||| Da tradição
Encher os bolsos de ditadores corruptos com dinheiro dos contribuintes europeus.
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Encher os bolsos de ditadores corruptos com dinheiro dos contribuintes europeus.
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Cavaco Silva vai arrastando [e atrasando] e, como já tinha todos os cenários estudados, não precisa ouvir o líder do maior partido da oposição e portador de uma solução de Governo. Nem sequer o líder de nenhum partido com assento parlamentar, quanto mais! Primeiro recebe os sindicatos dos patrões, antes de ir em viagem de finalistas à Madeira, que isto foi só a queda de um Governo nada de premente e urgente como o Estatuto dos Açores, por exemplo. Entretanto, o Governo pafioso, demitido, com o patriotismo-filho-da-puta-1640 de Paulo Portas à cabeça, mais os Saraivas industriais e os Casqueiros de Rio Maior, vão badalando e gritando a plenos pulmões até que a voz lhes doa e que o alarme e o alarde seja suficiente para despertar curiosidade nos mercados, enquanto Passos Coelho, o primeiro-ministro que já não é, levanta poeira, muita poeira, e insiste na eleição para primeiro-ministro que não há e, aconselhado por Relvas e Dias Loureiro, tira da manga uma revisão constitucional por medida, que a de Paulo Teixeira Pinto continua escondida na gaveta e a do Observador ainda está em processo de inseminação. E tudo isto tem de ser forte e feio porque daqui a nada há eleições em Espanha e os exemplos educam. E as coisas acabam por seguir o seu curso natural. Tudo está bem quando acaba bem.
Tal como em 2011 a direita prefere sacrificar, mais uma vez, o país e o povo, forçar um resgate, o segundo em quatro anos, que lhe permita terminar o desmantelamento do Estado a ver um Governo maioria de esquerda.
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Por decreto só a mais-valia do patrão via "reforma do IRC".
Por decreto só a mais-valia do patrão via redução do valor da hora extra.
Por decreto só a mais-valia do patrão via redução dos dias de descanso dos trabalhadores.
Por decreto só a mais-valia do patrão via aumento do horário de trabalho.
Por decreto só a mais-valia do patrão via embaratecimento dos despedimentos.
Por decreto só a mais-valia do patrão via estágios financiados pelo dinheiro do contribuinte.
Por decretro só a mais-valia do patrão com as novas contratações com salário pago pela metade para trabalho igual.
Por decreto só a mais-valia do patrão.
"Patrões avisam: salário mínimo não se aumenta por decreto"
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Entre esganiçamentos e falta de substância, feminina e masculina, maquilhada com discursos redondos e palavrosos, muitas palavras, quantas mais melhor, prenhes de responsabilidade respeitosa, nas bancadas parlamentares que esboçam sorrisos cúmplices ao marialvismo Restaurador Olex do senhor, focamos antes a mira no proto-nazismo, que vai plantando ódio aqui e ali como quem não quer a coisa, com a capa do politicamente correcto.
Eu não sou racista, eu não sou xenófobo, eu não sou machista, eu não sou homofóbico, eu não sou anti-semita e quem disser o contrário é porque é anti-liberal e anti-democrata e não reconhece o “direito de ser” aos outros, delito de opinião.
Vamos continuar a arredondar discursos nestes tempos de intolerância que se avizinham, nos dias do ódio de um direita que, em menos de um fósforo, perdeu a máscara laboriosamente construída atrás de 40 anos de 25 de Novembro, e mostra finalmente o seu verdadeiro eu anti-democrata. "Não rapes a barba, não cortes o cabelo que o Jaime Neves dá-te cabo do pelo", como na versão Blue Suede Shoes na ressaca do PREC.
[Imagem de Max Papeschi]
"Não há distribuição de dinheiro, o dinheiro é das pessoas"
[A imagem é minha]
É que nem tem vírgulas, pontos, travessões ou outro qualquer tipo de pontuação susceptível de interpretações diversas ou de alterar o espírito.
