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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| Calhou a vez a António Costa

por josé simões, em 11.05.16

 

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Todas as semanas José Gomes Ferreira convida uma personalidade da vida portuguesa como pretexto para poder, durante 45 minutos, perorar na televisão do militante n.º 1 sobre economia, política económica, política monetária e alguma politica, política mesmo, deixando de quando em vez cair umas imbecilidades, pontuadas com um sorriso palerma como se fosse o raciocínio mais genial da televisão portuguesa. Pois bem, hoje calhou a vez a António Costa.


[Já que o Eurogrupo colocou José Gomes Ferreira como ministro das Finanças no lugar de Mário Centeno achei por bem ilustrar o post com a imagem do José Gomes Ferreira mesmo José Gomes Ferreira, o verdadeiro, o que não pode deixar de ser considerado lisongeiro para o outro, o "jornalista"]

 

 

 

 

||| Não ter a puta da vergonha na cara é isto

por josé simões, em 11.05.16

 

 

 

Nuno Magalhães, líder da bancada parlamentar do CDS, o partido do Governo que, em coligação com o PSD, durante quatro anos rasgou e fez tábua rasa de todos os contratos estabelecidos entre o Estado e os cidadãos - pensões, reformas, salários, contratos de trabalho, dias de férias, dias feriados, impostos e taxas, preocupado com a idoneidade do Estado a propósito da mentira inventada pela direita que é os contratos de associação para rasgar.


Não ter a puta da vergonha na cara nem é isto que isto é a raça deles, como sói dizer-se, não ter a puta da vergonha na cara é, numa sala repleta de jornalistas nenhum ter confrontado o preocupado, idóneo e cumpridor contratual Nuno Magalhães com o passado recente do seu partido, o CDS, em coligação com o PSD.

 

 

 

 

||| O regresso de José Saramago

por josé simões, em 11.05.16

 

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Há uma estátua suplente de D. Sebastião esquecida num instituto de oftalmologia.

 

 

 

 

||| Um espelho, sff

por josé simões, em 11.05.16

 

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O que continua a ser "fascinante" em Pedro Passos Coelho é a facilidade, diria mesmo a naturalidade, com que aponta e acusa os outros daquilo que na realidade o move e, aparentemente, sem se dar conta da evidente contradição: o fanatismo ideológico aplicado à governação, que favoreceu as negociatas à sombra do Estado, a partir mesmo de dentro do próprio Governo, e que nos colocou numa posição de subserviência a interesses corporativos e a interesses de outros Estados, alguns onde a democracia e o Estado de direito são "conversa de Miss Mundo", com prejuízo para o interesse público e comum.


"as famílias e os estudantes não têm a culpa que o Governo tome decisões não a pensar nesses estudantes e nessas famílias, mas sim a pensar noutro tipo de interesses corporativos e ideológicos"


[Imagem]