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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Velhos tiques

por josé simões, em 16.03.17

 

 

 

[Daqui]

 

 

 

 

 

||| Sem emenda, sem vergonha e sem salvação

por josé simões, em 21.01.16

 

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Os 42 anos de democracia também já têm um tempo e um passado, é o tempo passado da monarquia-republicana dos políticos que lutaram muito contra a ditadura e a opressão, que fizeram muito por Portugal e pelos portugueses, que se esforçaram muito pelo regime democrático e pela consolidação da democracia parlamentar partidária, que deram os melhores anos da vida pelo Estado de direito e por isso devem ser, monetariamente, recompensados e que quando a conversa não lhes interessa sacam do argumento do "populismo" e rematam com o da "demagogia", assim a modos que uma "Lei de Godwin" dos políticos pantomineiros-manhosos.


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||| Soror Maria, Pia

por josé simões, em 21.01.16

 

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Diferença entre República e Monarquia, diferença entre serviço público e privilégio. Ou "burro velho não aprende línguas"?


[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

||| "Por acaso foi ideia minha"

por josé simões, em 20.01.16

 

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 "Reposição das subvenções vitalícias: a ideia original foi de Passos"


[Lampadinha na imagem]

 

 

 

 

||| Soror Maria

por josé simões, em 19.01.16

 

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Ética republicana, eu é que sou a verdadeira socialista, doutrina social da igreja, recepções a chefes de Estado estrangeiros com repasto servido em depósitos de velhos, administrados pela indústria da engorda à custa da miséria alheia a expensas do Estado - IPSS's, servido em talheres de prata pagos pelos suspeitos do costume e discos do Frank Zappa.


"Maria de Belém entre os 30 deputados que pediram devolução das subvenções"


"Entre os socialistas subscritores estão dois ministros do actual Governo - João Soares (ministro da Cultura) e Ana Paula Vitorino (ministra do Mar)"


[Imagem]

 

 

 

 

||| O triunfo dos porcos

por josé simões, em 19.01.16

 

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É legal? É. É constitucional? É. É legal e constitucional mas "tem por base um mistério: quem foram os autores desse pedido de fiscalização?". Porque não basta ser legal e constitucional também é preciso que seja moral, o outro pilar, não escrito, da civilização no Estado de direito. E pior do que ser imoral é os requerentes beneficiários terem a consciência, acobardados no anonimato, do pedido que fizeram e das suas implicações presentes e futuras, no que refere ao capítulo em que todos ficámos catedráticos nestes últimos 4 anos - Economês Sem Mestre, por via do Orçamento do Estado suportado pelo bolso dos contribuintes, e na imagem e credibilidade dos partidos e do sistema parlamentar constitucional. É o triunfo dos porcos não no sentido orwelliano da expressão mas no sentido suíno da mesma.


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||| Muda aos 10 e acaba aos 20

por josé simões, em 08.10.15

 

Ramón Masats, Madrid, 1960.jpg

 

 

A direita não radical e da responsabilidade e do "sentido de Estado", na marchinha do balão e arco da governabilidade que enche a boca de democracia leva hoje o 20.º - vigésimo – 20.º chumbo do Tribunal Constitucional. Vinte a zero.


«TC chumba participação do Governo nos acordos colectivos das 35 horas nas autarquias»


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Adenda: O David enumera-os um a um.

 

 

 

 

||| A prova dos noves

por josé simões, em 27.08.15

 

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A verdade é que se as 18 – dezoito – 18 inconstitucionalidades, a contar desde o dia da tomada de posse do Governo PSD/ CDS-PP, tivessem passado, neste momento estávamos na tal ditadura de que Paulo Portas, a inaugurar obra do despesismo socialista, falava há dias para desviar as atenções do ridículo com que se cobriu, o democrata.


«TC chumba possibilidade de secretas acederem a metadados das comunicações»


Noves fora, nada.


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||| Toda a gente faz um esforço para não se rir

por josé simões, em 27.07.15

 

 

 

«a questão que tem que ver com o chamado enriquecimento ilícito não resultou de uma iniciativa do Governo, resultou de uma iniciativa dos deputados da maioria no parlamento»


Uma pessoa leva 4 – quatro – 4 anos a ver Luís Montenegro e Nuno Magalhães, auxiliados por Telmo Correia, nos debates parlamentares a largar deixas para o Governo maquilhadas de interpelações, chegavam a parecer o ponto, o fulano nas peças de teatro, dentro do caixote à frente do palco, e depois os grupos parlamentares têm vida própria e autónoma e até produzem projectos de lei, invariavelmente inconstitucionais. E vão 17 – dezassete – 17.

 

 

 

 

||| Da série "Coisas Verdadeiramente Surpreendentes"

por josé simões, em 03.11.14

 

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Se o Partido Socialista, em "arco da governação", assinasse de cruz, vulgo consenso com o alto patrocínio de S. E. o Presidente da República, as medidas inconstitucionais do Governo de direita Pedro Passos Coelho/ Paulo Portas, só por esse facto elas passavam a constitucionais aos olhos da Tribunal Constitucional na sua interpretação da Constituição da República Portuguesa.


