|| R. I. P.
Cada vez mais a CGTP e a UGT são centrais sindicais sectoriais (Função Pública e sector empresarial do Estado) e, por paradoxal, os sectores da sociedade que malgré todos os cortes e limitações gradualmente impostos pelos sucessivos governos, continuam a desfrutar de binómio “emprego-regalias sociais” (muito) superior ao da restante população que trabalha no sector privado.
Podemos marcar 24 de Novembro de 2010, e não digo isto com nenhum sentimento de satisfação, antes pelo contrário, como o dia em que oficialmente morreu o sindicalismo português e aguardar que no futuro um qualquer José Matosso escreva a história.
(Na imagem L'Angelo della Morte, Venezia, 1963, Paolo Monti)
