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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Un village français

por josé simões, em 10.06.16

 

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Marcelo Rebelo de Sousa - Presidente da República de Portugal, e António Costa - primeiro-ministro do Governo de Portugal, em Paris a cantarem a Marselhesa - hino francês, ao lado de François Hollande - Presidente da República de França, em directo para Portugal no dia de Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

 

 

 

 

O meu Livro da Terceira Classe

por josé simões, em 10.06.16

 

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Marcelo quis passar o seu primeiro 10 de Junho enquanto Presidente da República no sítio onde o costumava passar com o pai e fica-lhe muito melhor ter disto isto quando lhe perguntaram o porquê do regresso do Dia da Raça Dia de Portugal ao Terreiro do Paço Praça do Comércio, 42 anos depois, do que a desculpa enrolada que deu aos jornalistas, ele que até escreveu a fotobiografia do progenitor.


E depois há o discurso dos chavões e de toda a construção histórica, romanceada, do Portugal heróico e universalista, evangelizador e integrador dos indígenas, elaborado e escrito por António Ferro no Secretariado Nacional da Propaganda e declamado por José António Saraiva na televisão pública em horário nobre, aprendido nas secretárias de tampo de madeira com encaixe para o tinteiro necessário para a disciplina de Caligrafia em papel de duas linhas, e o tempo dado à História de Portugal e à Geografia das províncias ultramarinas, Brasil incluído, independente desde 1822, e Goa, Damão e Diu, ainda nossas nos anos 70 e em vésperas do 25 de Abril.


Marcelo é um Livro da 3.ª Classe vivo.

 

 

 

 

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

por josé simões, em 10.06.16

 

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