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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Nicotina

por josé simões, em 03.02.10

 

 

 

 

«(…) revista on-line de cultura subversiva e revolucionária onde mistura uma editora, um bar, um restaurante, gente interessante, notícia, esquerda, direita, marche.»

 

(Via)

 

 

 

|| Nineteen Eighty-Four

por josé simões, em 03.02.10

 

 

 

«PS quer tornar públicos os rendimentos de todos os contribuintes»

 

 

 

|| À espera que saia

por josé simões, em 02.02.10

 

 

 

Já decidi que não compro o livro do Mário Crespo. Vou esperar que saia em versão pdf no site do Instituto Francisco Sá Carneiro.

 

(Primeiro no Twitter)

 

 

 

|| Cidadãos de 1ª e cidadãos de 2ª no centenário da República

por josé simões, em 02.02.10

 

 

 

Se existe um Serviço Nacional de Saúde não era muito fácil – e honesto – acabar de vez com a ADSE? Ou então que seja pago pelos respectivos beneficiários e não pela maioria dos contribuintes, utentes do SNS, e que da ADSE não usufruem.

 

(Primeiro no Twitter)

 

(Na imagem, July 1939 - at a water cooler in an Oklahoma City street car terminal)

 

 

 

|| Greensboro sit-ins (*)

por josé simões, em 02.02.10

 

 

 

«On Feb. 1, 1960, at around 4:30 p.m., four black students from North Carolina A&T University — from left, David Richmond, Franklin McCain, Ezell Blair Jr. and Joseph McNeil — entered a Woolworth's in Greensboro, N.C., and, after purchasing merchandise from several counters in the store, sat down at the store's "whites only" lunch counter and ordered some coffee.»

 

In pictures: A Brief History of the Sit-In Movement

 

 

(*) - Greensboro sit-ins

 

 

 

|| Agência de Detectives Crespo

por josé simões, em 01.02.10

 

 

 

Vamos lá a ver se bem percebi: três anónimos cidadãos, de seu nome José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e um conhecido executivo de televisão, num restaurante de Lisboa e em dia de Orçamento de Estado, e que na condição de anónimos podem muito bem dizer o que lhes vai na cabeça porque ninguém liga a "conversa de taxista", resolvem discutir, num tom de voz perfeitamente audível nas mesas circundantes, a melhor maneira de “fazer a folha” ao senhor jornalista Mário Crespo, adjectivando-o de louco e opinando que o lugar do pivot do telejornal das 21 na SIC N é na Avenida do Brasil. Vai daí, alguém ouve a conversa e corre a informar o senhor Mário Crespo do sucedido que, com base na melhor escolha de jornalismo que é a escola do “diz que disse”, escreve um artigo a dar conta da conspiração urdida contra a sua pessoa, e a sair na sua coluna semanal no Jornal de Notícias. O Jornal de Notícias, que é uma instituição respeitável e com mais de 200 anos de história, vendo o ridículo da coisa e não querendo ser alvo da chacota dos outros meios de comunicação social, não autorizou a publicação da fábula.

 

Oh da guarda que querem enfiar uma burqa ao senhor Mário Crespo! Mas está tudo louco?!

 

Adenda: Mudança de epígrafe

 

 

 

 

|| In Memoriam

por josé simões, em 01.02.10

 

 

 

Manuel Serra

 

1932 – 2010

 

 

 

|| Serviço Público

por josé simões, em 01.02.10

 

 

 

Hoje sou eu quem linka o Manuel António Pina, por “ausência” dos habituais linkadores de serviço:

 

«O direito a ser humilhado»

 

(Imagem)

 

 

 

A República, a Plebe e a anedota do busto do Napoleão

por josé simões, em 01.02.10

 

 

 

Aqui há uns tempos (atrás, como agora se usa dizer) houve um cromo – por acaso, e só por acaso – escritor, que teve a brilhante ideia de mudar a letra do Hino Nacional.

Agora outro cromo – por acaso, e só por acaso escultor, tem a não menos brilhante ideia de mudar o busto da República.

Como isto ameaça ser cíclico, vai inevitavelmente aparecer “o mais custoso da caderneta” que – por acaso, e só por acaso – vai ser um arquitecto do regime, ligado a uma não menos regímica (acabo de inventar uma palavra) grande construtora, que nos vai dizer que chegou a hora de mudar o edifício da Assembleia da República.

 

Tudo isto seria anedótico não fosse o ficarmos todos com a sensação que, tal e qual como na anedota, nos querem impingir um busto do Napoleão para a mesa-de-cabeceira.

 

 

 

 

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