Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| O sentimento sempre lá, sempre latente

por josé simões, em 04.02.11

 

 

 

 

 

Pena o Diário de Notícias não se ter esforçado um ‘cadinho mais e falado também em Mohammad Amin al-Husayni… Ou a solidariedade para com a “causa da pedrada” é impeditivo?

 

E quem diz o Diário de Notícias diz o Público, o Expresso, e/ ou as televisões. Ah a bendita simpatia do e para com o Bloco.

 

 

 

 

 

 

 

|| O princípio do fim

por josé simões, em 04.02.11

 

 

 

 

 

Faz hoje 50 anos, ainda não era nascido, que se deram os acontecimentos que levariam a que 14 anos depois caíssem de “pára-quedas” na minha turma na então recém inaugurada escola secundária da Bela Vista em Setúbal, o último grito ao nível das escolas, ainda sem o gueto e sem guetos dentro do gueto como paisagem, um seres vestidos de modo estranho, sempre de camisa e sandálias de sola de pneu de camião, fizesse chuva ou fizesse sol, que tratavam as raparigas por garina e os rapazes por madiê, não sabiam onde parava a família desde que tinham dado à costa em Lisboa, mas moravam num hotel apesar de terem menos dinheiro que eu, não gostavam do Duo Ouro Negro porque era música para enganar europeu e em contrapartida ouviam Osibisa, Miriam Makeba, Fela Kuti, e Jorge Mendes & Brasil 66, umas coisas muuuuuitos boas que me deram a conhecer e das quais nunca mais me esqueci, numas festas que organizavam aos sábados à tarde, farras de seu nome, e para as quais me convidavam. A estrela que “traziam cozida” na banda do casaco dizia “Retornado” mas na realidade eram refugiados porque ninguém retorna a uma terra que não o viu nascer, e vestiam assim porque era o que tinham em cima do pelo no dia da partida. Ainda hoje somos amigos.

 

(Em stereo)

 

(Na imagem mapa do império colonial português igual ao que havia na parede da minha sala de aulas na escola primária)

 

 

 

 

 

|| Minaretes na Suíça

por josé simões, em 04.02.11

 

 

 

 

 

|| “Quem não tem nada para fazer faz colheres”, vox populi

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

Verdadeiramente surpreendente seria a preocupação sobre os critérios de escolha dos candidatos a deputados (a começar pelo próprio PS), sobre a falta de ligação dos deputados aos círculos eleitorais pelos quais foram eleitos, sobre a elaboração das listas e sobre a constituição dos grupos parlamentares. Assim parece mesmo o que é: arrumar de vez com os pequenos partidos (CDS/ PP, BE, PCP) e transformar o Parlamento num clube privado de “elite” para o PS e o PSD.

 

(Na imagem o cerco à Assembleia Constituinte em 12 de Novembro de 1975)

 

 

 

 

 

|| A minuta

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

«Os recentes acontecimentos (Preencher com o nome do país, região cidade, empresa, etc.) e a ampla mobilização popular que os caracteriza não são também separáveis da coragem, persistência e determinação de organizações representativas dos trabalhadores e de outras forças populares e progressistas (Preencher com o nome do partido, sindicato, comissão. organização unitária) que há muitos anos, (Introduzir o n.º de anos), e em condições muito difíceis, desenvolvem importantes processos de luta – nomeadamente importantes movimentos grevistas dos trabalhadores – e destacados esforços na reconstrução do movimento operário enfraquecido por sucessivos ciclos de repressão e perseguição política. (…)»

 

A minuta está disponível em todos os Centros de Trabalho, organizações “de base” e comissões “disto & daquilo”, para preencher assim as acções das forças do imperialismo, da burguesia e do grande capital financeiro o exijam, excepção para situações especificas em que é necessário rever e reescrever a História, nomeadamente situações relacionadas com a ex-União Soviética, os ex-países do Bloco de Leste e/ ou países governados por partidos irmãos/ amigos, ex: exemplo Cuba, China, Coreia do Norte Venezuela, etc., ou países governados por ditaduras, por mais retrógradas e reaccionárias que sejam, mas com um discurso suficientemente anti-amAricano, ex: Irão, o Hamas em Gaza ou o Hezbollah no Líbano, nestes casos específicos a minuta é outra, também disponível nos sítios do costume.

 

(Na imagem "União Soviética anos 60, reunião de milícia", autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

|| Life goes on

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

André Villas-Boas responde a Jorge Jesus, Carrilho responde a Sócrates, Louçã fala de Alegre… Somos mesmo bons nestas merdas.

 

(Imagem de autor desconhecido)

 

 

 

 

 

 

 

|| Como diz a “outra”: “Eu hoje acordei assim”

por josé simões, em 03.02.11

 

 

 

 

 

 

 

|| Isto vai. Devagarinho mas vai

por josé simões, em 02.02.11

 

 

 

 

 

Foram precisos 23 longos anos de atropelos para descobrirem que o camarada Ben Ali não obedecia aos requisitos, e mais 36, também longos anos (se contarmos com a vice-presidência) de não menos atropelos, para se darem conta de que Hosni Mubarack, camarada, «incumple los valores que defiende la socialdemocracia».

 

Já começou mais alguma revolta num país governado por um partido da Internacional Socialista?

 

Jus in case, a lista dos partidos membros.

 

(Imagem de Peter Kennard)

 

 

 

 

 

 

|| Voando sobre um ninho de cucos

por josé simões, em 02.02.11

 

 

 

 

 

 

|| Desculpem que mal pergunte, mas…

por josé simões, em 01.02.11

 

 

 

 

 

A que propósito a Presidência da República emite um comunicado para esclarecer uma situação do foro privado do cidadão Aníbal António Cavaco Silva e que ocorreu “cerca de oito anos antes de ter tomado posse, pela primeira vez, como Presidente da República”?

 

 

 

 

 

 

 

|| O oráculo

por josé simões, em 01.02.11

 

 

 

 

Há falta de melhor, Pedro Passos Coelho é pitonisa dele próprio.

 

(Na imagem a Pitonisa de Delfos)

 

 

 

 

 

 

 

|| Serviço Público

por josé simões, em 01.02.11

 

 

 

 

 

Mais de um milhão de pessoas nas ruas do Cairo e a RTP começa o telejornal com 47 portugueses que passaram a noite ao relento no aeroporto do Cairo à espera de repatriamento. O costume. Um furacão arrasa o México e a televisão pública começa o telejornal com 30 portugueses que ficaram com as férias estragadas. Coitadinhos.

 

Podia cair o Governo que a RTP começava o telejornal com uma reportagem sobre os buracos no pavimento em frente ao Parlamento e que a Câmara de Lisboa nunca mais manda calcetar.

 

(Imagem)

 

 

 

 

 

 

 

|| Bizarro

por josé simões, em 01.02.11

 

 

 

 

 

Pág. 7/7