"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.
Todos os órgãos portugueses de comunicação social (Rádio, Televisão e Jornais) estiveram, para cima de dois meses, durante todos os dias e por mais de 5.000 horas de emissão a insultar um cidadão português, Bruno de Carvalho, casado, pai de filhos e presidente do Sporting.
Já não digo a manada, anónima, mais ou menos conhecida ou ilustre, mais rápida que a própria sombra, no Twitter e no Facebook, sempre que toca a Cuba e/ ou Venezuela, mas os "democratas", euro deputados eleitos na lista conjunta, Paulo Rangel e Nuno Melo, cada um com avença mensal em jornais de tiragem nacional [Público e Jornal de Notícias] e a entrarem-nos diariamente casa dentro pelos ecrãs de televisão, com este último [Nuno Melo] constantemente em modo "cão raivoso" e a destilar ódio contra toda a esquerda, a começar logo na que está à direita do PS, já vieram condenar o partido do camarada Viktor Orbán, ou lado de quem se sentam na bancada do Partido Popular Europeu [PPE]?
Em "Justiça Nazi, a lei do holocausto" Richard Lawrence Miller explica como o poder legislativo alemão se transformou numa organização criminosa e em como "a vida pública foi gradualmente dominada por um aparelho burocrático indiferente ao atropelo dos direitos humanos com a comunidade a colaborar de boa mente no processo [...], e alerta-nos para "o desfecho inevitável da pretensão de excluir determinados membros da sociedade, mediante abusos sistemáticos da interpretação da lei, susceptíveis de ocorrerem em qualquer país do Ocidente".
Onde é que falhámos todos, individualmente e como comunidade, 70 anos passados sobre a derrota do nazismo e do fascismo? Foi no não contar, no não falar, no não passar a memória.
Vamos ficar todos muito indignados porque os Estados Unidos abandonaram o Conselho dos Direitos Humanos da ONU, o Trump, aquele malandro, o filho da puta, o fascista, e fingir que a Arábia Saudita, a Indonésia, o Catar, o Burúndi, a Etiópia, as Filipinas, a Mongólia, os Emiratos Árabes, Cuba, o Egipto, o Iraque, o Ruanda, China, Venezuela, por exemplo, não fazem/ fizeram parte do referido Conselho. Siga.
"I'm having them prepare a dossier on the Roma question in Italy at the ministry because after (former Minister Roberto) Maroni, nothing has been done and it's chaos,".
"(There will be) reconnaissance on the Roma people in Italy to see who, how, how many, re-doing what was called the census. "We'll have a register". The minister said that Roma people who do not have the legal right to be in Italy will be deported via an agreement between States, adding that "unfortunately, you have to keep the Italian Roma at home"