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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Os Donos Disto Tudo

por josé simões, em 11.12.17

 

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Leonor Beleza, António Cunha Vaz, Fernando Ulrich, Isabel Mota, Graça Carvalho, Maria de Belém, Roberto Carneiro, Rui Santos Ivo, Vieira da Silva, Teresa Caeiro, Maria Cavaco Silva. Os Donos Disto Tudo aka a marcha do balão e do "arco da governação" em todo o seu esplendor.

 

Agora a seguir vem o argumento de que não é tudo farinha do mesmo saco, o populismo, que nem todas as IPSS são todas as IPSS, o populismo, que assim qualquer dia não há ninguém válido para ocupar qualquer lugar que seja, o populismo, que estamos a afugentar os melhores, o populismo. Descontando o facto de "os melhores" e "os mais válidos" serem sempre os mesmos, num círculo amiguista que tem o condão de afastar e interditar a participação dos melhores e dos mais válidos,  o populismo é o argumento recorrente para quando as coisas não correm de feição e são ditas na cara, sem floreados nem rococós, de modo a que toda a gente perceba. O que é certo é que na Raríssimas estava o regime todo, as aves raríssimas do famoso "arco da governação", algumas repetentes em tudo o que é organização ou associação, e não é por acaso que as coisas depois acontecem por acaso.

 

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"Reforma estrutural"

por josé simões, em 10.12.17

 

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A grande "reforma estrutural" que a 'Geringonça' deixa por fazer é a de moralizar e disciplinar o Estado paralelo ao Estado e subsidiado pelo Estado, a indústria da engorda à custa da desgraça alheia sob a capa do mui nobre argumento de que o Estado não chega melhor ao terreno do que quem já lá está,  e que dá pelo nome de IPSS.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

Sangue fascista

por josé simões, em 30.06.17

 

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Curiosamente, e em centenas de noites de domingo, nunca apresentou Marcelo Rebelo de Sousa como "Sangue Fascista, filho de histórico dirigente e ministro da ditadura de Salazar e Marcelo Caetano".

 

 

 

 

Jornalismo profissional, independente e desengajado

por josé simões, em 16.10.16

 

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O Manuel Palito reloaded ao sexto dia na Serra da Freita, o assalto ao hipermercado no Barreiro, e as eleições nos Açores, na região Autónoma dos Açores, parte integrante do território nacional, ao 11.º minuto de telejornal na SIC, num directo de 40 segundos antes da ida para intervalo, o intervalo para onde a TVI foi sem dar notícia do acto eleitoral. O facto de a direita radical ter sido esmagada nas urnas foi, por certo, uma coincidência sem interferência directa no alinhamento noticioso que remeteu para 3.º plano as eleições ganhas por Vasco Cardoso, "um personagem simpático", "num meio pequeno", numa análise onde o PS não foi tido nem achado, por Marques Mendes, ex-líder do PSD.


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Uma lei do Condicionamento Televisivo é que era

por josé simões, em 29.06.16

 

 

 

Afinal a concorrência é boa para o consumidor desde que a oferta privada seja em exclusividade e continue a ganhar o mesmo que ganharia no caso de não haver concorrência. O consumidor que opta por comprar aparelhos high definition, os que se vendem nas lojas da especialidade e em todas as prateleiras dos hipers da especialidade ou não, os mesmos consumidores que optam por comprar carros com airbag e ABS contra uma minoria que continua a conduzir as carcaças velhas sem direcção assistida nem ar condicionado e com leitor de cassetes no tablier. "A SIC e a TVI desejariam mais uma vez inovar" e "repudiam quaisquer eventuais opções de políticas públicas para o desenvolvimento da TDT", foram eles quem o escreveu, atenção, e "que possam agravar o já difícil quadro económico que caracteriza o sector dos media em Portugal, designadamente, o sector televisivo generalista de âmbito nacional, já em si pressionado pela estagnação do investimento publicitário nacional, por um lado, e pelo incremento da concorrência televisiva internacional" sendo para tal urgente a elaboração de uma lei do Condicionamento Televisivo que proteja o produto nacional da oferta estrangeira, não o disseram mas está subjacente, eis a verdadeira inovação que protegeria o operador privado da opções de escolha do consumidor enquanto a "frente de batalha" não se transfere para a net e para os laptop, andróides e tabletes.

 

 

 

 

||| Televisão Independente

por josé simões, em 30.12.15

 

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O candidato independente das perguntas combinadas e os paineleiros independentes escolhidos para desempenharem o papel de comentadeiros independentes à entrevista isenta.


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"Os comentadores da @tvi24pt estão tão apaixonados por Marcelo Rebelo de Sousa, que se calhar pensam que amanhã é dia de S. Valentim"

 

 

 

 

||| O candidato Pinypon

por josé simões, em 28.12.15

 

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 Cumprindo a sua sina, depois da primeira, cada qual é para o que nasce, certinho como o destino, a segunda, uma entrevista inteirinha gasta a falar de Marcelo Rebelo de Sousa, para depois os comentadores, quase tanto tempo quanto o tempo ganho por Marcelo Rebelo de Sousa com a entrevista a Maria de Belém Roseira, passarem o tempo do espaço de comentário à entrevista a falar de Marcelo Rebelo de Sousa por causa da paixão de Maria de Belém Roseira por Marcelo Rebelo de Sousa. Há liaz, raaamente "o meu adversário directo não é Sampaio da Nóvoa".


