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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Heil!

por josé simões, em 10.10.18

 

Joseph O. Holmes.jpg

 

 

Já tínhamos questionado qual a razão/ quais as razões para que num tempo 'live fast die young', com o mundo em cada vez mais rápidas transformações ao ritmo do Youtube, Facebook e Twitter na palma da mão android/ iPhone, alterações climáticas, save the planet, energias limpas, movimento 1%, #OccupyWallStreet, primavera árabe, direitos das minorias, migrações massivas de populações, morte no Mediterrâneo, movimento #metoo, crises das dívidas soberanas, austeridade, desemprego jovem, emprego jovem mal pago e precariedade, não tinha ainda aparecido um movimento, nem nos States nem na UK nem noutro sítio qualquer, que capitalizasse todos estes novos angry young men globais e fosse a sua voz, à imagem do movimento hippie e do Maio de 68, contra a guerra do Vietname e libertação sexual, e mais tarde do movimento punk, com o rock against racism, contra o anos thatcherismo e dos reganomics, que culminaria anos mais tarde com o Feed the World e o Live Aid. Nem uma banda sequer que os cantasse. A partir daqui kaput, morreu, porquê?

 

O vocalista Roger Waters foi vaiado na passada terça-feira durante um concerto em São Paulo, no Brasil, por ter apresentado um grafismo no concerto onde mostra uma mensagem "anti-Bolsonaro" e o coloca ao lado de nomes como Le Pen, Trump ou Putin acompanhado da mensagem "neo-fascismo está a crescer"

 

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