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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

A sério!

por josé simões, em 24.09.16

 

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Desde que em 2007 Paulo Portas foi à Madeira citar Auschwitz no Dia do Trabalhador que não acontecia nada de tão relevante na política nacional. A sério!


Costa usa definição de comunismo para descrever a sua sociedade ideal


[Imagem]

 

 

 

 

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 24.09.16

 

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[Daqui]

 

 

 

 

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Porque hoje é sábado

por josé simões, em 24.09.16

 

Colita Isabe Steva Hernández] La Zapatería 1962.

 

 

La Zapatería, Barcelona, 1962


Colita [Isabel Steva Hernández]

 

 

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 23.09.16

 

Thomas Michael Alleman.jpg

 

 

Durão Barroso, o português cuja nacionalidade não foi impedimento para chegar a presidente da Comissão Europeia, acusa a Comissão Europeia de discriminação por ser ele, um português, a "assinar" pela Goldamn Sachs.


[Imagem de Thomas Michael Alleman]

 

 

 

 

Coelho's profile

por josé simões, em 23.09.16

 

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Pedro Passos Coelho por ele próprio.


     Um empresário: Dias Loureiro
     Um escritor: José António Saraiva
     Um autarca: Isaltino Morais
     Um braço direito: Marco António
     Um BFF: Miguel Relvas


[Imagem]

 

 

 

 

Coisas absolutamente inadmissíveis

por josé simões, em 22.09.16

 

Wall-Street-Arturo Di Modica-Charging-Bull.jpg

 

 

Que os 1% mais ricos sejam "impostados" [como dizem os imbecis] de forma a proporcionarem uma existência mais digna a quem contribuiu ao longo de uma vida de trabalho para o seu acumular de riqueza.


Cinco anos depois a consciencialização chega ao canto mais ocidental da Europa.

 

 

 

 

O custo da democracia

por josé simões, em 22.09.16

 

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Que "a democracia tem um custo" vai ser o argumento a atirar à cara de quem está contra o fim das restrições ao financiamento público dos partidos, no país onde desde 2009 o sector privado tem os salários congelados ou sofre aumentos simbólicos entre os zero virgula alguns e o um por cento. Logo seguido do inevitável "populista!". E é precisamente por a democracia ter um custo que da parte dos partidos fundadores da democracia devia haver algum pudor e alguma prudência para não fomentar o aparecimento de populismos fora do sistema, agora que Paulo Portas se retirou, e que têm como objectivo último suspender a democracia.


[Na imagem Donald Trump by Scott Scheidly]

 

 

 

 

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Classe média, impostos sobre 1% da população e para quem a direita radical governa

por josé simões, em 22.09.16

 

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"O aumento da carga fiscal sobre os trabalhadores com baixos rendimentos foi particularmente elevado em Portugal, onde o sistema de crédito fiscal foi tornado menos progressivo", afirma a OCDE no relatório divulgado hoje.


No Orçamento do Estado para 2015, o Governo PSD/CDS-PP, liderado por Pedro Passos Coelho, manteve a sobretaxa de 3,5% em sede de IRS aplicada a montantes de rendimento que excedessem o salário mínimo nacional, mas introduziu um crédito fiscal que permitiria desagravar, parcial ou totalmente, a colecta da sobretaxa referente ao ano de 2015.


No entanto, este desagravamento estava dependente das receitas de IVA e de IRS nesse ano, uma vez que a fórmula de cálculo do crédito fiscal considerava a diferença entre a soma das receitas destes dois impostos efectivamente cobradas e a soma da receita dos dois impostos estimada para o conjunto do ano no Orçamento do Estado de 2015.


Portugal foi o país da OCDE que mais aumentou carga fiscal nos baixos salários em 2015

 

 

 

 

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O PREC da direita radical

por josé simões, em 21.09.16

 

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O PREC – Processo Radical de Empobrecimento em Curso, em quatro anos de governo da direita radical com reflexos directos na "classe média" e na definição de "classe média":


Há 43888 contribuintes com propriedades no valor de meio milhão de euros. E 8618 com propriedades de um milhão


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

A Europa unida do senhor Juncker

por josé simões, em 21.09.16

 

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McDonald's ha desviado en los dos últimos años a Luxemburgo beneficios desde otras filiales europeas [...], por un importe total de 2.231 millones de dólares (unos 2.000 millones de euros al cambio actual). Lo ha hecho, según la investigación que está llevando a cabo la Comisión Europea, para evitar el pago de impuestos y reducir al mínimo su factura fiscal. La multinacional de comida rápida norteamericana utiliza una complicada estructura para la gestión de sus negocios en Europa.


