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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

Socialismo bolivariano para o século XXI

por josé simões, em 21.04.17

 

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O palhaço pobre

por josé simões, em 11.11.16

 

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Ver Edward Snowden exilado na Rússia, via Skype para a aldeia global, preocupado com o totalitarismo a propósito da eleição de Donald Trump para POTUS, se não fosse trágico era para rir.


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||| Lições de História

por josé simões, em 12.05.15

 

 

 

Lições de História precisam-se. Da história do século XX, o século dos totalitarismos. Mas a História não serve para nada e até há quem defenda que deve ser erradicada dos programas escolares, substituída de imediato por disciplinas práticas, tipo o economês, que é o que está a dar.


Os fins justificaram os meios. Os fins continuam a justificar os meios. 70 anos depois do fim da II Guerra Mundial, 26 anos depois da implosão do Muro de Berlim, 39 anos depois da morte de Mao, 40 anos depois da morte de Franco, 17 anos depois da morte de Pol Pot, 9 anos depois da morte de Pinochet, 62 anos depois da morte de Estaline, 41 anos depois do 25 de Abril.


"O objectivo que temos é o de vencer a doença, não é o de perguntar se as pessoas durante esse processo têm febre ou têm dor ou se gostam do sabor do xarope ou se o medicamento que tomam lhes faz um bocado mal ao estômago ou qualquer outra coisa, quer dizer, se os efeitos secundários de todo o processo por que se passa valem ou não valem a cura"


Lições de História precisam-se. Não para o predicador mas para quem ouve a prédica. E é por isso que a História ensinada não presta para nada e o economês é que é.


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||| O pasto que alimenta as chamas do totalitarismo

por josé simões, em 29.01.14

 

 

 

"Todos os direitos das pessoas podem ser referendados".

 

Hugo Soares, líder da JSD e deputado eleito da Nação pelas listas do PSD, num debate sobre co-adopção com a deputada Isabel Moreira, na TVI 24.

 

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|| A Europa será o Chile da Europa?

por josé simões, em 08.07.13

 

 

 

"Portugal não será o Chile da Europa", gritava-se nas manifs logo a seguir à revolução de Abril de 74, enquanto as salas de cinema esgotavam meses a fio para ver Chove em Santiago de Helvio Soto.

 

«JPMorgan calls for authoritarian regimes in Europe»

 

 

 

 

 

 

|| A "V Internacional"

por josé simões, em 13.02.12

 

 

 

Sabia ao que ia Grigory Zinoviev quando, enquanto secretário do Comité Executivo da III Internacional classificou, logo a seguir ao congresso do Partido Comunista Alemão de 1924, a social-democracia como social-fascismo. Saíram-lhe foi as contas furadas: a ascensão de Hitler na Alemanha e de Mussolini em Itália, a II Guerra Mundial, a Europa destruída e destroçada.

 

A Europa que viria a renascer depois, primeiro sobre os auspícios de governos de partidos social-cristãos ou democrata-cristãos e depois com governos de partidos social-democratas ou em coligação com os democrata-cristãos, naquilo a que alguém já chamou de a mais bela obra que alguma vez o homem construiu à face da Terra – a Europa do Estado-Social e da liberdade de expressão e, por consequência, do esvaziar e do declínio dos fascismos, dos Partidos Comunistas e dos totalitarismos.

 

Zinoviev, esse, já cá não estava para ver, o "camarada" Estaline tinha tratado do assunto no entretanto.

 

A ironia da história da História é que, quase 70 anos passados sobre o final da II Guerra Mundial, podemos vir a assistir ao regresso, pela via eleitoral, dos "herdeiros" de Zinoviev debaixo da bandeira do Estado-Social, numa Europa levada ao suicídio pelas mãos da Alemanha de Angela Merkel, crescida e educada sob o pulso férreo dos herdeiros da III Internacional, que estudou Economia mas que estudou mal, faltou-lhe o "braço" da História. E que se calhar já é tarde para aprender.

 

«O fogo alastra praça Syntagma acima»

 

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|| Don't "Like" This

por josé simões, em 13.07.11

 

 

(Via)