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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| A História é uma coisa tramada…

por josé simões, em 06.05.13

 

 

 

O corporativismo do Estado Novo de Salazar, coercivo na sua natureza, que buscava alcançar a harmonia social e a preservação da ordem [aquilo a que hoje chamaríamos "consenso social e político"], porque imposto a partir de cima, auto-legitimou-se pela invocação do "superior interesse nacional".

 

O Presidente do Conselho sabia o que era útil para o país, o Presidente do Conselho decidia o que era o "superior interesse nacional" mesmo contra a vontade do país [sinal de que o país estava errado, pior, estava doente e havia que "expurgar o tumor"]. A política como exclusivo de uma casta iluminada ["eu não fui eleito coisíssima nenhuma"].

 

"Quando considerar útil para o país não deixarei de convocar o Conselho de Estado. "Os portugueses sabem bem que eu me rejo por uma defesa intransigente dos interesses nacionais"

 

Tem razão o Presidente que nos calhou em sorte, os portugueses sabem muita coisa.

 

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