|| Adeus Guiné
por josé simões, em 19.04.12
A excitação de Paulo Portas à roda do golpe militar na Guiné é mais pela necessidade que o personagem tem, como de ar para respirar, de aparecer, de protagonismo, de parecer liderar qualquer coisa, inócua aos olhos da opinião pública, e que não o comprometa demasiado no dia das próximas eleições, ou é ainda aquele mito urbano da Direita ressabiada, sobre a descolonização "mal feita" e o 25 de Abril e o Mário Soares e o comunismo e a União Soviética e assim?
