Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| In Memoriam

por josé simões, em 27.07.13

 

 

 

JJ Cale

 

1938 – 2013

 

 

 

 

 

 

|| E até "socialistas, mesmo"

por josé simões, em 27.07.13

 

 

 

"um clima de união nacional, não é de unidade nacional, é de união nacional". "Sejemos realistas".

 

Da incompetência e do verbo Sejer e da falta de cultura democrática e da falta de cultura histórica. Já só resta o penteado e a voz, o som que entra pelos ouvidos como naquelas canções numa língua que não entendemos.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Expresso a fazer de arbusto do Governo

por josé simões, em 27.07.13

 

 

 

No "novo ciclo" da governação, o Tribunal Constitucional de força de bloqueio a salvador do Governo da Pátria. O próximo passo de Passos Coelho, vir, com a maior das naturalidades, gritar, com ele próprio e com os Montenegros e os Telmos e as Teresas da coligação, "deixem-nos [ao Tribunal Constitucional] trabalhar!".

 

«Só chumbos do TC podem permitir tolerância da troika»

 

O "Expresso, há 100 anos a fazer opinião", só grandes músicas e a melhor música de todas as estações.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 27.07.13

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

 

|| Porque hoje é sábado

por josé simões, em 27.07.13

 

 

 

Gotthard Schuh

 

Der Sprung ins Wasser, Zürich 1955–56

 

 

 

 

 

 

|| Mais um flop

por josé simões, em 26.07.13

 

 

 

 

"para assegurar que esta redução não se traduza numa redução da tributação global sobre os lucros", "a tributação sobre dividendos distribuídos a pessoas singulares seja aumentada na mesma medida da redução de taxa do IRC"

 

Como se os "investidores" investissem subordinados a agendas e estratégias políticas e económicas, mais ou menos bem intencionadas, dos governos, e não na mira do lucro, e quanto mais, e mais rápido, e mais fácil, melhor.

 

E o mais curioso é isto ser dito, e feito, pelo CDS "intelectual", o da lengalenga das empresas e empresários riqueza das nações, das empresas geradoras de emprego, das empresas geradoras de crescimento económico, ignorando a verdadeira riqueza das nações – as pessoas.

 

Pode ser que me engane mas acabamos de assistir à apresentação, com pompa e circunstância, de mais um flop das mui famosas "reformas estruturais" deste Governo.

 

 

 

 

 

 

|| Puxa pela criatividade

por josé simões, em 26.07.13

 

 

 

Para começar, e na falta de um António Ferro que induza a "abertura fácil", o senhor Lima podia inundar o país, de Norte a Sul, com outdoors à la Super Bock, talvez assim o povo acredite que a zurrapa é D. O. C. .

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| In memoriam

por josé simões, em 26.07.13

 

 

 

Bernadette Lafont

 

1938 – 2013

 

 

 

 

 

|| Há aqui um padrão

por josé simões, em 26.07.13

 

 

|| Perceber isto é meio caminho andado

por josé simões, em 25.07.13

 

 

 

Não é uma questão de [falta] de informação, é uma questão de [falta] formação.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Como diria o outro, "uma certa podridão de hábitos políticos"

por josé simões, em 25.07.13

 

 

 

Um banco, "que não foi nomeado", na instrução de um processo onde Ricardo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo, era elemento chave, dispunha-se a pagar, benemeritamente e sem segundas intenções, o salário do líder do CDS, que já não era Paulo Portas porque demissionário, mas alguém escolhido por Paulo Portas, para lhe permitir ser líder sem o ser; mais os ciúmes de alguém que se julgava escolhido por Paulo Portas para ser líder do CDS sem o ser, à roda de um despacho assinado por dois ministros do CDS, poucos dias antes de cessarem funções, Nobre Guedes e Telmo Correia, e que dava carta branca a uma empresa do Grupo Espírito Santo, na figura de um militante do CDS, Abel Pinheiro, para o abate de milhares de sobreiros [espécie protegida] na herdade da Vargem Fresca e o avanço de uma exploração turística.

 

Paulo Portas, depois de uma demissão irrevogável e depois de regressar ao partido a pedido de várias famílias e de uma birra de Nuno Melo, apanhou o "elevador político" e é vice-dono do Governo, Telmo Correia, depois de candidato derrotado à liderança, cof-cof, do CDS e de candidato derrotado à presidência da Câmara de Lisboa, continua a desempenhar as funções de fiel escudeiro do chefe, no Parlamento e nas televisões, onde tem lugar cativo, Nobre Guedes e Abel Pinheiro estão em stand by a aguardar o seu "momento Eduardo Catroga e/ ou Rui Machete".

 

 [Imagem "Women workers at Butlins wearing Marilyn Monroe face masks as they parade in their swimsuits", May 1952, Hulton Arch/ Getty Images]

 

 

 

 

 

 

|| Do PSD profundo – Uma estória de doutores

por josé simões, em 25.07.13

 

 

 

A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, presidida pelo Dr. Rui Machete, tinha uma participação na Sociedade Lusa de Negócios, cujo Conselho Superior era presidido pelo Dr. Rui Machete, que foi posteriormente vendida, com "uma mais valia significativa" e com uma "remuneração muito interessante" e que gerou "resultados muito interessantes”, porque o modelo de gestão do banco levantava sérias dúvidas [ao vendedor ou ao comprador?] Dr. Rui Machete, que teve sempre a colaboração do presidente do banco nos esclarecimentos pedidos, o Dr. Oliveira Costa, secretário de Estado do Dr. Cavaco Silva [que também teve "remuneração muito interessante" com a venda das acções da SLN] e que anteriormente havia sido ilibado de quaisquer suspeitas, por uma comissão parlamentar de inquérito, presidida pelo Dr. Rui Machete, a propósito do perdão fiscal dado pelo Dr. Miguel Cadilhe [secretariado pelo Dr. Oliveira Costa], ministro das Finanças do Dr. Cavaco Silva e depois presidente do BPN.

 

"Uma certa podridão de hábitos políticos" é isto, ou estou a ver mal o filme?

 

[Imagem de Daveys Locker]

 

 

 

 

 

 

|| Noções de Democracia

por josé simões, em 25.07.13

 

 

 

Um Presidente, um Governo, uma maioria e, na falta de um povo, o princípio da ditadura: "nenhuma democracia sobrevive quando tudo é permanentemente contestado".

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O ministro dos negócios estrangeiros, o "atlantismo" e o amigo americano

por josé simões, em 24.07.13

 

 

|| São como os cães, têm medo mas não têm vergonha

por josé simões, em 24.07.13

 

 

 

«Governo diz que da biografia constam apenas as funções públicas»

 

Até porque nem interessa nada para a opinião pública saber [nem sequer há relação nenhuma] o que é que os governantes andaram a fazer no intervalo preenchido entre desocuparem cargos públicos e ocuparem cargos e públicos, ocupado em funções privadas, cujo relatório e contas, coluna "Deve", é para ser depois nacionalizado pelo Estado, que temporariamente administram antes e depois da passagem pelo privado, e suportado com dinheiros públicos.

 

E até porque quando se "candidatam" a cargos no privado omitem no currículo a sua passagem pelos cargos públicos, e nem sequer foi devido a essa passagem pelo público que deram o salto para o privado. Nada disso. Foi pelos seus lindos olhos, no anonimato privado, à sombra do dinheiro público.