso.

O que não invalida que uma cambada de malandros seja quem recebe o Rendimento Mínimo e passa os dias de papo para o ar entretido com negócios pouco claros (desde tráfico de substâncias várias até venda de material contrafeito) para compor o rendimento.

 

Seja cigano ou preto; branco ou amarelo; ou até cor-de-rosa às pintinhas.

 

Post-Scriptum: Gostava de perceber qual ou quais as razões, para que os recebedores do Rendimento Mínimo não trabalhem (por exemplo em serviços em prol da comunidade; hospitais, escolas, Câmaras, etc.) enquanto usufruem da prestação. Certamente serão “boas razões”.

 

(Foto de James McManus)