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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Sign O' The Times, CXXVII

por josé simões, em 20.01.21

 

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               Manaus, Amazónia. Alessandro Falco

 

Sign O' The Times, Capítulo CXXVI

 

 

 

 

Tão diferentes que eles são

por josé simões, em 19.01.21

 

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O que estamos a fazer é a caminhar para uma nova Venezuela na Europa

 

O Ventas em drive-in a repetir o mantra que a direita travesti e/ ou liberal recita desde 2015. Tão diferentes que eles são.

 

 

 

 

Sign O' The Times, CXXVI

por josé simões, em 18.01.21

 

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Guatemalan security forces used batons and tear gas to beat back a large migrant caravan bound for the United States

 

A large section of the caravan clashed early on Sunday with Guatemalan security officials, some 3,000 of whom had mustered by the village of Vado Hondo, 55km (34 miles) from the borders of Honduras and El Salvador.

 

Sign O' The Times, Capítulo CXXV

 

 

 

 

O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 18.01.21

 

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Eu vejo entusiasmo naqueles quase 250 mil portugueses que se registaram para o voto antecipado, que manifestam uma alegria do voto semelhante à alegria do voto nas primeiras eleições democráticas.

 

[Na imagem Jeff "Gordoon" Gordon By Dominique Jando]

 

 

 

 

Normalidade democrática

por josé simões, em 18.01.21

 

 

 

O Ventas arranja dois ciganos, que afinal não eram ciganos e um até nem era português, para falarem mal dos ciganos e legitimarem a sua narrativa sobre os ciganos. Deu nas televisões todas, mesmo que agora venha o desmentido, o polígrafo, a desmontagem, está dito, está, está dito, é a pós-verdade.

 

O Ventas junta 170 pessoas num jantar comício, numa sala fechada, sem arejamento e sem distanciamento social, contra as normas da DGS e vale-se da Constituição, que quer destruir, que não permite que eventos de partidos políticos sejam proibidos. Durante o repasto a comunicação social, que andou este tempo todo com o Ventas ao colo, é vaiada e o carro de reportagem da RTP é vandalizado.

 

Depois da sobremesa e do digestivo os minions mais entusiastas cantam A Portuguesa de braço estendido, "Salazar está vivo nos nossos corações", perante o pânico dos zeladores de serviço "é pá, baixa lá o braço que a conta já está pagam escusas de chamar o garçon".

 

[As imagens são do telejornal da RTP 1 no programa Bom Dia Portugal]

 

 

 

 

Sign O' The Times, CXXV

por josé simões, em 17.01.21

 

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Sign O' The Times, Capítulo CXXIV

 

 

 

 

Fim-de-semana

por josé simões, em 17.01.21

 

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Este fim-de-semana foi assim.

 

Blood and Roses ~ The Smithereens

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 17.01.21

 

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Phil Spector

 

1939 - 2020

 

 

 

 

Falta de respeito

por josé simões, em 16.01.21

 

 

 

Marcelo estava muito irritado. É testado dia sim dia sim, qualquer coisa como mais de 80 vezes, quando há portugueses na mesma situação que chegam a esperar até 72 horas para fazer um teste, passa os dias feito barata tonta a correr o país de lés a lés e a falar sobre tudo e mais alguma coisa, arranja maneiras de contornar as restrições e não se coíbe de o dizer em público. Mas Marcelo estava irritado por não ter recebido notificação da DGS se podia ou não participar no debate "todos contra todos" para as presidenciais.

 

O hospital de Setúbal, com doentes arrumados pelo chão, decretou estado de calamidade pela primeira vez na sua história. Mas Marcelo estava muito irritado à porta de casa.

 

A urgência Covid do hospital de Torres Vedras tem filas de ambulâncias com tempos de espera de até 5 horas, mas no segundo dia do confinamento Marcelo faz visita a lar da Misericórdia no Barreiro sem saber o resultado do teste, enquanto que a modos que irritado deixa um ralhete aos portugueses que não estão a levar o confinamento a sério.

 

Marcelo, irritado ou bem disposto, não tem respeito pelos portugueses nem pelo Serviço Nacional de Saúde e que os portugueses o levem a sério é um caso sério.

 

[Clip recebido via WhatsApp]

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 16.01.21

 

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[Visual Poetry]

 

 

 

 

Porque hoje é sábado

por josé simões, em 16.01.21

 

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At checkout, 1980 Mar Mar

 

Paul Kwilecki

 

 

 

 

Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 15.01.21

 

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PSD defende alívio de restrições no Natal e reposição de medidas no Ano Novo

 

4 de Dezembro de 2020

 

 

O vice-Presidente do grupo parlamentar do PSD, [...] considera que o Governo "falhou na preparação do inverno e no aliviar das medidas do Natal"

 

12 de Janeiro de 2021

 

 

CDS pede ao Governo "sensibilidade, humanidade e bom senso" nas medidas para o Natal

 

12 de Dezembro de 2020

 

 

Presidente do CDS-PP responsabiliza Governo por necessidade de novo confinamento

 

11 de Janeiro de 2021

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 15.01.21

 

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Sylvain Sylvain

 

1951 - 2021

 

 

 

 

O porco na chafurda, IX

por josé simões, em 14.01.21

 

 

 

O Ventas hoje insultou toda a gente. Toda a gente não. O Ventas não insultou o Maia liberal, que tem um programa económico igualzinho ao seu. Não insultou o PSD, de que precisa para ser Governo. Não insultou o CDS, porque na moral judaico-cristã nos mortos não se bate.

 

O porco na chafurda, Capítulo VIII

 

 

 

 

O porco na chafurda, VIII

por josé simões, em 14.01.21

 

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"ninguém quer uma contrabandista a Presidente da República". "não está muito bem em termos de imagem assim com os lábios muito vermelhos [gesto de mãos à roda da boca]... como se fosse uma coisa de brincar". "parecia que estava ali uma espécie de fantasma, parecia aquele esqueleto que eu vi atrás de mim em Serpa". "com aquele ar de operário beto de Cascais". "é aquele avô bêbado que a gente [sic] tem em casa, depois de beber uns copos começa a dizer assim umas coisas, tás a rir de quem, queres levar com o pau em cima ou o quê?"

 

À parte a família disfuncional onde foi criado, com um avó bêbado que lhe batia, o que não explicando tudo ajuda a perceber a sua má formação, o complexo de inferioridade e o ego recalcado sempre à beira da explosão, o porco na chafurda mimetiza tudo o que Trump faz, desde o gesticular e o movimento de mãos até aos insultos gratuitos a adversários políticos, que para ele são inimigos. Convinha que se visse ao espelho e corrigisse o mau hábito de passar a língua pelas beiças, a de cima e a de baixo, depois de cada enxurrada de verborreia que vomita. É que os humoristas andam aí e os tweets que escreveu ainda não foram apagados: "O insulto e a difamação pública sempre foram e sempre serão as armas dos que não têm razão". [Em print screen].

 

[Imagem]

 

O porco na chafurda, Capítulo VII