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Em menos de um fósforo ficou resolvido o caos as contingências nos aeroportos portugueses com longas horas de espera para cidadãos fora da União Europeia: Sistema Europeu de Controlo de Fronteiras suspenso durante três meses. É entrar bandidagem, é entrar ilegais, é entrar traficantes, que a direita da segurança e de um polícia em cada esquina entrou em modo Keystone Cops.
[Caos, nos hospitais, nos aeroportos, nas escolas, é quando o PS é Governo, agora são contingências]


Imaginemos que a notícia era "Governo PS falha compromisso e prolonga concessões dos casinos da Solverde", a empresa de que José Sócrates foi avençado, e da qual só "saiu" depois de ter vindo a público na comunicação social, imaginemos.

Marcelo encontrou-se "por acaso" com Teresa Leal Coelho num semáforo na Praça de Espanha durante a campanha eleitoral para as autárquicas; Marcelo encontrou-se "por acaso" com Carlos Moedas na Feira do Livro de Lisboa durante a campanha eleitoral para as autárquicas; Marcelo encontrou-se "por acaso" com Sebastião Bugalho na Ovibeja durante a campanha para o Parlamento Europeu; Marcelo só não se encontrou "por acaso" com Luís Montenegro na FIL durante a campanha para as legislativas por causa de um imbecil climático que achou por bem estragar um "paletó" Hugo Boss ao avençado da Spinumviva. Marcelo anda há 50 anos a fazer coisas "por acaso", com a cumplicidade e a complacência dos media, dos comentadores, do poder político. Ah e tal, é o Marcelo a ser Marcelo. Não, não é, são vocês a permitirem todo o tipo de marcelices. Pode parecer estranho mas o taberneiro tem razão.
["Paletó" em vez de "fato" por causa de outro tipo de imbecis, os do Acordo Ortográfico, que insistem em escrever fato no lugar de facto]

Brigitte Bardot, Bardot,Brigitte beijou, beijou,



























































Sign O' The Times, Capítulo CCCXXI

Este fim-de-semana foi assim.
Have You Ever Had It Blue ~ The Style Council
[7" vinyl]

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Blatimore, 1962
Lee Friedlander

"Temos de ter a mentalidade Cristiano Ronaldo", que para ser quem é teve de fugir da mediocridade do campeonato português, da incompetência dos dirigentes federativos, da máfia dos dirigentes associativos, da pequenez dos treinadores do tugão.
"Os portugueses têm talento, vão pelo mundo e têm desempenhos extraordinários", os portugueses que em Portugal são os calaceiros, e que no resto do mundo são os melhores de todos, os que emigram para fugirem à inépcia do poder político, ao patrão bronco e sem visão, que agora se chama empresário, mudou o penico, alguns com menos habilitações técnicas e escolaridade que os trabalhadores que empregam colaboradores que colaboram na empresa.
O boneco da bola, que governa para uma elite económica, no discurso para o pagode explica porque é que alguns se vão embora desta enxovia, e hão-de continuar a ir, porque nem que lhe façam um desenho ele algum dia há-de perceber.
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O primeiro-ministro do Governo Instagram, tudo bonitinho, boas cores, elegância, a transpirar saúde, mas que saído do filtro "Color Leak", "Wide Angle", ou "X-Pro II", tudo é feio, nada funciona, o caos absoluto, fez uma Praça da Alegria à hora do jantar para dizer aos portugueses que "é preciso bater punho". "Há esperança para Portugal?". Há, que isto dure pouco e que toda a gente perceba que um país não é um discurso motivacional ao melhor estilo dos formadores nas empresas americanas que vendem aspiradores que até chupam ácaros dos colchões onde dormimos.

Vai-se embora e deixa o país pior do que o que encontrou. Viva!