Constituição da República Portuguesa
VII REVISÃO CONSTITUCIONAL [2005]
Artigo 167.º
Iniciativa da lei e do referendo
6. As propostas de lei e de referendo caducam com a demissão do Governo.
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"Este governo não cai caiu, porque não é um edifício. Sai saiu com benzina, porque é era uma nódoa."
Eça de Queiroz 1885 2015
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That mark our place; and in the sky
The larks, still bravely singing, fly
Scarce heard amid the guns below.
We are the Dead. Short days ago
We lived, felt dawn, saw sunset glow,
Loved and were loved, and now we lie
In Flanders fields.
Take up our quarrel with the foe:
To you from failing hands we throw
The torch; be yours to hold it high.
If ye break faith with us who die
We shall not sleep, though poppies grow
In Flanders fields.

Muito mais interessante saber se, como, quando e por que lado é um eventual Governo maioria de esquerda liderado por António Costa vai cair, é saber até quando é que a soberba, a vaidade e a selfie de Paulo Portas o vão aguentar como subalterno da oposição unida jamais será vencida.
O Corpo Nacional de Escutas, a Confraria do Bacalhau, Dias Loureiro, a Associação dos Deficientes das Forças Armadas, o Clube de Campismo de Setúbal, Oliveira e Costa, a Associação de Futebol de Aveiro, a Associação das Famílias Numerosas, José Gomes Ferreira, a Confraria do Queijo de S. Jorge, Duarte Lima, a Comissão de Festas da Nossa Senhora da Atalaia, Isabel Jonet, o Opinião Pública da SIC Notícias, João César das Neves, o Refúgio Aboim Ascensão, o João Duque, a Associação Católica Nossa Senhora de Fátima, a Helena do blogue Blasfémias, a Confraria do Azeite, a Associação Nacional dos Criadores de Suínos de Raça Bísara, Alexandre Soares dos Santos, o Movimento Compromisso Democrático, Luís Caprichoso, a editora Alêtheia, Francisco Sanches, a Federação Portuguesa de Tuning, Alexandre Relvas, o director do Correio da Manha, a Wikipédia, Paulo Baldaia, a Protecção Civil, o Cantiga Esteves, a Ritmos & Blues, Vasco Campilho, a Associação das Profissionais do Regime de Amas, o Zeca Mendonça, a Associação de Comandos, a Confraria do Vinho Verdelho dos Biscoito, António Carrapatoso, o Ciberdúvidas, o juiz Carlos Alexandre.
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Pelo conceito de democracia e do funcionamento do sistema parlamentar-constitucional português, segundo a interpretação da coligação Pafiosa [PSD/ CDS] que, convenientemente, finge ignorar ignora a diferença entre ganhar e ficar em primeiro lugar, transformaria o PS numa espécie de Ala Liberal da direita no Parlamento. No futuro, quando confrontados com a sua participação no segundo acto da destruição do país e do desmantelamento do Estado social, restaria aos socialistas e ao que restasse do partido com o mesmo nome, a mesma resposta dada pela Ala Liberal da União Nacional quando, no pós 25 de Abril, vulgo o PREC, era confrontada com o colaboracionismo no Estado Novo: ah e tal, eu fumei mas não inalei.
[Na imagem os deputados do PS bom, segundo a interpretação da coligação Pafiosa]
Pedro Mota Soares, mais ponto menos vírgula, "a senhora deputada está equivocada. Em Portugal não há só dois sectores, o sector público e o sector privado. São três. Também há o sector da economia social, formado pelas IPSS e Misericórdias, que não se dedica ao lucro", é o novo "em Portugal há três estados – o Povo, o Clero e a Nobreza", sendo que o terceiro e maior estado – o povo, constituído pela classe média, funcionários públicos, assalariados vários, pequenos e micro empresários, trabalhadores rurais e trabalhadores a recibo verde, além de um grande contingente de desempregados, marginalizados e sem-abrigo, paga com o dinheiro dos seus impostos para que o clero e a nobreza tratem os excluídos e miseráveis pelas políticas implementadas pelo clero e pela nobreza em nome de uma maior qualidade de vida e de justiça social para o terceiro estado. Houve revoluções que começaram assim.
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