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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Fim-de-semana

por josé simões, em 28.10.12

 

 

 

Este fim-de-semana foi assim.

 

Survival - Bob Marley & The Wailers

 

[7” vinyl]

 

 

 

 

 

 

|| Boas perguntas requerem boas respostas

por josé simões, em 28.10.12

 

 

 

Se calhar, e em nome da competitividade e para baixar os custos de produção pelo crescimento da economia, mandava de volta os escravos para as plantações.

 

A capa da Time, edição USA.

 

 

 

 

 

 

|| Ler "O que é que resta para espoliar?"

por josé simões, em 27.10.12

 

 

|| À sombra do Estado

por josé simões, em 27.10.12

 

 

 

Incubado no partido. O partido como veículo para o negócio na esfera do Estado quando na vida real, sem a rede de cumplicidades e amiguismos partidários, nunca teria passado de um vulgar taberneiro de bairro. Mas isso agora também não interessa nada, o importante mesmo é desmantelar e repartir o Estado pelos amigos. O que resta. O Estado que já cumpriu a sua função – criar currículo e dar visibilidade. Como com a licenciatura, Novas Oportunidades avant la lettre, a que urgiu pôr cobro assim que se chegou ao poder. O topete parece nunca ter fim. "toda a minha vida foi estabelecida independentemente da base do título que foi ou não foi atribuído". A conversa de taberneiro com grau de dotôr. Não perceber que já não cola numa opinião pública com quase 40 anos de aprendizagem democrática. Exigente. Duplamente exigente pela crise e pela austeridade.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

|| Agit-prop porno

por josé simões, em 27.10.12

 

 

 

Com cobertura apática e amorfa, e cumplicidade mediática quase a roçar o pornográfico, a maior acção orquestrada de propaganda desde a pré-campanha e campanha eleitoral para as legislativas de 2011, as jornadas parlamentares conjuntas do PSD e do CDS.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 27.10.12

 

 

 

[Via]

 

 

 

 

 

 

|| Porque hoje é sábado

por josé simões, em 27.10.12

 

 

 

Kenneth Josephson


Polapan, 1973

 

 

 

 

 

|| Uma coligação governamental de boa saúde

por josé simões, em 26.10.12

 

 

 

Só não defendi a posição de Portugal nas reuniões do Conselho Europeu porque, desde o Tratado de Lisboa, os ministros dos Negócios Estrangeiros deixaram de ter assento nas ditas cujas reuniões, agora restritas à participação dos primeiros-ministros. Se o primeiro-ministro foi e entrou mudo e saiu calado é lá com ele.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| O Governo com paredes de vidro

por josé simões, em 26.10.12

 

 

 

Ou será antes o partido com paredes de vidro? Adiante. A "pujança", o "dinamismo", a capacidade de "inovação" e o "empreendedorismo", permitem ao BES viver sempre acima das nossas possibilidades aparecer sempre ligado a tudo o que é negócio. Há aqui um padrão.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| "[...] and rationalising transfers to private schools in association agreements."

por josé simões, em 26.10.12

 

 

|| A Voz do Povo

por josé simões, em 26.10.12

 

 

 

Ao balcão do café: "Depois da evasão fiscal, a invasão fiscal".

 

 

 

 

 

 

|| Nineteen Eighty-Four

por josé simões, em 25.10.12

 

 

 

E do que é que o PSD e Paulo Portas estão à espera para impor um Patriot Act contra as indignadas e famélicas vítimas da austeridade?

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Allahu Akbar

por josé simões, em 25.10.12

 

 

|| Mais triunfo da forma sobre o conteúdo

por josé simões, em 25.10.12

 

 

 

"a legislação portuguesa submeteu a CP a um controle externo de natureza política []". Ficamos todos muuuuuito mais descansados, pode o Governo continuar a nomear conselhos de administração, com licenciatura e mestrado feitos na universidade do cartão do partido, que não há controlo, nem interno nem externo, da empresa e que daí não vem grande mal, à CP, aos utentes, e ao dinheiro do contribuinte, não necessariamente por esta ordem. Uns Einsteines, estes senhores do Tribunal de Justiça da União Europeia.

 

[Imagem]

 

 

 

 

 

 

|| Qual é a dúvida?

por josé simões, em 25.10.12

 

 

 

Para apresentar elevados níveis de rentabilidade em resposta à "ditadura" do rácio trabalhador versus instrumento de trabalho; para diminuir encargos com a Segurança Social e com o fisco; para se ter o mínimo, pelo menor número de trabalhadores ao serviço, de responsabilidade na redistribuição da riqueza, acumulada pelo contrato de compra e venda da força de trabalho – a tal da dignidade do trabalho, estrutura-se todo o serviço com base nas horas extraordinárias e, depois do contrato assinado entre o contratante e o contratado, decide-se que o valor a pagar pelas horas extraordinárias, que asseguram o normal funcionamento do serviço na premissa do que anteriormente foi [d]escrito, não é xis como foi previamente acordado mas ípsilon porque agora nos apetece e porque aumenta a mais-valia ao contratante. E o contratado recusa, qual é a dúvida? Aparentemente nenhuma, não fosse a ideia, sim, porque há uma "ideia", voltar aos anos 60/ 70 do século passado, quando os estivadores se acumulavam à entrada dos portos na chegada dos barcos e vinha depois o capataz escolhê-los um a um, pela cara, pela amizade, pela submissão, pelo lambe-botismo, pelos bufos, ou porque sim, e negociava o preço da estiva, paga na hora e no final de cada jorna. Assim, sem mais, e que cada um faça depois o que muito bem entender com o dinheiro que recebe, descontos e comparticipações incluídas.

 

Adenda: Num clip, cirurgicamente amputado do minuto inicial, qual é a dúvida por alguém que trabalha 12 ou mais horas por dia, a qualquer hora do dia, da noite, da madrugado, assegurando, como agora se gosta muito de papaguear, o bom funcionamento da economia, ganhar 5 mil euros mensais?

 

[Imagem]