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DER TERRORIST

"Podem ainda não estar a ver as coisas à superficie, mas por baixo já está tudo a arder" - Y. B. Mangunwijaya, escritor indonésio, 16 de Julho de 1998.

O umbigo deles

por josé simões, em 03.08.17

 

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O princípio que defende que nas eleições norte-americanas deviam poder votar todos os cidadãos de todos os países que assim o entendessem, pelas implicações globais ao nível político e económico, é o mesmo princípio que devia permitir aos contratos de trabalho da Autoeuropa serem discutidos e aprovados pelos milhares de trabalhadores das centenas de empresas que dependem directa e directamente da multinacional alemã.

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 20.07.17

 

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A UGT, que assina de cruz códigos do trabalho a flexibilizar o despedimento e a diminuir o valor da compensação financeira pelo mesmo, é a UGT que está agora muito preocupada com a possibilidade "criminosa" da Altice poder despedir três mil trabalhadores, curiosamente só depois da CGTP ter saído para a rua pela mesma razão.

 

[Imagem de autor desconhecido]

 

 

 

 

O menino da lágrima

por josé simões, em 02.02.17

 

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Crescido e educado em 39 anos de ilusão numa agremiação inventada para esvaziar as reivindicações sindicais e para legitimar as decisões dos sindicatos patronais, numa também inventada espécie de "câmara alta" do Parlamento que decide sempre em favor da rigidez patronal, em nome de um futuro risonho e dos amanhãs que cantam no crescimento da económica que vai gerar riqueza a rodos para distribuir por todos, uma cenoura na ponta de um pau, desde que há memória, "isto está muito mau", o menino da lágrima chocou de frente com a realidade e com o peso e relevância que não tem e que não se adquire só pelo facto de se sentar à mesa do senhor, dizer que sim e assinar de cruz.

 

 

 

 

 

Cumprindo mais uma vez o desígnio para o qual foi criada

por josé simões, em 14.01.17

 

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Patrões e UGT assinam acordo

 

 

 

 

"Como disse um filósofo chinês, uma imagem vale por mil palavras"

por josé simões, em 22.11.16

 

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Líder de um sindicato sem implantação no terreno, o moço de fretes dos patrões, devidamente autorizado pelo Dono Disto Tudo, com a bênção do sorriso trocista do patrão dos patrões - António Saraiva, assina de cruz o que os líderes dos partidos do Governo da direita radical lhe puseram à frente para assinar.


Concertação social marcada por "atropelos" ao diálogo e condicionada por Bruxelas

 

 

 

 

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O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 15.11.16

 

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Como se o problema fosse a Concertação Social ela própria e não a UGT, reduzida à inutilidade pela sua insignificância, condenada ao desaparecimento pela ausência do móbil para a qual foi criada: assinar de cruz tudo o que convém às associações patronais.


UGT diz que sem acordo, mais vale "fechar a porta" da concertação


Um mérito há no entanto que há que dar a Carlos Silva, o de ter percebido isso primeiro que ninguém e daí o seu constante esbracejar e espernear, quase desde o primeiro dia em que ocupou o cargo.


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My name is Proença, João Proença

por josé simões, em 26.09.16

 

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«[...] é altura de reverter algumas das medidas que desequilibraram as relações entre trabalhadores e empresas, para que "a desregulação do estado de excepção não se transforme na nova norma". "É imperioso reverter as medidas com incidência na negociação colectiva tomadas no período da troika"


[...] sindicatos e aos patrões [devem empenhar-se] em credibilizar a negociação colectiva, dando provas da sua representatividade, para evitar que organizações a que chama "ultraminoritárias" negoceiem contratos que depois podem ser estendidos a todo um sector»


Relações laborais nas empresas estão em "profundo desequilíbrio"

 

 

 

 

Liberalismo

por josé simões, em 05.09.16

 

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[Aqui]

 

 

 

 

Há lodo no cais

por josé simões, em 28.05.16

 

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A UGT quer que a representatividade que não lhe é reconhecida no meio laboral, que os trabalhadores que não tem sindicalizados lhe paguem uma quota mensal como forma de legitimar a luta da UGT, since 1978, na retirada de direitos e garantias, aos trabalhadores, na desvalorização da contratação colectiva, na assinatura de sucessivos códigos do trabalho com condições cada vez mais gravosas, para os trabalhadores, sempre em benefício da rigidez patronal, com a promessa de um amanhã que canta, e que canta sempre para a mais-valia dos patrões e dos accionistas.


