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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Ned Almeida vs. Florêncio Ludd

por josé simões, em 10.10.16

 

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Florêncio Almeida e o luddismo do séc. XXI, obstáculo epistemológico, temporário, ao inexorável avanço da história.


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Mais respeito pelas pessoas, sff

por josé simões, em 10.10.16

 

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Marcelo, o Presidente, em homenagem a Aníbal, o ex-Presidente, elogia a "sensibilidade social" do homem que, em directo e a cores para todo o país, deu uma rabecada a uma idosa que se queixava da pensão de miséria, atirando-lhe à cara a escassa reforma de Maria, a esposa, a quem tinha de sustentar com a sua reforma do Banco de Portugal, que não chegava nem para as sopas, e pela qual optou em detrimento do salário inerente ao cargo de Presidente, desprestigiando a instituição Presidência, por "ter sabido compreender o que se passava na sociedade portuguesa, ter sabido eleger a inclusão social como tema do primeiro roteiro presidencial", enquanto passava 4 anos, impávido e sereno, a assistir ao desmantelamento, às mãos do Governo da direita radical, do Estado social, inclusivo, em favor da indústria da engorda às custas da miséria alheia e das transferências do Orçamento do Estado, conhecida pela sigla IPSS, rematando "com a memória das pessoas [que] às vezes é curta".


Mais respeito pelas pessoas, sff.

 

 

 

 

Luís Marques, Mentes? Minto!

por josé simões, em 10.10.16

 

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"Num comentário ao vídeo em boa hora lançado nesta página, Marques Mendes defende-se alegando que o diploma que apresentou em 2005 se cingia a casos onde "há uma suspeita" e que não pretendia actuar "de forma ilimitada, generalizada ou indiscriminada". É pena que o Dr. Marques Mendes não tenha lido o diploma que então apresentou, pois tanto na exposição de motivos como na redação do artigo o intuito é claro: o acesso às contas bancárias é dado "sempre que [a Administração Tributária] o solicite para combater a evasão ou fraude fiscais". Não há nenhuma referência a suspeita, há apenas o arbítrio da Autoridade Tributária."


[Via]

 

 

 

 

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