|| Por 50 anos
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[Imagem de autor desconhecido]
"Senhor: Se por acaso comprar este produto, por favor, reenvie esta carta para a Organização Mundial de Direitos Humanos"
Ainda sou do tempo em que Pedro Passos Coelho, por oposição ao antecessor, era a next big thing da governação só porque tinha boa figura, uma óptima tonalidade de voz – à qual nunca subia os decibéis nem alterava o pitch, porque não usava teleponto, e nem sequer tinha uma coisa que aqueles que o incubaram descobriram agora ter: dificuldade de comunicação.
"Amigos" e "abraço". Sinto-me peganhento.
[Imagem de Anthony Burrill]

"reforço da reputação, do prestígio e credibilidade de Portugal"
[...]
"estruturar uma rede de talentos e competências"
O senhor Artur da ONU é a mesma face da mesma moeda do senhor Paulo Ribeiro de Celeirós. Só que o senhor Artur, como usa gravata, entrou. E a grande questão que ainda não vi esclarecida, nem nos media nem na bloga nem no tuita nem no feiçe coiso é: do que é que vive o senhor Artur? E depois de esclarecida a questão vamos todos entrar no maravilhoso mundo dos paineleiros e comentadeiros que, mais rápidos que a própria sombra, saltam de televisão em televisão para comentar a actualidade política, a crise da Europa e do euro, a política económica, a liga de futebol, a Moda Lisboa e o Portugal Fashion, a programação da televisão, a vida nocturna e a insegurança nas ruas, a neve na serra e a água no Alviela, e ainda o mês de Agosto que é o mês do ano em que não há debates nem programas de opinião nas televisões. O povo gosta disto.
[Imagem]
O briefing do posto de comando da Guerra do Ultramar.
E aquela bandeira nacional na lapela… oh Deus, a bandeira nacional… depois do trabalho que Luís Filipe Scolari, um brasileiro, teve para pôr um povo inteiro a amar o seu símbolo, da soberania da República, da independência, da unidade e integridade de Portugal, como reza a Constituição, vem um impostor, um português, e deita tudo a perder…
[Imagem]
A lengalenga d' "a herança que vamos deixar às gerações futuras" nunca é chamada a debate quando se trata de questões ambientais e de protecção da natureza. Continua o saque, a coberto do argumento da criação de riqueza – para meia dúzia, às custas do património comum de milhões; da criação de não-sei-quantos postos de trabalho, directos e indirectos – que nunca ninguém se lembra de pedir a inventariação, a jusante, e a confirmação, a montante.
Uma certeza: onde antes havia natureza, biodiversidade e ecossistema, passa a haver natureza morta, betão, e um ecossistema que começa no aparador da relva e no caddy e tem no topo da cadeia alimentar o dono da conta no offshore.
[…]
[Imagem]
Num país em crise e sob intervenção estrangeira, governado por um bando de impostores, alguns "doutorados" por encomenda e tudo, que se esmeram com profissionalismo a aplicar políticas aparentemente sem sentido e a fazer exactamente o contrário do que haviam prometido antes do "assalto" ao poder, a notícia é um impostor que até disse coisas com sentido para fazer o país sair da crise e da intervenção estrangeira.
[Imagem de autor desconhecido]
Este fim-de-semana foi assim.
Airport – The Motors
[7” vinyl]
O que eu gostava de perceber é como, ou porque é que filhos de famílias ditas disfuncionais conseguem ser mais equilibrados e infinitamente mais inteligentes…
Vou esperar que o João César das Neves ou o Gonçalo Portocarrero de Almada escrevam sobre isso.
[Foto tirada algures numa rua de Londres]
Podia ser o nome de código de uma daquelas operações secretas do Ministério Público e da Polícia Judiciária e que aparecem "fugidas" na primeira página do Correio da Manhã.
E os portugueses, que andam a votar nesta gente a engordar esta gente desde 1985, do que é que se queixam? A partir do minuto 16:10.