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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

||| O piadista

por josé simões, em 10.03.16

 

 

 

Todos os grupos têm um piadista - ou um barraqueiro, como dantes se dizia. Em Bruxelas é Pierre Moscovici, que até rima com socialista.


"Não daremos lições nem interferiremos indevidamente nas decisões políticas nacionais, mas iremos aconselhando e, se necessário, procuraremos convencer"


Moscovici não disse aquilo que disse e que nós ouvimos dizer, estava só a fazer piadas para matar o tempo.

 

 

 

 

||| O Mal

por josé simões, em 10.03.16

 

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«"In Palestine Street, I saw two members of Daesh playing with a severed head as if it was a football", explained Amjad Yaaqub, a 16-year-old refugee.


In June 2014, the terrorist group hijacked hashtags on Twitter associated with the World Cup, including #ENG and #Brazil2014. They posted pictures of slaughters and jihadists using heads as soccer balls.


"I saw severed heads", described Ibrahim Abdel Fatah, 55. "They killed children in front of their parents. We were terrorized. We had heard of their cruelty from the television, but when we saw it ourselves … I can tell you, their reputation is well-deserved.

 

 

 

||| Tudo numa imagem, parabéns ao fotógrafo

por josé simões, em 10.03.16

 

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Um homem só. A Fé. A Fé na sombra que empurra. Um homem só e a sua fé. E o peso da História. Camões, o poeta que cantou um povo analfabeto que não lê livros nem jornais nem quer saber. E Vasco da Gama, que as canhoeiras de Afonso de Albuquerque, oficialmente, não aconteceram no "Portugal [que] deve muita da sua grandeza secular ao seu espírito ecuménico". O Fado e a Saudade, que antes de haver Fado já tínhamos o fado de ter saudades. E Aljubarrota. Felipe VI de Espanha, VII de Portugal, pela fresquinha da manhã na capital do Império. Se lhe perguntarem Marcelo ainda tem na ponta da língua o caminho-de-ferro de Benguela, a cultura do sisal em Moçambique e o cacau em S. Tomé. Portugal não é um país pequeno. E, como na canção do José Cid, "No dia em que o rei fez anos, Houve arraial e foguetes no ar. E o povo saiu à rua, Com a alegria que costumava ter, Cantando se o Rei faz anos, Que venha à Praça para nos conhecer". No fundo Portugal é isto e está aqui tudo na foto de Miguel Baltazar na primeira página do Jornal de Negócios. "Fugiu de Alcácer Quibir, El-Rei Rei D. Sebastião, E uma lenda nasceu, Entre a bruma do passado, Chamam-lhe o desejado, Pois que nunca mais voltou, El-Rei D. Sebastião". José Cid é que a sabia toda. "Obrigado senhor Presidente", disse o próprio, à noite na Praça do Município. Marcelo I, de Portugal.