Fim-de-semana

Este fim-de-semana foi assim.
Freedom! ~ George Michael
[7" vinyl]
Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Este fim-de-semana foi assim.
Freedom! ~ George Michael
[7" vinyl]

A capa do Der Spiegel
[Estive indeciso entre "Natal na Germânia" e "Os bárbaros para lá do Limes" como título para o post]

[Daqui]

Three Women, Sunday Stroll Near Denfert Rochereau - 1951
Louis Stettner

Com a devolução de salários, pensões e apoios sociais; com reposição de horários de trabalho, preço da hora extra e dias feriados; sem Orçamentos chumbados pelo Tribunal Constitucional, sem Orçamentos rectificativos, sem Plano B e sem aumento do IVA; sem Teodora Cardoso, sem Medina Carreira, sem João César das Neves e sem José Gomes Ferreira.
Défice ficou nos 2,5% nos primeiros nove meses do ano.É uma melhoria de quase 1 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.
Discursando no jantar de Natal com os deputados sociais-democratas, o presidente do PSD ironizou com a alusão que lhe é feita à vinda do "diabo", prevendo agora a visita dos "Reis Magos".
[Imagem]

Um terrorista rouba um camião em Berlim, mata 13 – uma dúzia por atropelamento mais o motorista do pesado, e deixa dezenas de feridos atrás de si. Três dias depois é abatido em Milão, Itália, por acaso, numa operação policial de rotina, descobrindo a polícia italiana a sua identidade só depois de cadáver. De Berlim a Milão são mil e tal quilómetros de estrada, 11 horas de viagem por 3 países europeus – Alemanha, Lichtenstein e Itália. Um paineleiro-comentadeiro com lugar cativo na televisão do militante n.º 1 – SIC Notícias diz que a polícia havia de ter ficado com ele vivo já que morto não tem grande utilidade para sacar informação. Outro paineleiro-comentadeiro-especialista, este chamado à televisão do militante n.º 1 só em casos de "emergência médica", diz que isto é a prova da cooperação entre as polícias na União Europeia.
Jingle bells, jingle bells.
[Imagem]

Descapitalização da Segurança Social à parte, transferências [ainda mais] do trabalho para o capital à parte, até quando é que vamos continuar a fingir que um acordo assinado entre os patrões e um sindicato representativo de meia dúzia de bancários e empregados no sector dos serviços serviços é "Concertação Social" e equivale a ter paz nas empresas e no trabalho e nas ruas?
[Na imagem Torres Couto – Cálice de Porto – Cavaco Silva, um clássico da Concertação Social]


[Aqui]

Isso e aulas de masturbação colectiva.
Juventude do CDS quer educação para a abstinência sexual nas escolas
O Wilhelm Reich explica.

Não contente por nos anos do Governo da direita radical PSD/ CDS, com o beneplácito e a assinatura por baixo, de cruz, da UGT de João Proença, do Partido Socialista, "por via das alterações à legislação laboral (menos dias de férias, mais horas de trabalho, redução da remuneração por horas extraordinárias, redução das indemnizações por despedimento, etc...), terá havido uma transferência de rendimentos do trabalho para o capital de cerca de 2,3 mil milhões de euros [o equivalente ao] desvio de cerca de 511 euros de cada um dos 4,5 milhões de portugueses empregados (incluindo os precários) para os respectivos patrões", o Governo do Partido Socialista, de António Costa, bué de esquerda, depois de ter corrido com António José Seguro pare a o rodapé da história, propõe a "actualização do salário mínimo nacional (SMN) para os 557 euros, a partir de Janeiro de 2017, a par da redução de um ponto percentual da Taxa Social Única (TSU) para as empresas".
[Imagem de autor desconhecido]

Geert Wilders, líder da extrema-direita holandesa.
[Via]

[Imagem]

Quando nos idos da ditadura fascista de Salazar, o direito de reunião, de associação, de manifestação, de publicar sem censura prévia, era proibido e os comunistas, socialistas, anarquistas, democratas, com ou sem filiação partidária, eram presos por o tentarem exercer, direito legítimo, banal nas democracias liberais, não eram prisões políticas mas prisões de delinquentes que violavam a lei, certo?
[Imagem de Scott Scheidly]

Depois, quando a corda começar a apertar na garganta do TAS – Teatro Animação de Setúbal, ou de O Bando – empurrado de Lisboa para o Vale de Barris em Palmela [só para citar aqueles que me são geograficamente mais próximos], Marcelo vai fazer deslocações rápidas e cirúrgicas para assistir à última peça levada a cena e para mostrar que o "amiguismo lisboeta", o herdeiro democrático da salazarento "Portugal é Lisboa e o resto é paisagem", mais do que não ter razão de ser no século XXI, é um mito que só existe na cabeça dos provincianos que vivem longe do cosmos turístico da capital.
[Imagem de autor desconhecido]
Guardar