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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O estado da esquerda

por josé simões, em 24.05.16

 

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O "socialista" Dieselboom diz que "há motivos sérios para considerar sanções" ao Portugal da socialista 'Geringonça' por causa da meta do défice não atingida pelo Governo da direita radical – PSD/ CDS. E é assim desde Gerhard Schröder, que a esquerda não se dá ao respeito e segue a agenda da direita radical.

 

 

 

 

A diferença entre lucro e ganância

por josé simões, em 24.05.16

 

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Diz que os armadores perdem dinheiro, que os operadores portuários perdem dinheiro, que as exportações são afectadas, que as importações idem, que as empresas estão a perder milhões, que a economia do país está em risco. Por uma greve às horas extraordinárias. Não é uma greve total, é uma greve às horas extraordinárias. Às horas extraordinárias. Todo um sistema laboral que afecta este mundo e ainda uma parte do outro todo ele assente no pressuposto de que os trabalhadores vão fazer horas extraordinárias. As pessoas deviam pensar nisto. E deviam pensar porque é que a direita radical lamenta não ter conseguido baixar os custos do trabalho para as empresas e porque é que uma das primeiras medidas adoptadas pelo Governo da direita radical foi precisamente baixar o preço da hora e o preço da hora extraordinária. As tais horas extraordinárias que são atiradas à cara dos estivadores todos os dias e a todas as horas pelos comentadores da direita radical – os salários milionários que os madraços da estiva recebem, e no eco que faz na ignorância invejosa de outros trabalhadores, trabalhadores como os estivadores. E as pessoas também deviam pensar nisto.


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O regresso da múmia

por josé simões, em 24.05.16

 

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Dando como exemplo ele próprio – que não é político, nunca foi político nem nunca será político, e o mal-baratar de milhões e milhões em fundos comunitários – o novo ouro do Brasil, como lhe chamaram; uma rede de compadrio e corrupção, a destruição do tecido produtivo do país, com o sector da agricultura e o  das pescas à cabeça – pagar para abater e não produzir; a aposta no betão em detrimento do caminho-de-ferro; o investimento massivo em infra-estruturas no litoral do país e o abandono do interior; a criação e a engorda do "monstro". Realmente é preciso ter uma lata tamanho do mundo...


"a política económica é demasiado importante para ser deixada aos políticos" e "basta ver o que aconteceu na Grécia", depois da governação de partidos da minha [dele] área política, referindo-se à Nova Democracia das contas maquilhadas e do défice escondido.


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