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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| O coração das trevas

por josé simões, em 03.05.16

 

 

 

Ou a Europa do Partido Popular Europeu.


"Gestor do Estado no Banif diz que Bruxelas se tornou mais exigente com o PS no Governo"

 

 

 

 

||| Difícil não é chegar, difícil é saber sair

por josé simões, em 03.05.16

 

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Diz que o Colégio Militar é alvo de um grande "escrutínio do poder político, mediático e da sociedade". Aliás, é mesmo "um bombo da festa mediático". Mais: "a sociedade exige muito desta escola". Onde é que já se viu?! A sociedade, que é como quem diz o contribuinte, exigir muito de uma escola de elite, paga pelo dinheiro do contribuinte, em linguagem militar, o dinheiro da sociedade.


Difícil não é chegar, difícil é saber sair. E os senhores que presidem ao Colégio Militar e os senhores que presidem aos senhores que presidem ao Colégio Militar ainda não perceberam que chegou a hora de saírem e continuam, alegremente, no papel de [es]tarolas da festa mediática [tarola em vez de bombo porque instrumento mais consentâneo com a condição militar. Toque de caixa, marcar passo. Um, dois, esquerdo, direito]


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||| Tudo resumido numa frase

por josé simões, em 03.05.16

 

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"O que nos preocupa é que os alunos estão com exames à porta e mostram-se desorientados com esta situação"


O objectivo último do "rigor" do ensino nos colégios privados – o exame; o modus operandi da "excelência" do ensino nos colégios privados – trabalhar alunos para exames e aparecer no top of the pops no ranking das escolas.


Sacos de vento de conhecimento. Fica toda a gente satisfeita, os pais porque pagaram e vêm "resultados", os colégios porque receberam o pagamento e vêm o seu "mérito" reconhecido. Amanhã é outro dia.


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