Foi o Partido Socialista que teve uma "posição deslizante e de falta de compromisso" e não a maioria PSD/ CDS-PP que, por cegueira e fanatismo ideológico e desprezo pelo maior partido da oposição, deslizou, derrapou, entrou em slide effect e aquaplaning, para a inconstitucionalidade. Que nome é que se dá a um espécime destes?


«Se o PS tivesse assumido alguns compromissos com o Governo, em especial para a reforma da Segurança Social e para a redução de despesas no Estado, o Tribunal Constitucional não teria chumbado tantas propostas deste Executivo.


Quem o diz é o secretário de Estado Adjunto do ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Pedro Lomba [...]»


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||| O Estado de direito na douta interpretação de Pedro Passos Coelho, de cognome O Inconstitucional

por josé simões, em 30.10.14

 

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Apesar do Tribunal Constitucional impor a devolução integral dos cortes salariais da função pública em 2016, Pedro Passos Coelho caso ganhe as eleições volta a propor uma devolução de 20%.


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||| O fundo de verdade da anedota

por josé simões, em 21.08.14

 

 

 

Ia uma fulana, alegremente ao volante do seu carro, a ouvir música do rádio em altos berros quando, subitamente, vê a transmissão interrompida pela informação de trânsito "Senhores automobilistas interrompemos a emissão para informar de que neste momento circula um veículo em contramão na A1" e pensou para com os seus botões "Vai um em contramão?! Vão todos!!!".

 

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||| Portanto, não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo, ou vai?

por josé simões, em 19.08.14

 

 

 

 

Diz que a «agência de notação financeira Fitch entende que a recente decisão do Tribunal Constitucional (TC) não compromete as metas orçamentais para este ano (o objectivo é chegar ao final de 2014 com um défice de 4% do PIB), mas "limita" a flexibilidade orçamental no futuro».

 

E também diz que «contudo, alerta que a decisão de declarar inconstitucionais os cortes salariais em 2016 e em 2018 "limita a flexibilidade orçamental no futuro, embora a redução da dívida dependa, em parte, da capacidade de Portugal manter o seu regresso ao crescimento económico"».

 

E ainda diz mais, diz que «a decisão do TC, […], "reforça a nova visão de que Portugal vai atingir a sua meta orçamental de um défice de 4% do PIB, abaixo dos 4,5% no ano passado"».

 

Portanto não vai ser a agit-prop do Governo a desmentir a agit-prop do Governo [que isto tudo está tudo muito bem, o país está melhor, as pessoas, coitadas, é que têm de aguentar mais um bocado até começarem a ver o dinheiro a sobrar na carteira, a economia abriu-se, as reformas estruturais, blah-blah-blah, o desemprego está a diminuir e a economia a crescer], ou vai?

 

 

 

 

 

||| Expliquem-nos lá, como se fossemos todos muito burros

por josé simões, em 16.08.14

 

 

 

De 2011 a 2014, 3 – três – 3 anos de Governo PSD/ CDS, ou de coligação Passos Coelho/ Paulo Portas, como queiram, com Pedro Mota Soares, CDS-PP, aos comandos do Ministério da Segurança Social, incapaz, pelo fundamentalismo ideológico que o cega, de fazer mais do que cortar pensões e reformas, quebrando o contrato de confiança entre o Estado e os contribuintes, cortar subsídios e apoios sociais, canalizados para a indústria das IPSS, maioritariamente ligadas à Igreja Católica, com o falso pretexto de serem quem no terreno está mais próximo dos necessitados beneficiários, mais não fazendo do que engordar uma classe de intermediários da miséria alheia, a mui famosa "economia social", e duplicando funções na mesma área ocupada pelo Estado social, para agora a culpa por não haver reforma da Segurança Social ser do Tribunal Constitucional e do Partido Socialista que, de 2011 a 21014, 3 – três – 3 anos, foi ignorado, desprezado e até achincalhado pelo Governo da direita, depois de ter escaqueirado a última reforma da Segurança Social feita com pés e cabeça, por coincidência e só por coincidência, por um ministro de um Governo do Partido Socialista, Vieira da Silva, ficando agora o PS com a responsabilidade de fazer, em dueto com o PSD, a "reforma da Segurança Social" que o PSD em dueto com o CDS, por fundamentalismo ideológico não souberam e não quiseram fazer, ou então quem vier que se desenmerde lá para 2016. É mais ou menos isto, não é?

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

 

 

||| 86%, o número mágico

por josé simões, em 14.08.14

 

 

 

"Sublinho [ou chamo a atenção ou uma treta assim do género] para que 86% dos pensionistas ficariam isentos dos cortes"

 

O orgulho do vice-pantomineiro por haver em Portugal 86% de miseráveis que não são taxados nem impostados pelo Governo. Um país com 86% de velhos a receberem uma pensão ou uma reforma que não dá para comprar um par de botões de punho daqueles que Paulo Portas exibe mas que dá e sobra para chamar a atenção e sublinhar.

 

[Imagem]