"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Primeiro apoiamos [apoiam] a chantagem sobre a Grécia e a destruição do Estado grego pelas instituições europeias, depois acusamos [acusam] o Estado, destruído e desmantelado, de ter falhado redondamente na protecção aos cidadãos, ignorando o aquecimento global, as alterações climatéricas e uma conjugação de factores aleatórios e imprevisíveis.
Carlos Abreu Amorim, deputado do novo PSD de Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas e Miguel Morgado. Não há limites para a filha da putice.
Quando isto tudo terminar Manuel Pinho não vai vestir a pele da Macaca Marta , como alguns esperam, nem tampouco interpretar o papel de Duende Mafarrico como outros prevêem, vai mais parecer o Noddy a ser repreendido pelo Senhor Lei:
"[...] Vítor Santos atribui aos Governos e a decisões políticas a criação e agravamento dos chamados custos de interesse económico geral, também designados de custos políticos ou rendas excessivas, e do seu impacto no preços da electricidade desde 2007. Ainda que estes custos, sobretudo os associados aos CMEC, só se tenham começado a fazer sentir a partir desse ano, quando este regime legal de remuneração das centrais da EDP entrou em vigor, Vítor Santos aponta a raiz do problema dos pagamentos em excesso à eléctrica ao diploma que criou os CMEC em 2004."
"Peter Turkson foi um dos nomes mais falados para suceder a Bento XVI em 2013 e é hoje peça central na reforma da Igreja de Francisco. Em entrevista ao Observador, critica quem separa Estado e Igreja."
Confrontado pela comunicação social com a notícia que dava conta do desvio de meio milhão de euros dos fundos constituídos pelos donativos do espírito solidário dos portugueses, destinados à reconstrução de casas de primeira habitação destruídas pelos incêndios de 2017, e que terão sido usados em casas não prioritárias, algumas abandonadas há décadas, recorrendo à chico-espertice da alteração da morada fiscal, Valdemar Alves, presidente da Câmara de Pedrógão Grande, ao invés de cortar a direito e anunciar que ele próprio ia pedir/ já tinha pedido, ao Ministério Público, à polícia, aos serviços da Câmara a que preside, uma investigação, com carácter de urgência, às suspeitas levantadas, atalha liginheirinho que é uma afronta, uma perseguição, que é tudo inveja, notícia encomendada pelos seus inimigos que têm mau perder. Estamos conversados.
2.º - Assistir ao debate gerado pela notícia inventada.
3.º - Redes sociais desmontam notícia falsa, citando documentos em vigor e o que está a ser estudado.
4.º - Noticiar a "polémica" criada e atribuí-la às "redes sociais" [ou seja, a todos nós], descartando a responsabilidade de terem sido os próprios jornais a gerar polémica com uma notícia falsa.