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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

|| Portugueses reais. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

por josé simões, em 22.11.11

 

 

 

«Até aqui o ordenado nunca chegava ao fim do mês. Era com os subsídios de natal e férias que eu conseguia equilibrar as finanças, pagar seguros, contribuições, irs, ou outra despesa extraordinária, como um par de óculos. Já cortei tudo... mas as despesas não essenciais. Tomo banho só uma vez por semana, só acendo uma lâmpada, dispensei a mulher a dias, só saio no carro em casos extremos. Não sei mais onde cortar e o dinheiro não chega.» Ana Isabel Albergaria.

 

Ou seja, e fazendo um "desenho" para simplificar:

- ordenado + 2 subsídios = 1 par de óculos + banho todos os dias + estádio da Luz dentro de casa + mulher-a-dias + carro com o depósito cheio a assapar todos os dias avenida abaixo.

 

É feio gozar com os outros. É feio e revela falta de formação. Foi uma coisa que me ficou dos tempos em que em casa se ensinava aos filhos “não faças aos outros aquilo que não gostas que te façam a ti”. E fica mal ao primeiro-ministro de Portugal vir, do mundo da fantasia, com ar grave, em posse de "sentido de Estado" e com voz de barítono, gozar com os seus co-cidadãos, portugueses reais. Além de revelar falta de formação fica depois também ele sujeito a ser gozado pelos outros, pelos portugueses reais.

 

Pronto, é só o que me apraz dizer.

 

 

 

 

 

 

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