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||| Gordon Gekko

por josé simões, em 15.12.15

 

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Nos filmes amaricanos a isto chama-se "manipulação de mercado" e até há uma polícia para isso que resolve as coisas em menos de um fósforo. Mas isso é nos filmes amaricanos que os amaricanos são bons com a ficção, não num canal de televisão líder de audiências nos cus da Europa.


«A Direção de Informação da TVI, confrontada com a posição assumida pelo BANIF em reacção à notícia divulgada em rodapé na emissão da TVI24 de domingo à noite, não pode deixar de lamentar que a informação que inicialmente foi veiculada, apesar de prontamente desenvolvida no contexto do serviço noticioso seguinte – a 25.ª hora - , não tenha sido totalmente precisa e esclarecedora, podendo ter contribuído para a formação da ideia de que a solução preparada pelo Estado para o Banif apontava para a integração imediata daquela instituição financeira na Caixa Geral de Depósitos, depois de colocados os ativos designados “tóxicos” num “banco mau” a criar.»


[Gordon Gekko na imagem]

 

 

 

 

||| É um pássaro? É um avião? É o Super Homem!

por josé simões, em 15.12.15

 

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Quando José Sócrates, de recurso em recurso, chegar à condenação do Estado português no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, quem paga a indemnização é Batman Carlos Alexandre, o Robin Rosário Teixeira, ou o suspeito do costume, o Superman José Povinho?

 

 

 

 

||| 1.º de Dezembro, dia da Restauração do Natal

por josé simões, em 01.12.15

 

“All I want for Christmas are… your two front

 

 

Como é que as contas dos levantamentos para compras de Natal são feitas ao dia 1 [53 milhões de euros aqui e 700 milhões [!!!] aqui] se no sector privado o 13.º mês é pago até ao dia 15 de Dezembro [aquele que é pago...]?


As pessoas deixaram de pagar a renda da casa, a água, a luz, as mercearias e as compras do mês, a escola dos filhos, os medicamentos, etc. , etc. , etc. , para, imbuídos de espírito natalício, desatarem a gastar à vara larga em compras para o sapatinho e deixaram o resto para dia 15?


No dia em que vencia a última prestação do famigerado IMI os portugueses levantaram dinheiro para compras de Natal?


Todas os levantamentos e todas as transacções multibanco foram canalizadas para as compras da quadra?


Natal é sempre que a imprensa acéfala quiser e este calhou ser no 1.º de Dezembro, dia da Restauração do Natal?


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||| OMO lava mais branco

por josé simões, em 30.08.15

 

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"acusado de querer ir além da troika"


O telejornal da TVI sobre Pedro Passos Coelho, mesmo mesmo mesmo antes de começar a prédica marcelista.

 

 

 

 

||| Pobres e mal agradecidos, é o que é

por josé simões, em 09.07.15

 

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Se, e segundo a agit-prop do Governo, Portugal é o país da União Europeia que mais cresce, se há mais empresas a abrir do que a fechar, o que não quer necessariamente dizer, e recorrendo a uma expressão cara a este Governo, empresas "a bombar", já que não nos é dito por quanto tempo é que as empresas abrem antes de tornarem a fechar e, como as empresas não podem falir ad eternum, tem de haver um ponto em que as empresas deixam de falir por já não haver mais "em stock" e portanto, a partir daqui, o saldo entre o deve e o haver só pode ser positivo, como e porque é que nos anseios do pagode para a nova legislatura surge, à cabeça, a criação de emprego pelo próximo executivo? Ou são pobres e mal agradecidos ou querem todos ter dois empregos para se empanturrarem em dinheiro, é o que é e só por si choca com a teoria vigente dos malandros do sul que não querem trabalhar.


[Imagem de Zuerichs Strassen]

 

 

 

 

||| Mitos urbanos

por josé simões, em 08.07.15

 

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[Aqui]

 

 

 

||| Resumidamente

por josé simões, em 19.04.15

 

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As imagens no Observador revisor constitucional são as da constituição de 1933 e Marcelo Rebelo de Sousa na avença semanal na TVI diz que bebida da garrafa do pai, depois de considerar a privatização da TAP como de interesse nacional. Haviam de perguntar a Duarte Lima e a Ricardo Salgado e a Oliveira e Costa e a Dias Loureiro, por exemplo, em quem é que tencionam votar nas presidenciais de 2016 que não são para discutir agora porque antes temos as legislativas de 2015 onde estes excelentíssimos senhores também têm voto na matéria.


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||| Marcelices

por josé simões, em 23.03.15

 

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O secretário de Estado? Apesar de não saber distinguir o técnico do político, deixá-lo estar porque é um zero à esquerda.
O Governo? Não esteve bem na comunicação com os portugueses de um problema que é burocrático, da máquina fiscal, dos serviços públicos em auto-gestão, ninguém tem mão neles.
A máquina fiscal? Desautorizou o Governo, que não sabe comunicar com os portugueses e o secretário de Estado, que é um zero à esquerda e que não sabe distinguir o técnico do político.


Cavaco não diria melhor. Com a atenuante de que Cavaco não vai ser o candidato da família área política do PSD a Presidente da República que Pedro Passos Coelho não quer circense.


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