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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Atlântico, Dezembro/ 2007

por josé simões, em 11.12.07

 

Não gosto de levar banhadas; ainda menos daquelas banhadas que são voluntariamente pagas por mim; do meu bolso. Foi o que me aconteceu com a Atlântico deste mês.
Despachei a Atlântico em dois dias. Dois dias que equivaleram a duas horas com 50 minutos; o tempo em que estou à espera que o puto tenha a aula de natação, que foi onde despachei a Atlântico; na sala de espera dos pais.
 
A revista sofreu um tratamento de liefting e ficou mais levezinha na apresentação. Porreiro pá! (sem ironia; a sério). Como diria o Coelhone, mais desengordurada. Pena é que o liefting tenha sido extensível ao conteúdo; ganhou contornos light. Não tenho muita pachorra para ler revistas onde os famosos falam e aconselham sobre o Natal e os presentes e as bebidas e o coiso e tal. Fiquei com a estranha sensação de estar a ler uma Caras ou uma Lux dos intelectuais de direita, o que quer que isso signifique.
 
Salvou-se Benefícios de Acreditar de Paulo Tunhas; A Receita do Tratado de Bernardo Pires de Lima; Eles que Venham de Henrique Burnay; A Direita e a Alma Liberal de Carlos Marques de Almeida e pouco mais; o que convenhamos é pouco para 4 euros.
 
Continuo sem perceber porque é que insistem nas análises primárias que Carla Hilário Quevedo faz à blogosfera, e qual a razão que alguns insistem em escrever sobre o que não sabem: Joe Strummer por Tiago Galvão. Se a ideia era rir-mo-nos; rimo-nos à barda larga, mas de quem escreveu.
 
By the way; fazendo fé que o que por aqui e aqui se escreve é verdade, porque razão não baixam o preço à revista?