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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Fim-de-semana

por josé simões, em 03.02.13

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

The Hanging GardenThe Cure

 

[7" vinyl]

 

 

 

 

 

 

|| O estado da Nação

por josé simões, em 03.02.13

 

 

 

Dezenas [Dezena, s.f. Grupo de dez] contra a austeridade. Centenas [s.f. Grupo de cem unidades] pelo fim dos matadouros municipais.

Life goes on.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Que atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir…

por josé simões, em 03.02.13

 

 

 

«Acumular Câmara e PS só em circunstâncias excecionais [

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Qual é a pressa?!

por josé simões, em 02.02.13

 

 

 

O PS de António José Seguro, que se assume «como alternativa a primeiro-ministro», cortou a meta em 3.º lugar, atrás do Bloco de Esquerda e do PCP, na "corrida" Franquelim Alves.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| E os parolos batem palmas

por josé simões, em 02.02.13

 

 

 

Como o dinheiro não chega para tudo, ou como não há dinheiro para nada, como queiram, para que as administrações de nomeação política, e respectivos familiares, continuem a viajar em topo de gama, novo todos os anos, e a usufruir de cartões de crédito, telemóveis, e outros direitos adquiridos inerentes às administrações de nomeação política, há que poupar nas viagens dos funcionários e respectivos familiares.

 

Uma medida absolutamente inócua do ponto de vista da gestão da empresa e dos resultados operacionais, populista q. b., lançada para a opinião pública com uns pozinhos de perlimpimpim à mistura – até o Rei anda à borla de comboio! , para disfarçar a incompetência e os erros de gestão, ao mesmo tempo que desperta alguns dos instintos mais recalcados da populaça – a inveja e a maldade, que não consegue ir mais além e ver na medida o valor simbólico da punição e da subjugação.

 

E os parolos batem palmas, muitas, sem perceber que foi aberta a caixa e que a seguir são eles, por mais ínfima que seja a garantia ou o direito.

 

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|| Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 02.02.13

 

 

 

A tragédia de Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil numa capa, que nunca o chegou a ser porque rejeitada, da revista Época, assinada por Marcos Marques.

 

 

 

 

 

 

|| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 02.02.13

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| Porque hoje é sábado

por josé simões, em 02.02.13

 

 

 

Shomei Tomatsu

 

Prostitute, 1957

 

 

 

 

 

 

|| Do ponto de vista dos "engenheiros sociais", 20% será o número ideal

por josé simões, em 01.02.13

 

 

 

Depois de mexido o Código do Trabalho a favor da mais-valia do patrão com o argumento da competitividade e do crescimento, passar o desemprego de conjuntural a factor estruturante da sociedade portuguesa, como forma de pressão sobre os que estão empregados, com reflexos imediatos no preço do trabalho, nos horários de trabalho, e nas regalias sociais. O mui famoso "e caladinho!..".

 

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|| O Governo fermata

por josé simões, em 01.02.13

 

 

 

Era em 2012, era em 2013, vai ser em 2014 - "acredita que economia voltará a ter crédito nos mercados em 2013" e "todas as entidades que fazem previsões apontam para um crescimento em 2014" -; não vai ser em 2015. Sustentado no dobro do seu valor, no critério largo da incompetência intérprete.

 

[Fermata]

 

 

 

 

 

 

|| Minaretes na Suíça

por josé simões, em 01.02.13

 

 

 

«As lojas sauditas que empregam homens e mulheres vão ter que erguer muros de pelo menos 1,60 metros para impedir que os dois sexos se misturem [

 

 

 

 

 

 

|| Rewind/ Fast Forward buttons

por josé simões, em 01.02.13

 

 

 

ARTIGO 83.º

(Nacionalizações efectuadas depois de 25 de Abril de 1974)

 

  1. Todas as nacionalizações efectuadas depois de 25 de Abril de 1974 são conquistas irreversíveis das classes trabalhadoras.

 

Lisboa, 2 de Abril de 1976

 

 

Por estar num processo de aprendizagem e por não ter um passado de conhecimento, suficientemente "rico", para ter conhecimento e aprendido um mínimo dos mínimos sobre o passado, um puto - ainda que vestido com roupa de homem e com os óculos de aros suficientemente grossos na cara para lhe conferir respeitabilidade - investido de funções de Governo, é sempre um puto:

 

«Governo quer reformas irreversíveis no futuro»

 

 

 

 

 

 

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