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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| As palavrinhas mágicas

por josé simões, em 12.08.13

 

 

 

As palavrinhas mágicas podiam ser "parceria público-privada", o que, na boca deste Governo, não deixa de ser mais uma entrada directa para o top of the pops das "Coisas Verdadeiramente Fantásticas". Podia ser mas não é. As palavrinhas mágicas são "executivo generoso", "preço dos bilhetes", "despedimentos", "novas contratações", num modelo de concessão e gestão proposto pelo interessado.

 

Está delineada e definida a estratégia para a privatização da CP: amputá-la cirurgicamente dos troços comercialmente mais rentáveis ficando para o Estado o que sobra, com o encerramento como destino traçado, porque "não há dinheiro para nada", e o prejuízo para as populações.

 

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