Trabalhadores terão de pagar à UGT por contratos colectivos de trabalho


"Há lodo no cais" é o título em Portugal, "Sindicato de Ladrões" foi o título recebido no Brasil.


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||| O Verdadeiro Artista

por josé simões, em 01.05.16

 

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Na capital do Cavaquistão, se calhar em homenagem aos idos em que a UGT de Torres Couto erguia um cálice de Porto para celebrar com Cavaco Silva mais cortes em direitos em regalias, Carlos Silva reescreve a história dos últimos 5 anos com um delete ao consulado de João Proença. "Impostas" é o termo. A UGT nunca existiu.


"Enalteceu, a propósito, "a reversão de um conjunto de medidas [pelo actual Governo] que de uma forma muito liberal foram impostas nos últimos anos", como os cortes salariais, a valorização da concertação social e a reposição das 35 horas de trabalho semanal."


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||| A mesma luta!

por josé simões, em 28.04.16

 

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"A Câmara Corporativa era um órgão representativo de natureza consultiva da República Portuguesa, prevista pelo Artigo 102.º da Constituição de 1933."


Não me lembro de ter votado, ou de alguém ter votado em Mário Nogueira ou em João Dias da Silva para ministros da Educação, mas dou de barato que possa estar enganado...


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||| Desesperados

por josé simões, em 15.04.16

 

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Por via da inusitada "geringonça" de esquerda no Parlamento, a UGT reduzida àquilo que sempre foi – nada e sem implantação no terreno do trabalho, com excepção de alguns sindicatos de bancários e seguros; esvaziada da função para a qual foi criada – dizer que sim às confederações patronais e assinar de cruz tudo o que lhe ponham na frente, luta desesperadamente pela sobrevivência e tenta fazer da Concertação Social uma espécie de Câmara Alta do Parlamento, bóia de salvação do sindicalismo fantoche. Desesperados. Responsavelmente desesperados. Desesperados com "sentido de Estado".


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||| O ajustamento

por josé simões, em 30.11.15

 

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O problema de Carlos Silva é exactamente o mesmo problema de Paulo Portas: ninguém precisa dele nem da agremiação que capitaneia para nada, então esbraceja e faz barulho e, quanto mais esbracejar e barulho fizer melhor, pensa ele.

 

Canetas e esferográficas há muitas [como se viu na tomada de posse do XXI Governo constitucional.


[Imagem de autor desconhecido]

 

Adenda: Não é por acaso que os ministros do CDS passaram estes últimos 4 anos a elogiar o "sentido de responsabilidade" da UGT e dos seus dirigentes.

 

 

 

 

||| Os irresponsáveis

por josé simões, em 23.11.15

 

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Não sendo do conhecimento geral qual a quota de cedências que coube aos patrões, ou até se as houve, e que as do Governo ficaram em águas de bacalhau apesar da ameaça de entornar a água ao bacalhau por parte do homenzinho responsável que sucedeu ao homenzinho responsável e que antecedeu o homenzinho responsável.


A UGT mostrou-se mais responsável do que a CGTP?
Não vou dizer que a CGTP foi irresponsável. Cada um de nós mede a sua responsabilidade à medida das suas convicções e da sua disponibilidade para compromissos. Na altura, a UGT entendeu que devia assumir responsabilidades na estabilidade do país, sabíamos que as medidas eram gravosas e reconhecemos que muitas dessas medidas prejudicaram claramente os trabalhadores portugueses. Também por isso, ao final de quatro anos há esta profunda crispação entre a esquerda e a direita, entre o PS e os partidos da coligação (PSD/CDS-PP).


Posto isto, e como continua alegremente na sua yellow brick road em direcção a Emerald City sem se desviar uma vírgula do caminho, conclui-se que ou é tolinho ou cada um é para o que nasce e há quem nasça para ser marioneta ou boneco de ventríloquo.


O ministro Pedro Mota Soares (CDS) sempre que falava fazia questão de destacar o apoio dado pela UGT na manutenção da paz social. Isso não o incomoda?
Incomodou-me. Parece que se criou um conluio, mas isso não corresponde à verdade. A nossa actuação nunca foi defender o interesse dos empresários, mas criar com empresários uma relação de confiança que permita que as sinergias venham ao encontro das necessidades dos trabalhadores.


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||| ¿Por qué no te callas?

por josé simões, em 01.11.15

 

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"CGTP não será condicionada por um governo de Esquerda"