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Um deputado da Nação

por josé simões, em 21.09.16

 

duarte marques twitter.jpg

 

 

Um deputado da Nação:


- que fala de cor;
- que fala por ter ouvido;
- que fala porque lhe disseram para falar;
- que fala porque tem de dizer alguma coisa;
- que fala para fazer prova de vida


[Twitter]

 

 

 

 

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O imposto Pedro Mortágua

por josé simões, em 20.09.16

 

 

 

[Aqui]

 

 

 

 

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Gostava de ter escrito isto

por josé simões, em 20.09.16

 

 Para a nossa direita os pobres, grupo social em que estão incluídos todos os que vivem de rendimentos do trabalho e pensões, são um peso, os seus rendimentos são um custo e quanto mais ganham menor será a competitividade das empresas. Os ricos são, por definição, investidores, o seu dinheiro é considerado capital que não deve ser sujeito a impostos.


O consumo dos pobres é um desperdício e quanto menos consumirem melhor para o país, se em vez de serem eles a optar pela poupança e forem os patrões a poupar graças a salários baixos melhor para a economia, as poupanças dos patrões são capital, as dos pobres servem apenas para desperdiçar em bens de consumo. É por isso que, por definição, os pobres consomem sempre acima das suas possibilidades e todas as conquistas sociais desde o tempo da escravatura ou da servidão são um grave prejuízo para a competitividade.


Se um pobre compra um carro em segunda mão está a consumir acima das suas possibilidades, se um rico comprar um luxuoso carro topo de gama está a investir. Se um pobre compra um apartamento com crédito está a contribuir para o endividamento do país estimulando o crescimento de um sector inútil para a economia. Se um rico ou um chinês comprar uma vivenda de luxo, está investindo no país e criando emprego, por isso deve beneficiar de isenções ficais, vistos gold e outras mordomias que lhes sejam úteis.


Um chinês que enriqueceu com a corrupção do regime comunista da Ásia, que parte porque noutro Estado-membro da EU lhe oferecem um visto gold com menos exigências é um investidor que foi perdido pelo país. Quando um quadro altamente qualificado, cuja formação custou ao país centenas de milhares de euros, decide abandonar o país a direita elogia-o porque não foi piegas e partiu em busca da sua zona de conforto, dando uma preciosa ajuda ao ajudar a taxa de desemprego a baixar.


Os patrões, são designados preferencialmente por investidores ou empreendedores, os pobres são mão-de-obra, activos ou, em empresas mais modernaças, conseguem ser tratados por colaboradores, isso até que o presidente do banco decide desligar-lhes o computador e convidá-los a assinar uma rescisão amigável.


Se um pobre se esqueceu de pagar uma conta ao fisco é um malandro que não paga os seus impostos e deve ser perseguido por todos os meios. Se for um rico a recusar-se a pagar um imposto é recebido com tapete vermelho nos gabinetes governamentais e tem ao seu serviço uma equipa de advogados, todos eles ex-secretários de Estado dos Assuntos Fiscais, que assegurarão que entre truques e cunhas tudo farão para que a dívida prescreva nos corredores dos tribunais. Já para os pobres esses tribunais não existem, para ter direito à decisão de um juiz a dívida deve ser superior a 5.000 euros, o pobre leva com a decisão do chefe do serviço de finanças, come e cala.


Esta abordagem da nossa direita tem mais fundamentos no modelo social do feudalismo do que no capitalismo moderno saído da revolução industrial. O prolongamento durante décadas do colonialismo e de um regime laboral apoiado na PIDE levou a que a nossa direita tivesse mumificado ideologicamente. Neste modelo social de capitalismo feudal o progresso não se mede no bem-estar de toda a nação, mas apenas no nível de enriquecimento e felicidade dos mais ricos. Para a nossa direita os ricos devem ser tratados como senhores feudais capitalistas e todos os outros como plebeus proletários que graças à bondade dos outros já não são nem servos, nem escravos.


Os ricos e os pobres segundo a nossa direita

 

 

 

Estamos todos bem

por josé simões, em 19.09.16

 

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Quarta semana do mês de Setembro do ano de 2016 e andamos todos a debater o que é ser rico em Portugal.


Estamos todos bem, pobres e remediados incluídos.
Parabéns à direita radical que consegue sempre definir a direcção do carreiro.


[Imagem]

 

 

 

 

Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria

por josé simões, em 19.09.16

 

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Podia Mariana Mortágua ter dito "há que ir buscar o dinheiro do contribuinte, que não há para pagar a saúde, a educação, as reformas e pensões e a sustentabilidade da Segurança Social, mas que foi usado para resgatar bancos e manter o statos quo de gerações de uma elite que, não só acumula riqueza, como vampiriza riqueza", que tinha soado muito melhor e toda a gente percebia. Assim soou a Venezuela, Nicolás Maduro e miséria e a direita radical aproveita.


[Imagem]

 

 

 

 

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