Cinema Paraíso
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Sign O' The Times, Capítulo CCCXVII
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Este fim-de-semana foi assim.
Roxy Music – The Same Old Scene & Lover
[7" vinyl]
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Como é que alguém equaciona classificar com um , um só ponto que seja, o boneco inqualificável, que passa todo um debate a berrar, a cuspir, a insultar, a vomitar ódio, a interromper o oponente, a mentir, a mentir, a mentir, e quando apanhado a mentir saca da manga outra mentira ainda maior para para fugir em frente?
[Link na imagem]
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Baltimore, 1968
Lee Friedlander
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Há uma cena em "A Zona de Interesse" onde a mãe Rudolf Höss comenta com a nora a ex-patroa judia que estava agora do outro lado do muro a passar privações, trabalhos forçados, enquanto aguardava a sua vez na pira de cremação a céu aberto [os crematórios só chegariam lá mais para a frente]. "Quem é que ela pensava que era, sempre a dar ordens, faça isto, faça aquilo, agora é que ela vai ver o que é bom", mais ou menos isto.
Em Zona de Desconforto os funcionários do Parlamento apresentam queixam formal contra deputados do Chega. Estes trabalhadores queixam-se de comportamentos, por parte da segunda força política mais representada na Assembleia da República, que "afectam profundamente a dignidade, auto-estima, saúde mental e integridade física dos trabalhadores".
Uma coisa foi o Holocausto, com o conhecimento mal disfarçado do povo alemão, em geral, e o conhecimento, de facto, dos familiares dos implicados na máquina "solução final"; outra coisa é degradação do ambiente político, da civilidade, da boa educação, e o triunfo do trogloditismo e da boçalidade com o consentimento da segunda figura do Estado, "no meu entender, pode", mas o princípio é o mesmo, a ascensão ao poder e a posições de decisão dos deserdados, dos miseráveis, dos antigos lacaios, o popular "não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu", porque agora sou eu quem manda, agora é que vocês vão ver o que é bom.
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Proposta laboral beneficia empresas? "Lei em vigor é que tem algum desequilíbrio em favor dos trabalhadores"
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O dia em que se soube que o Governo trava no recrutamento de profissionais para o SNS, que o limite à contratação de trabalhadores fixado para 2025 é de 1,9% quando em 2024 foi de 5%, foi o dia em que se soube que o Juiz Carlos Alexandre vai liderar comissão de combate à fraude no SNS. A espectacularidade de um qualquer Zorro contra os bandidos sobre a resposta aos problemas concretos na saúde.
[Imagem de autor desconhecido]
António José Seguro, o candidato que não está arrumado na gaveta da esquerda, diz "Sistema" em vez de Serviço Nacional de Saúde. A gaveta da direita também já está arrumada.
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Para o ano comemoramos os 50 anos da primeira Constituição democrática, aprovada com os votos a favor do PCP, a "ditadura comunista" derrotada no 25 de Novembro de 1995, e com os votos contra do CDS, a "democracia" vitoriosa nesse mesmo mesmo dia. É isto, não é?
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Ilusionistas liberais, que aplaudiram a venda da EDP e da REN ao comité central do Partido Comunista Chinês, preocupados, muuuuuito, com os crimes ambientais e a violação dos direitos humanos na China. É esta a figurinha de um candidato "independente" que quer à força meter-se no meio dos outros três.
[Imagem de autor desconhecido]
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25 de Novembro, a data em que os derrotados do 25 de Novembro de 1975 comemoram aquilo que gostavam que o 25 de Novembro tivesse sido. 25 de Novembro my ass.
Bolsonaro alegou alucinação, delírio, paranóia, ter ouvido vozes, como justificação para tentar abrir a pulseira electrónica que lhe foi imposta pelos tribunais pela tentativa de golpe de Estado após ter sido derrotado nas urnas; Pedro Frazão alegou sentimento de insegurança para deixar o carro estacionado em cima da linha do eléctrico, enquanto foi gravar mais um video para o TikTok a insultar os monhés, apesar de mesmo ali por baixo haver um parque de estacionamento, com segurança, por acaso um dos com a tarifa mais baixa de Lisboa, e apesar do sentimento de insegurança não o ter impedido de deixar os haveres dentro do carro à vista de toda a gente, monhés incluídos.
A arte destes artistas não consiste em dizer todas as merdas que lhe vêm à boca ou lhe passam pela cabeça por mais estapafúrdias que sejam para justificar o injustificável, que merdas da boca para fora e coisas sem nexo toda a gente consegue dizer sem um mínimo de esforço. A arte destes artistas consiste em conseguirem arregimentar um rebanho de acéfalos e alucinados que são capazes de jurar que as pedras da calçada são de samaúma se isso lhes for dito pelos chico-espertos que os lideram.
[Link na imagem]