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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Relatório e Contas. Resumo da Semana

por josé simões, em 15.06.19

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

Porque hoje é sábado

por josé simões, em 15.06.19

 

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Young Musketeers, Hong Kong 1950

 

Fan Ho

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 14.06.19

 

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               A capa do The Economist

 

 

 

 

O Pai de Todos

por josé simões, em 14.06.19

 

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Os "funcionários públicos vão poder faltar para acompanhar [os] filhos no primeiro dia de escola":

 

     - Para que os infantes e as infantas aprendam o que é ser funcionário público;

     - Para que os infantes e as infantas saibam que os outros meninos e meninas não têm pai nem mãe.

 

 

 

 

Da série "Grandes Primeiras Páginas"

por josé simões, em 13.06.19

 

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               O secretário-geral da ONU na capa da Time

 

 

 

 

Caridade cristã

por josé simões, em 13.06.19

 

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Governo italiano vai multar quem socorrer náufragos

 

[Imagem]

 

 

 

 

In Memoriam

por josé simões, em 13.06.19

 

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Isaura Borges Coelho

 

1926 - 2019

 

 

 

 

Sair melhor que a encomenda

por josé simões, em 12.06.19

 

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Marcelo queria dizer coisas [é mais forte que ele] mas como não podia dizer as coisas que queria dizer industriou o Tavares para dizer o que ele, o Marcelo, não podia. Só que o Tavares padece do mesmo problema do Marcelo, tem de dizer coisas, em vox pop "tem gosto o burro em ouvir o seu zurro", também é mais forte do que ele e além disso é pago para dizer e se não disser é esquecido e deixa de poder dizer, ou passa a dizer anonimamente, o que vai dar no mesmo, e deixa de receber, a tal da meritocracia. E, neste circulo vicioso do Tavares dizer coisas que o Marcelo diz mas que não pode dizer, alguma vez o circuito havia de ser desmontado pela encomendado que saiu melhor. Apanha-se mais depressa um Marcelo, ou um Tavares, para o caso tanto faz, que um coxo.

 

João Miguel Tavares: “Se eu fui o Éder deste 10 de Junho, o Presidente Marcelo foi o meu Fernando Santos”

 

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"És liberal e não sabias"

por josé simões, em 12.06.19

 

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Government employment (as % of total employment) in the EU

 

[Título]

 

 

 

 

Ainda o Dia da Raça

por josé simões, em 11.06.19

 

The Use of Books, Matthias Hübner and Brad Downey.jpg

 

 

Há uma coisa que não percebi no discurso do "mérito" do Comissário para o Dia da Raça: João Miguel Tavares acredita genuinamente que chegou onde chegou pelo mérito, que o "amiguismo lisboeta" não teve nem tem nada a ver com isso, ou só nos está a atirar areia para os olhos?

 

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In Memoriam

por josé simões, em 11.06.19

 

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Rúben de Carvalho

 

1944 - 2019

 

 

 

 

Vancouver, Main Street and King Edward Avenue

por josé simões, em 10.06.19

 

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More than 8 million tons of plastic are dumped in our oceans every year

 

 

 

 

O Dia da Raça

por josé simões, em 10.06.19

 

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Há um país que acha que o país que lhe deu a possibilidade de ser o que é  devia ser feito à sua imagem e semelhança. E di-lo. Pior ainda, di-lo constantemente e repete-se constantemente a dizê-lo. É a raça deles.

 

 

 

 

Dia de Portugal

por josé simões, em 10.06.19

 

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O general e a tropa fandanga

por josé simões, em 09.06.19

 

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Se um desses quaisquer tropa fandanga responsáveis por decidir empréstimos de 3 500€ num balcão qualquer da Caixa Geral de Depósitos alegar que não se lembra do empréstimo que decidiu e que correu mal a gente até acredita, devem haver milhares de pedidos dessa ordem todos os dias, vai-se lá lembrar daquele especificamente?

Se o Governador do Banco de Portugal alega não se lembrar da autorização dada pelo banco central que governa para a entrada de Joe Berardo no capital do BCP, com um empréstimo contraído no banco do estado no valor de 350 milhões de €, mesmo que posteriormente corrija para não ter estado na reunião que o decidiu, está a mentir com quantos dentes tem na boca porque não é todos os dias em que um valor daquela ordem aparece em cima da mesa das reuniões.

E se Vítor Constâncio mentiu é porque tem/ tinha a clara noção de que o que estava a ser feito não era correcto. Tão simples quanto isto.

 

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